sexta-feira, janeiro 24, 2020

MESTRE KUTHUMI

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Bom Dia! Bom Dia! Bom Dia!

Hoje acabei madrugando... Uma pessoa muito especial me fez mergulhar em muitas reflexões. E como meu sono foi embora, acabei entrando no face e encontrando outro ser iluminado que me levou de volta para os ensinamentos de Mestre Kuthumi e consequentemente fui direcionada para mensagens de Mestre Djwhal, que apresento a vocês:

"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com vocês!" 
                                                                                                                Djwhal Khul

O Mestre Djwhal Khul, trabalha sob a orientação do Mestre Kuthumi, ajudando-o intensamente no treinamento de discípulos avançados. Auxilia também ao Mestre El Morya por estar ligado a ele e ao seu trabalho. Ele tem sido chamado “O Mensageiro dos Mestres”. É profundamente erudito e sabe mais sobre os raios e as Hierarquias planetárias do sistema solar, do que qualquer outro Mestre. Alcançou seu mestrado na presente encarnação. Ele vem nos lembrar a todos, que somos discípulos, desde o aspirante mais humilde até o mais adiantado do Cristo. Atua como um transmissor de Luz. Seu trabalho consiste em ensinar e a difundir o conhecimento da Sabedoria Eterna a todos os que se disponham de coração a encontrar essas respostas. Seu raio de ação é a chama trina.
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Ele trabalha com aqueles que curam e coopera desconhecido e invisível, com os pesquisadores da verdade nos grandes laboratórios do mundo, com todos que definidamente almejam a cura e o alívio do mundo e com os grandes movimentos filantrópicos da humanidade, tais como a Cruz Vermelha. Ele se ocupa com vários discípulos de diversos Mestres que podem tirar proveito de sua instrução e nos últimos dez anos, tem aliviado tanto o Mestre Kuthumi como o Mestre El Morya, de uma boa parcela de suas obras de ensinamentos, substituindo-os, em determinados períodos, junto a alguns de seus alunos e discípulos. Trabalha, também, amplamente, com certo grupo de devas dos éteres, que são os devas curadores, que assim o ajudam no trabalho de sanar alguns dos males físicos da humanidade. Foi Quem ditou uma grande parte daquele livro momentoso, “A Doutrina Secreta”, e mostrou a H. P. Blavatsky, muitos dos quadros representativos e lhe deu muitos dos dados que são encontrados naquele livro.

Para expor melhor a intenção deste amado Mestre, faço aqui, uso de uma de suas expressões consagradas, (“urge que possais libertar, filhos queridos, toda a sabedoria em vós e todo amor contido em vosso peito e em vossa alma”).

Está sempre à nossa disposição para nos encaminhar, enquanto ainda nos portamos como aspirantes emocionais, o que dificulta nosso contato com nossos Mestres e nossas realidades que vibram em sintonias mais sutis, porque ainda não transmutamos a nossa devoção emocional, em desinteressado serviço a humanidade e não aos Mestres. Ele nos ensina, iluminando nossos mentais, como trabalhadores universalistas, a aspiração e a vontade de servir desde o plano das emoções ao plano mental, que é o plano onde podemos manter contato com os nossos irmãos maiores.

Viveu no Tibet, sendo conhecido em sua mocidade pelo nome de Gai Ben-Jamin. Presidiu um grupo numeroso de lamas tibetanos tendo sido um abade desse monastério lamásico. Muitos de nós envolvidos nesse processo da higienização planetária, estamos ligados a esse irmão maior. Mora hoje no Tibete Central, em Shingatse, próximo a seu Mestre, Kuthumi e a El Morya.

Diz-se que ele foi Kleinias, o aluno favorito de Pitágoras e ainda o primeiro chela de Senhor Gautama Buda. Trabalhou com El Morya e Kuthumi na criação da Sociedade Teosófica, da qual foi adepto.

Djwhal Khul é a Inteligência responsável, pela revelação dos segredos das antigas escolas iniciáticas, preparando as consciências humanas para a criação da nova raça raiz.
Esse Mestre querido, sempre preferiu ficar em segundo plano, evitando um reconhecimento exterior. Djwhal Khul, como El Morya e Kuthumi, poderia ter atingido a Ascensão muito antes; mas não o fez, para poder ter uma conexão física mais íntima, com o serviço que se apresentaria no futuro. Ele tinha a capacidade de se materializar num quarto sem abrir a porta.

Nos últimos 55 anos ele vem sendo o propagador da Grande Invocação, que tem ressoado pelo mundo inteiro, traduzida em cerca de 70 línguas e dialetos. Como resultado de seu uso pelo mundo inteiro através dos anos, pode-se dizer que as energias invocadas pela Grande Invocação, podem agora estar ancoradas na consciência humana.

Cuida enfim, de todos os discípulos e professores, que se dispõem a aproveitar sua instrução em benefício da humanidade.



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CONTÉM UMA BRUXA


Certa vez, lendo um dos meus autores preferidos, Rollo May, me deparei com uma frase: “uma das poucas alegrias da vida numa época de ansiedade é o fato de sermos forçados a tomar consciência de nós mesmos”. Isto aconteceu há mais de trinta anos atrás e desde então, a procura por mim mesma, se intensificou de tal forma, que me fez optar por diferentes caminhos e tomar as mais “inesperadas” decisões .

Foi nesta fase que comecei acessar meu registro akashico, através da Senhora de Sandawissini, uma força que apareceu na minha vida e aos poucos, foi me colocando a par de muitas histórias. Ela era uma criatura doce, ambígua; delicada e forte, calada e tagarela, decidida e insegura, mas tinha um brilho muito especial que atraía, como se fosse uma força irresistivelmente boa, clara, da Luz, do Bem. O surgimento desta consciência me fez retomar a minha história...não com saudosismo e inércia, mas como lições de aprendizado.

Desde criança, sempre fui considerada “diferente”. Esta rotulação, a princípio não me incomodava, pois servia para me destacar e até dava certa ascensão perante as outras crianças. Com o passar dos anos, o peso da “diferença” se fez sentir e ficava difícil conviver pacificamente entre os “comuns”;  sentia-me uma extraterrestre. No entanto, adestrei-me e segui os caminhos “normais”; fui “boa menina”: cursei  o magistério, escolhido por meus pais; casei de véu e grinalda; tive filhos e fui mãe dedicada, segui um caminho profissional pertinente a minha condição de senhora bem casada. Todos estavam muito satisfeitos,pois a menina rebelde, finalmente se “recuperara”.

Então, passado muito tempo, a insatisfação começou a tomar conta dos meus dias; a falta de espaço, para vivenciar as minhas crenças, me afligia ... Estava esgotada, cansada ...  sentia-me  esmorecer dia-a-dia e um sentimento de culpa, por voltar a sentir-me “diferente”me assolava. Constatando que, forças além da minha compreensão, impulsionavam-me para outros rumos, optei e decidi por mim mesma. Deixei a imagem de “boazinha e cordata” e assumi a autenticidade; optei por ser eu mesma, por procurar  respostas as minhas questões, por seguir a minha intuição e os meus caminhos ... como os antigos xamãs diziam: “seguir os caminhos do coração”.

Foi uma opção muito difícil. Muito insegura, iniciei a busca pelo meu caminho e constatei algum tempo depois , que de um modo geral, esta decisão foi uma bênção. A integração interior veio em meio a uma desintegração externa total. Providencialmente, muitas pessoas foram surgindo: cada qual com sua energia, cada qual com a sua luz própria, cada uma delas com uma história peculiar e exemplos de luta. “Nada acontece por acaso”, “ tudo têm um fim em si mesmo” ... 

A cada dia estas afirmações foram tomando vulto e dando-me  consciência de que, eu era mesmo uma“extraterrestre”, estava cada vez mais perto da minha verdadeira essência e me assumia, através de um caminho, que  agora,  alcançava um significado. Cercada de pessoas muito preocupadas consigo mesmas, preocupadas com a “quebra” de padrões, mas em compensação, pessoas muito “gente”, muito amigas, fazendo parte desta trilha. A nova luz que me orientava, provinha de lugares  e seres que a minha vã filosofia ainda pouco conhecia e de tudo que era humanamente benéfico.

Hoje, estou consciente da Senhora de Sandawissini e de muitas outra "vidas", da minha multidimensionalidade e dos universos paralelos (multidimensões); estou consciente de que não sou nada diferente e que existem milhares de pessoas que ressonam o divino do Criador, que são seres que vieram pra Gaya fazer o Bem. Todos somos um, o  “diferente” está aos olhos das convenções, dos condicionamentos sociais. Intimamente, vou me encontrando aos poucos e me sinto muito orgulhosa em fazer parte da espécie humana. 

Não possuo, faço questão de afirmar, respostas mágicas, mas desvencilho, devagar, o que está oculto em meus pensamentos, sentimentos e ações buscando em meus registros fundamentos para meu propósito Aqui e Agora. Busco a minha verdade e o esclarecimento sobre a minha trilha por este Universo. Aventuro-me onde muitos temem pisar e exponho minhas ideias sobre algumas questões que, como me ajudaram, sei  que  podem ajudar outros a encontrar um caminho melhor. Intuitivamente, sinto que estou no caminho certo; agradeço, profundamente ao que me foi concedido aprender sobre a importância e a dignidade da vida e das pessoas. Agradeço também aos amigos, destes e de tempos arquétipos, que muito me  ensinaram neste sentido.

Toda a minha trajetória eu descrevi no meu livro (Contém uma Bruxa), que muitos amigos já leram e que um dia vai sair da gaveta, se assim for preciso. Num sentido mais digno e profundo, é uma história, a história que o encontro com minha essência despertou em mim, uma história comum às pessoas que se encontram. São partes desta história que eu passo para vocês diariamente e que a partir de hoje vou publicar em partes, porque sei que estas histórias podem servir de enriquecimento pessoal, colocando um pouco do que me foi concedido aprender. Faço isto na tentativa de repartir o conhecimento legado, que não nos é concedido por acaso. 


Desejo compartilhar com carinho, atenção e admiração,  muitas das minhas experiências, registrando  e aprendendo tudo o que me foi possível, principalmente quanto ao esoterismo e a nossa humanidade, quanto a nossa espiritualidade. Objetivo fazer com que, cada vez mais pessoas se encontrem e encontrem o seu Caminho, "enlaçando" mundos para que todos possam compreender “um pouco mais”.

                                                                                                  Saviitri Ananda

ps: se você estiver curioso (a) e quiser acompanhar esta história, entre em contato e me diga. Estou pensando em publicá-la por capítulos no novo site.

quarta-feira, janeiro 22, 2020

EXILADOS DE CAPELA


A Constelação do Cocheiro apresenta uma grande estrela que recebeu o nome de Cabra ou CAPELA. A constelação é formada por um grupo de várias estrelas com grandezas diferentes, entre as quais se encontra CAPELA, que é de primeira grandeza, ou seja, a alfa da Constelação.

CAPELA é muitas vezes maior que o nosso Sol e se ele trocasse de lugar com Capela, nós mal o perceberíamos devido á distância que nos separa do Cocheiro. A constelação do Cocheiro dista cerca de 45 anos-luz da Terra, que transformados em quilômetros nos levaria ao número 4.527 seguido de 11 zeros,.

CAPELA está situada no hemisfério boreal e limitada pelas constelações da Girafa, Perseu e Lince, e, quanto ao Zodíaco, sua posição é entre Gêmeos e Touro.

Conhecida desde a antiguidade, CAPELA é uma estrela gasosa, de matéria tão fluídica que sua densidade pode ser confundida com a do ar que respiramos, segundo afirmou o astrônomo e físico inglês Arthur Stanley Eddigton (1882-1944).

A caminhada do homem em seu processo evolutivo tem sido longa e árdua. Para atingir o complexo de suas perfeições biológicas na Terra, teve o concurso de Espíritos exilados de um mundo melhor para o orbe terráqueo, Espíritos esses que se convencionou chamar de componentes da raça adâmica, que foram em tempos remotíssimos desterrados para as sombras e para as regiões selvagens da Terra, porque a evolução espiritual do mundo em que viviam não mais a tolerava, em virtude de suas reincidências no mal.

Naquela época a Terra era habitada pelos "Primata hominus", vivendo dento de cavernas, usando instrumentos de sílex e por seu aspecto se aproximavam bastante do "Pithecantropus erectus". Foram então, as entidades espirituais que levando em consideração a necessidade de evolução do planeta, imprimiram um novo fator de organização às raças primigênias, dotando-as de novas combinações biológicas, visando o aperfeiçoamento do organismo humano. Quando essa operação transformadora se consumou fora da Terra, no astral planetário ou em algum mundo vizinho, estava criada a raça humana, com todas as características e atributos inciais, a PRIMEIRA RAÇA-MÃE, que a tradição espiritual oriental definiu como : "espíritos ainda inconscientes, habitando corpos fluídicos, pouco consistentes".

A SEGUNDA RAÇA-MÃE o planeta já se encontrava no final do seu terceiro período geológico, e já oferecia condições de vida favoráveis para seres humanos encarnados, uma vez que o trabalho de integração de espíritos animalizados nos corpos fluídicos já se processara. A SEGUNDA RAÇA- MÃE é descrita pela tradição esotérica como : "espíritos habitando formas mais consistentes, já possuidores de mais lucidez e personalidade", porém ainda não fisicamente humanos. Esta segunda raça deve ser considerada como pré-adâmica. Eram ainda grotescos como seus antecessores símios, animalizados, peludos, enormes cabeças pendentes para a frente, braços longos que quase tocavam os joelhos, andar trôpego e vacilante e olhas inexpressivo, onde predominavam a desconfiança e o medo. Alimentavam-se de frutas e raízes; viviam isolados, escondidos nas matas e rochas, fugindo uns dos outros. Não havia ainda laços de afetividade entre eles e procriavam-se indistintamente- ainda não eram humanos.

Sua evolução durou milênios, até que houvesse adaptação ao meio ambiente e um lento e custoso desabrochar da inteligência. Não havia ainda noção de família, não possuindo ainda qualquer noção de construção de abrigos, viviam em grutas e cavernas. Mais, tarde a necessidade de defenderem-se das feras e ou de outros grupos, levou-os a criar laços mais fortes entre aqueles que compartilhavam a mesma caverna ou grupos de cavernas e grutas, vindo assim a surgir a primeira noção de tribo ou grupo familiar. Regras começam a ser estabelecidas para o convívio visando a subsistência, procriação e defesa comum.

Em pleno período quaternário, ocorreu um resfriamento súbito da atmosfera, formando-se geleiras que cobriam a Terra. O homem ainda mal adaptado ao ambiente hostil, teve seus sofrimentos agravados com o frio intenso que adveio. Passou então a cobrir-se com peles de animais que abatia. Foi então que o instinto e as inspirações dos Assistentes Invisíveis levaram o homem à descoberta providencial do fogo. Esse elemento precioso ofereceu ao homem novos recursos de sobrevivência e conforto.

Prosseguindo o homem em sua caminhada evolutiva,, aperfeiçoando-se, deu ensejo ao surgimento da TERCEIRA RAÇA- MÃE, - com características físicas diferentes- porte agigantado, cabeça mais bem conformada e mais ereta, braços mais curtos e pernas mais longas, que caminhavam com mais aprumo e segurança. Em seus olhos surgem agora mais acentuados lampejos de entendimento. Nasceram eles principalmente na Lemúra e na Ásia, eram nômades, prevalecendo entre eles a lei do mais forte. Porém, formavam já sociedades mais estáveis e numerosas, com chefes ou patriarcas. No que diz respeito ao aspecto religioso, eram ainda absolutamente ignorantes e fetichistas, pois adoravam por temor ou superstição as forças ou fenômenos que não podiam explicar, transformando-os em elementos bons ou maus- a serem idolatrados ou temidos.

Com a identificação de núcleos de homens primitivos já biologicamente apurados e prontos para receber os capelinos, foi iniciada então a série de "reencarnações punitivas " dos capelinos que veio a provocar sensível modificação no ambiente terrestre e o contraste material e intelectual entre os recém-encarnados e os homens , levou estes últimos a consideraram os capelinos como super-homens, semideuses e este passaram a dominar os "terrícolas". No entanto, o impulso trazido pelos capelinos logo se fez notar em toda a incipiente civilização terrestre. Cidades começaram ser construídas, costumes mais brandos foram adotados, primeiros rudimentos de leis surgiram, utilização dos metais,etc.

Fonte: Os Exilados da Capela - Edgar Armond, Editora Aliança.

Bjos no Coração
Namastê!
Saviitri Ananda


terça-feira, janeiro 21, 2020

SOMOS TODOS QUÂNTICOS


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Este artigo foi escrito há alguns anos atrás, quando voltei de uma "viagem" maravilhosa. O curioso foi que eu pensei estar indo para um grande passeio turístico e acabei participando de uma peregrinação ao encontro de mim mesma. Capilla del Monte (Cordoba - Argentina) é um lugar lindo, energeticamente fantástico e um portal de entrada para ERKS.

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Nada de formalismos, condicionamentos, normas ou regras. Chega de ficar na caverna escura imaginando o "monstro" que está lá fora para nos devorar. O que nos devora é a ignorância e a falta de ousadia. Sou metamorfose ambulante, me modifico e modifico a tudo todos os dias... porque nada será como está...nem agora, nem hoje, nem amanhã...afinal...temos mesmo esse tempo a que chamamos de tempo?

Por que “quânticamente”? Porque estou tentando me livrar destes condicionamentos que me foram impostos; porque quero crer que o Universo é muito mais do que aquele que se justifica na Primeira Teoria de Newton. Não dá mais para acreditar que apesar de todo o desenvolvimento da ciência e do surgimento da física quântica, as pessoas ainda teimem em adotar uma teoria do século XVII.

Sabe o que é pior? Que a maioria das pessoas não têm condições de enxergar a realidade através da Teoria Quântica, porque ela ainda não é matéria do ensino fundamental...dizem os mais catedráticos que esse conhecimento é extremamente especifico e a linguagem da física quântica é a matemática avançada. Mas, na verdade o que não se quer, é que esse conhecimento seja ensinado nas escolas, porque isso ocasionaria uma transformação da realidade. Teríamos um mundo completamente diferente do de hoje.

Pelo prisma da fisica quântica, a mente prevalece sobre a matéria e a pessoa que tem uma compreensão de realidade, fundamentada na quântica, vai perceber que a mente prevalece sobre a matéria, e poderá participar de todo processo criativo. Muitos estudiosos, colocam como exemplo de fácil compreensão, o modo como as crianças vivem na sua primeira infância, onde éramos quem queríamos ser e podíamos tudo porque não havia condicionamentos e o pensamento cartesiano não nos atingia. A questão é que, vamos aprendendo a viver neste mundo, somos educados socialmente e aos poucos perdendo a fé em nossos sonhos... não mais acreditamos em nossas possibilidades...ficamos limitados.

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A quântica faz com que possamos tornar possível uma coisa que normalmente achamos que é impossível, pois ela é o "Reino das Possibilidades". O mundo pode ser da forma que acreditamos que ele seja... nós construímos o nosso meio. Buda dizia que a mente prevalece sobre tudo, domina e cria tudo e Eisntein que mudando a freqüência do pensamento podíamos alterar a matéria.

No nosso Universo, existe uma substância chamada “substância quântica” que nós conhecemos com o nome de éter; essa substância é um mar de todas as possibilidades; a primeira coisa que temos de fazer quando desejamos algo, é filtrá-la desse quadro de todas as possibilidades. Filtrada e não sendo ainda o objeto do nosso desejo, a observamos atentamente e nesse ato o que ainda não era, se transforma naquilo que queremos, por exemplo, um elétron, um próton, etc...

Os místicos de milhares de anos atrás já conheciam parte deste universo quântico, mas muito deste conhecimento foi perdido na condenação de alquimistas e na "caça às bruxas"; a Santa Inquisição, que não teve nada de santa, atrasou e muito o nosso conhecimento do Universo. Hoje a ciência já tem claro que existe uma realidade maior que dá sustentabilidade a essa realidade newtoniana em que nós vivemos; os fenômenos quânticos é que vão dar origem a tudo o que existe. Mas esse conhecimento é tão complexo que se torna difícil de ser compreendido pelo intelecto humano; ele o transcende.

O cérebro foi criado para compreender o tridimensional, aquilo que nós vivemos no corpo físico, na matéria palpável, na objetividade... na quântica não existe mais um universo objetivo, tudo é subjetivo, porque nós somos parte do experimento. Existe muita energia no nosso nada; não há mais vazio na natureza: ou há matéria ou energia. O nada é ausência da matéria, mas tudo é criado nesse vácuo absoluto; é nesse local que matéria e anti-matéria se criam, cada partícula com seu par. Na hora em que se juntam essas duas coisas, elas formam a energia original, que deu origem a isso.


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Há cinco mil anos, o hinduísmo mencionava o arquivo akáshico e mundos paralelos, dos quais hoje a física quântica começa a falar; os conhecimentos eram obtidos por "revelação", eles eram revelados aos iniciados. Para ter acesso a um conhecimento, é
 necessário se ter uma noção ética, e um grau de evolução, porque esse tipo de conhecimento só é percebido através de uma frequência sutil e a mente só consegue acessar certos conhecimentos através de um fenômeno chamado ressonância. Só conseguimos chegar numa determinada frequência onde esses conhecimentos estão, se adquirirmos um grau de sutileza tal que é capaz de entrar em harmonia com esse conhecimento, fato que independe de cultura, mas sim de sabedoria.

O conhecimento está todo no Universo, à disposição e o que precisamos fazer é simplesmente aceitá-lo e dar-lhe forma matemática compatível com a realidade em que vivemos. "Eu sou o tudo e o nada", quânticamente sempre vou ser "Eu", metamorfose ambulante. E ainda citando a música, não quero mais ter velhas opiniões formadas sobre tudo, porque eu faço parte do pulsar do Universo e nele posso ser o ilimitado.


Sou uma eterna buscadora ... metamorfose ambulante...senhora de mim. Sem verdades absolutas, pulso com o Universo em busca do inatingível. Sou inimitável e sem limites... quântica.

Claro que como foi escrito há anos atrás, eu desconhecia alguns termos que hoje me são familiares no estudo da Física Quântica. Recomendo a quem se interessar por este estudo a ler os livros publicados pelo Profsor Osny Ramos.

Deixo para quem se interessar, alguns termos para serem pesquisados:
-campo quântico
-campo de Hilbert
-elétron/positron (matéria e antimatéria)
-foton
-colapso de onda

Bjos no Coração
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH/BR0230

A DANÇA CÓSMICA



A Biodança é uma combinação de dança e psicologia. É um sistema de integração afetiva e desenvolvimento humano baseado em “vivências”, ou seja, experiências intensas no “aqui e agora” criadas através de movimentos de dança com músicas selecionadas,  e através de situações de encontro não-verbal dentro de um grupo, centradas no olhar e no toque físico. 
O nome vem do espanhol "biodanza", neologismo do grego bio (vida) mais dança,  literalmente a dança da vida. Foi criada pelo psicólogo e antropólogo chileno Rolando Toro, com o objetivo de humanizar a psiquiatria. Baseado em fundamentos da Biologia, Antropologia e Psicologia, é definida por seu criador como “um sistema de integração afetiva, de renovação orgânica e de reaprendizagem das funções originais da vida” e segundo Toro “…mais que uma ciência, a Biodança é uma poética do encontro humano, uma nova sensibilidade frente à existência.” 
Biodança é uma abordagem terapêutica pedagógica, sem ideologias religiosas, políticas, culturais, mas com um profundo vínculo com todas as ideologias em favor da vida e da liberdade. Ainda que seus efeitos sejam terapêuticos, a biodança não é uma terapia ou uma simples dança; na verdade é um modo de se encarar a vida e um convite para que se crie uma nova maneira de viver, mais alegre, mais harmônica e baseada no som da vida. Ela ativa os potenciais geradores de vida e trabalha as potencialidades humanas – bloqueadas ou adormecidas em cada um, através da gestalt:  Movimento-Música-Vivência. A música induz o movimento deflagrador de vivência integrador; o movimento corporal revela o movimento existencial, conseqüentemente, se mudarmos o movimento do nosso corpo, mudamos o movimento da nossa vida.
A biodança é um sistema que não surgiu com tendências religiosas, mas não se descarta uma abordagem que busque ao sagrado embora considere um absurdo que exista separação entre sagrado e profano. Tudo é sagrado e profano ao mesmo tempo: nossas emoções, nossos corpos, nossas atitudes; é tudo questão de equilíbrio. 
Através do movimento e do contato com outras pessoas, trabalhamos nosso corpo, nossas emoções; o nosso inconsciente é estimulado pelos movimentos do nosso corpo e pela música, possibilitando assim a equilibrarmos o sentir-pensar-agir e facilitando o contato com o divino em nós e com a consciência e desenvolvimento da nossa identidade. A biodança  promove a saúde, a conscientização e a alegria de viver.


O sistema da biodança baseia-se em quatro pilares fundamentais: o princípio biocêntrico (tudo parte da vida e ela é o centro de tudo), a vinculação ecológica (tudo no Universo está ligado e evolui em relação); a ação profilática (deve-se desenvolver a saúde e as formas de relação positivas) e a transformação do estilo de vida, dos valores e das relações.  Para a biodança prioridade na vivência, progressividade, auto-regulação, ações sobre a saúde, criatividade existencial e harmonia são princípios que nos levam a uma integração total com a vida e, portanto, nos trazem prazer e felicidade.

Na biodança existem cinco linhas experienciais para trabalhar as questões da vida com a dança: vitalidade, sexualidade, criatividade, afetividade e transcendência. A vitalidade (fonte e expansão da energia vital profunda e do impulso existencial) é a base da identidade e liga-se ao instinto de conservação, à vontade de viver, à coragem de realizar coisas, à saúde em geral. Sob esse aspecto trabalha-se a vida plena, com toda sua intensidade; fazendo com que sintamos a importância de coisas simples como: respirar, caminhar, interagir com  o mundo e com as pessoas que nos cercam.
A sexualidade (desenvolvimento do contato sensível e progressivo natural) está vinculada ao instinto sexual de preservação da espécie, a nossa capacidade de sentir prazer não só genital, mas prazer em viver e ao contato com nossas necessidades e desejos. Nessa linha é trabalhada a sensualidade que é comum a todos nós, mas que na maioria foi bloqueada em algum momento da vida.
A criatividade (desenvolvimento da capacidade de renovação do ser e de renascimento interior) trabalha a auto-expressão da singularidade de cada pessoa como um ser único, com uma forma própria de pensar-agir- sentir para relacionar-se de maneira livre e autônoma; liga-se ao instinto exploratório e à capacidade de transformar e transformar-se.  Nesse trabalho são realizados exercícios para que as pessoas explorem a sua capacidade criativa e tenham “jogo de cintura” nos acontecimentos do cotidiano.
A afetividade (pesquisa e obtenção da nutrição emocional oriunda da expressão afetiva espontânea, com os outros e por extensão com a natureza) se relaciona à capacidade de amar - a vida, a natureza, a si, as pessoas- de forma diferenciada e de forma geral; trabalha a capacidade de confiar, desapegar, solidarizar, proteger, cuidar... As pessoas aprendem a fazer o bem sem esperar nada em troca.
E a transcendência (evolução e desenvolvimento da consciência como ser interativo na harmonia cósmica), vinculada ao instinto religioso, místico, a nossa necessidade de ligação com o todo; à capacidade de sentir-se ao mesmo tempo em que único e parte de algo maior dentro do universo. Aqui a pessoa passa a entender que faz parte de uma “rede viva” que é o Universo, e que cada atitude sua reflete em todos os seres vivos.
Citando Rolando Toro: “Biodanza é a participação em um novo modo de viver, a partir de intensas vivências pessoais induzidas pela dança". Os exercícios da biodança exigem muito fôlego e assim, permitem que as pessoas percebam seus limites e diferenças. A biodança é praticada em grupo e pode ser vivenciada por qualquer pessoa, pois os exercícios são lúdicos e desenvolvem as potencialidades de cada um. Ela é a dança da vida feita com consciência e amor.
Bjos no Coração
Abraço na Alma
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH/BR0230

WORKSHOP: A DANÇA CÓSMICA
AGENDA ABERTA PARA MARÇO -2020

INFORMAÇÕES:


WHATSSAP: 41 99133-2504

KINTERAPIA@gmail.com



O PRESENTE PRECIOSO


O momento nos pede serenidade...não podemos dar espaço para a dúvida, porque quando vacilamos, dando ouvidos às fantasias do ego, entramos num estado de ânimo descontente e ouvimos: "nada funciona!", permitindo que a vacilação progrida a passos largos sem que percebamos e quando nos damos conta já estamos tomados pela descrença. 

O principal sintoma disso é o empenho em forçar a felicidade ou o sucesso. Quando essa tática falha, então, se finge uma falsa indiferença, que se transforma em desejo de punir aqueles que consideramos responsáveis pelo nosso desapontamento.

A verdadeira alegria ou prazer não são encontrados quando os perseguimos. Precisamos ficar atentos àquelas épocas em que somos seduzidos pela ideia de que, se persistirmos, chegaremos à felicidade. 

Ela virá, sim; mas não porque corremos atrás dela, e sim como resultado natural do processo da vida e de nossas escolhas. 

Devemos ficar abertos e neutros em nossa atitude, sem dar ouvidos às queixas do ego. Aceitar a vida como ela é pede aceitação de cada novo momento, sem resistência. Quando adquirimos essa postura, a felicidade chegou.

Gente linda e maravilhosa!
Estou no mais sublime tempo da minha Vida, o PRESENTE e recordando o título de um livro de um maravilhoso psicanalista, plageio: O Presente é Precioso. 

Bjos no Coração

Abraço na Alma 
Namastê!

Saviitri Ananda - CRTH0230
KIN 66

                                              

                                                           Vale a pena ler ou reler:
O Presente PreciosoCom uma linguagem simples, mas carregada de uma mensagem de otimismo, alegria e esperança, Spencer Johnson mostra que, mesmo nas horas mais difíceis, é possível encontrar a felicidade mais perto do que se imagina - dentro de nós. O Presente Precioso é uma metáfora da trajetória do próprio autor - um homem triste durante anos, mas que descobriu a chave para a verdadeira alegria de viver. Um segredo que ele compartilha conosco numa obra tão bela quanto inspiradora. 

ENERGIA PARA A CONCRETIZAÇÃO

                       
A energia que está chegando nos traz uma força que une o movimento e a medida, trazendo a capacidade de acessarmos outras dimensões e emitirmos muita Luz. Temos toda a energia necessária para assumirmos a liderança, a capacidade de realizar nossos sonhos e nos tornarmos capazes. Devemos acreditar em nós mesmos e em nossos sonhos e visões. Devemos estar atentos para as orientações que vem do nosso Eu Interior, de modo que possamos vencer as tentações e a ilusão da matéria, não nos deixando escravizar por ela.


Procure anotar seus sonhos, por mais incríveis que tenham sido, porque eles vão te trazer muitas memórias de outras encarnações à serviço da Luz. Fique atento aos sinais. Seja tudo aquilo que você é e tenha compaixão pelos outros. Não se importe com o que os outros pensam de você. Use o poder da mente para criar, inspirado pelo compromisso com sua visão, confiando em sua conexão com a Mente Planetária. É uma etapa de integração e fusão entre movimento e medida e a nossa criatividade e nos concede um impulso para nos movermos para a frente e atingir a fase seguinte com o carisma e poder de liderança cooperativa que nos confere a sintonia com o Plano Cósmico.


É uma fase onde somos liderados pelo melhor que existe em nós e podemos nos doar para o bem da coletividade; uma fase onde se reúnem os recursos que possibilitarão concretizar nossos projetos. Devemos estar abertos ao Universo, receber esse Poder e tomar o comando. Vamos potencializar o contato, irradiar a partir do nosso Eu Sou e expandir nossa própria essência e energia para que possa ser percebida de longe.

Temos apenas o momento de agora. O Ontem nos ensinou e o Amanhã pode não existir. Por isso faça o bem sem olhar a quem e, principalmente, à você mesmo.

Bjos no Coração
Abraço na Alma
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH/BR0230

sexta-feira, janeiro 17, 2020

AUTOCONHECIMENTO E MUDANÇA



A energia para as próximas semanas favorece a nossa reflexão sobre atos e crenças e também provoca a mudança de hábitos arraigados. É necessário que nos conscientizemos que nunca estamos à mercê dos acontecimentos, sejam eles físicos ou psicológicos. 

É apenas quando passamos a compreender essa questão e nos conscientizarmos da imensa capacidade que o nosso cérebro tem para armazenar uma diversidade de crenças conclusivas associadas às suas experiências, que constataremos a infinidade das escolhas que temos. No entanto, se insistirmos em ficarmos presos aos nossos condicionamentos e crenças limitadoras, ficaremos presos a ações predeterminadas e ao bloqueio de novas soluções.

Cada um de nós deve aprender com os erros do passado. Se insistirmos na “não-mudança” iremos, com toda a certeza, repeti-los até que entendamos como funciona o processo. Precisamos nos libertar dos velhos padrões, vencermos as situações de dualidade criadas num tempo linear, evoluir para retornar à casa do Pai. Somos responsáveis por nossas ações e crenças, porque elas fazem parte de uma ressonância que atinge a todos. 


A dificuldade que a maioria das pessoas tem de aceitar a responsabilidade pelo seu próprio comportamento está no desejo de evitar a dor e a culpa das conseqüências das ações que dele resultam. É um aprendizado difícil admitir que erramos, “... mas em circunstâncias menos óbvias de falta de abundância e relacionamentos indesejáveis, você deve não só mudar a natureza dos seus pensamentos conscientes, mas também a crença nessas próprias expectativas… e agir de acordo com essas crenças”. 



Necessitamos nos desvencilhar de velhos hábitos, assimilar novos conceitos, aceitar as mudanças da Nova Era; o novo mundo exige novos comportamentos e eles dependem das nossas auto-reflexões, do nosso autoconhecimento.

Ainda estamos sob o julgo de um sistema capitalista que nos sufoca, todavia podemos mudar nossas percepções de mundo, através do conhecimento do poder que temos como seres divinos. Mudar para regenerar. A degeneração das estruturas só acontece se insistimos em permanecer estáticos frente as nossas constatações. Autoconhecimento gera vida nova e vida nova produz bem estar e abundância.

Bjos no Coração
Abraço na Alma
Namastê!


Saviitri Ananda - CRTH/BR0230

Faça seu mapa pessoal baseado no seu Kin. Aprenda a respeitar o Tempo Natural e a tomar conhecimento de sua divindade e poder de criar sua realidade.
"Somos a nossa escolha".  (Sartre)



quarta-feira, janeiro 15, 2020

REFLEXO DA LUZ DIVINA


Entramos num período propício a se buscar purificar as emoções desarmônicas. Na realidade é um período para pensarmos em nós mesmos como um reflexo da luz divina, onde tem lugar a harmonia, a modelação de instintos negativos pela definição de cada um, e, um ser consciente do que lhe acontece e purificado de emoções negativas, está pronto para se auto-iluminar e brilhar, como uma estrela a mais no planeta Terra.

Conscientes de quem somos e de para onde devemos ir, vamos compartilhar com os outros nossas deduções e experiências positivas para ajudar outros a se purificarem, também. Pois, somos tão somente uma rede de filamentos energéticos, expandindo a luz que purifica todo o planeta.

Muitas pessoas, artistas, poetas, filósofos e seres iluminados, têm dito que “O Amor é a Resposta”. Porém dizer é muito diferente de fazer acontecer. Quando se fala de amor, não se está falando de um sentimento egoísta e co-dependente, que se nutre por outra pessoa, mas de um sentimento puro, livre de co-dependência e sagrado. Um sentimento incondicional, não submisso, mas consciente de seu lugar no planeta. É olhar para cada lugar, ver cada ser, de qualquer reino e sentir o sagrado que é, o divino que é e ser inundado por um sentimento tão grande que desconhece esse tempo e espaço tridimensional. 

Foi este sentimento que fez os Maias nos deixarem formas para abrir nossos caminhos, para o despertar de uma nova consciência e, palavras sagradas como “In Lak’ech!”, que quer dizer “eu sou o outro você”.

Hoje é dia de Espelho, harmonize-se com seu ser interior e se deixe inspirar pela percepção. Na vida, qualquer coisa só pode florescer quando se dedica um pouco de concentração e se tem a certeza de sua própria realização. 

Procure se entregar e se integrar à beleza. Perceba isso em cada instante, em cada detalhe, em cada ação. Tudo neste planeta gira na mais perfeita harmonia, apenas nos esquecemos de observar isso, por se estar muito preocupado com o ambiente tridimensional imediato. 

Observe a Mãe Natureza, cada estrela, cada flor, árvore, pássaro e cada ser; a harmonia da frequência da luz, que nos permite ver a cor. E então, preencha a sua vida com a harmonia, qualquer coisa que não compartilhe a harmonia, não vale a pena e acima de tudo, seja amoroso na forma de falar e tratar os seres, seja lá quem for, da pedra ao animal, à planta, ao humano.

Bjos no Coração

abraço na Alma
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH/BR0230

terça-feira, janeiro 14, 2020

VAMOS BEIJAR?


O beijo por si só é uma arte e o Kama sutra reconhece seu poder Quem disse que "um beijo é só um beijo" certamente não foi beijado com um daqueles de tirar o fôlego. Um beijo pode ser sexy, doce, lento, rápido, suave, simples, quente. O vocabulário é pouco para dizer tudo o que os lábios podem transmitir.

O beijo por si só é uma arte e o Kama Sutra reconhece seu poder para expressar sentimentos, emoções e paixões. Por isso, no livro há descrição com detalhes dos beijos e ocasiões em que cada um dos tipos de beijo devem ser usados.

O ato de beijar combina três sentidos: o paladar, o tato e o olfato. Se cada sentido, separadamente, é capaz de produzir uma forte reação emocional, os três juntos podem transportar a pessoa para o "sétimo céu".

Os beijos podem ir desde um contato fugaz, como um atrito inesperado, até uma fusão de dois corpos por meio dos lábios. Nos dois extremos, existem numerosas variações, ainda que muitas pessoas descuidem desta habilidade que, como todas, está sujeita às leis de aprendizagem: constância, criatividade e paciência.

Segundo o Kama Sutra, os 30 tipos de beijos são:

1. Beijo de lado
Quando as cabeças das duas pessoas se inclinam em direções opostas e o beijo é produzido nessa postura.
Essa é uma das formas mais comuns de se beijar e a preferida dos filmes. As cabeças inclinadas permitem um melhor contato dos lábios e uma penetração profunda da língua. É um modo excelente de começar um encontro amoroso apaixonado e também um modo de estimular a paixão entre o casal.

2. Beijo inclinado
Quando um dos dois coloca a cabeça para trás e a outra pessoa, que a segura pelo queixo, a beija. A doçura e o afeto são as emoções principais que são transmitidas com esse beijo. Um beijo desse tipo é apropriado para as preliminares, quando se prefere fazer sexo com lentidão e de frente.

3. Beijo direto
Quando os lábios dos dois se unem diretamente e se chupam como se fossem uma fruta madura. É um tipo de beijo em que o importante é que além de serem chupados, os lábios sejam mordiscados e levemente acariciados com a língua. É um beijo tranqüilo e demorado, que pode expressar uma forte paixão e que excita muitas pessoas mais do que o beijo de língua.

4. Beijo pressão
Os lábios se pressionam fortemente com a boca fechada. É um beijo para iniciar a relação ou para terminá-la, não convém mantê-lo por muito tempo. Os dentes se cravam na parte interior dos lábios e pode sair sangue.

5. Beijo superior
Quando um dos dois pega o lábio superior com seus dentes e o outro devolve o "carinho" beijando-lhe o lábio inferior. Na descrição deste beijo fala-se que uma pessoa do casal deve tomar a iniciativa e o outro se limita a correspondê-la. Uma possível razão para isso é que o Kama Sutra foi escrito para homens ativos e mulheres passivas. Mas, nos casais atuais, cada um deve ser o mais criativo possível e deixar que a imaginação se expresse como ela é, e não se limite a responder a iniciativa do outro.

6. Beijo broche
Quando um dos dois se prende aos lábios de seu amante, isso é chamado de beijo broche. E se o que realiza o beijo toca seus dentes, a gengiva ou o céu da boca com a língua, esse beijo chama-se "luta de língua".

7. Beijo palpitante
Quando um dos dois deposita sobre os lábios milhares de beijos bem pequenos percorrendo toda a boca e as comissuras (junção dos lábios).

8. Beijo contato
Quando se toca ligeiramente com a língua a boca do outro e faz apenas contato com os lábios.

9. Beijo para acender a chama
É o beijo na comissura (junção) dos lábios que costuma ser dado no meio da noite para incendiar a paixão.

10. Beijo para distrair
O beijo ideal para quando vocês estiverem assistindo a algo na televisão e a pessoa quer chamar a atenção do parceiro com seus beijos. Para começar, lembre-se de que nem todos os beijos precisam ser na boca. Segundo o Kama Sutra, outros lugares recomendados para iniciar a "batalha" são: a testa, os olhos, as bochechas, o peito, os seios, a zona abaixo da boca, a cabeça, a nuca e o pescoço junto com a clavícula.

11. Beijo nominal
Quando um dos dois se limita a tocar a boca do outro, depois de beijá-la, com os dedos.

12. Beijo com os cílios
Quando se percorre os lábios ou o rosto do outro e se acariciam os cílios com beijos.

13. Beijo com um dedo
Quando o amante percorre a boca da amada por dentro e por fora com um dedo.

14. Beijo com dois dedos
Quando o amante fecha dois dedos, molha-os ligeiramente nos lábios da amada e faz uma pressão sobre sua boca.

15. Beijo que desperta
O beijo que se dá nas têmporas, próximo da raiz do cabelo, quando o outro está dormindo, para despertá-lo com suavidade.

16. Beijo que demonstra
Costumam ser dados à noite e em lugares públicos. Um dos dois se aproxima do outro e o beija suavemente na mão ou no pescoço.

17. Beijo da lembrança
É dado quando os amantes estão descansando após a satisfação sexual e um dos dois coloca a cabeça sobre a coxa do outro e deixa-a cair, como se estivesse com sono, beijando-lhe na coxa ou nos dedos do pé.

18. Beijo transferido
Esse beijo ocorre quando o amante, na presença da amada, beija alguém que esteja próximo dele no rosto, ou mesmo alguma foto ou qualquer outra coisa, olhando para ela como se o beijo fosse para a parceira.

19. Beijo choroso
É produzido quando um dos dois sente tanta falta do outro, que na ausência do outro beija seu retrato.

20. Beijo viajante
Ainda que pareça que os beijos sempre costumam se centralizar na boca, colocar os lábios em outras partes do corpo é uma forma de excitação garantida.

21. Beijo no peito
Os beijos mais efetivos nos seios são os que se aplicam primeiro com os lábios, suavemente e com um pouco de saliva. Depois, intensifica-se a pressão e, se a parceira o deseja e gosta desse tipo de beijo, pode-se pegar os seios com os dentes e pressionar ligeiramente. Algumas pessoas preferem sentir um pouco de dor nos seios quando estão prestes a ter um orgasmo.

22. Beijo sem pressa
A chave é prestar total atenção no corpo do outro. Quanto mais controle você tiver e mais se concentrar em acariciar e beijar cada canto do corpo, mais intensa será a sensação de prazer para ambos.

Onde há amor, há dor
Segundo a tradição erótica da Índia, a mordida é um elemento muito importante e o Kama Sutra dá uma boa lista de mordidas com toda riqueza de detalhes.

As mordidas costumam ser dadas em quase todas as partes do corpo e vão desde a mordida brincalhona, mais provocadora que erótica, até o forte apertão com os dentes que costuma ser dado no calor da paixão e faz com que os orgasmos sejam mais duradouros. No entanto, muitos costumam evitar este último tipo de mordida, porque é difícil de controlar e costuma deixar marcas muito evidentes. Também porque durante o orgasmo as mandíbulas podem sofrer um espasmo e fechar com força, o que pode ocasionar feridas.

As mordidas recomendadas pelo Kama Sutra são:

23. Mordida de Javali
O rastro que deixa na pele são como filas indianas, muito próximas umas das outras e com intervalos vermelhos como as pegadas que costumam ser deixadas pelos javalis no barro. É uma mordida que costuma ser feita no ombro.

24. A nuvem quebrada
Consiste em levantamentos desiguais da pele em círculo, produzidos pelos espaços que há entre os dentes. O Kama Sutra especifica que este tipo de mordida deve ser feita no peito.

25. Mordida escondida
É a mordida que só deixa uma intensa marca vermelha e que deve ser dada no lábio inferior.

26. Mordida clássica
Quando se pega com os dentes uma grande quantidade de pele.

27. O ponto
Quando se pega com os dentes uma pequena quantidade de pele de tal maneira que só fique uma marca como um ponto vermelho.

28. A linha dos pontos
Quando essa pequena porção de pele é mordida com todos os dentes e todos eles deixam sua marca. Deve ser dada na testa ou na coxa.

29. O coral e a jóia
É a mordida que resulta da junção dos dentes e dos lábios. Os lábios são o coral e os dentes são a jóia.

30. A linha de jóias
Quando se dá uma mordida com todos os dentes.

Bem, agora que você conhece muitos tipos de beijos CORRE!!!!!! Vamos treinar todos e beijar muitoooo... Porque o beijo alegra corações, desperta almas e estimula corpos.

Beije...beije...beije!!!!!!!!!
Bjos no Coração
Namastê!
Saviitri Ananda

Saviitri Ananda

Minha foto
Itapoá, Santa Catarina, Brazil
Sou ENLAÇADOR DE MUNDOS MAGNÉTICO. Uma eterna buscadora... metamorfose ambulante...senhora de mim. Depois de me conhecer, nada será como antes porque sou a Morte e o Renascimento. Sem verdades absolutas, pulso com o Universo, buscando construir pontes entre os Mundos. Inimitável e sem limites... quântica. Me reconstruo a cada dia, sou mudança, transformação, sincronia. Funciono como equalizador, restaurando o equilíbrio através da Luz, da qual sou canal. O meu grande "tesouro" é a sabedoria, a arte de enlaçar mundos, destruir ilusões e libertar do medo todo aquele que se dispõe a escutar o que eu revelo.Transmutar, transpor, renascer são os meus verbos. In Lak'esh