terça-feira, abril 22, 2025

TEMPO DE SER FELIZ


Estamos vivendo um novo ciclo, um tempo novo e repleto de mudanças que exigem adaptações e por isso devemos estar aptos a nos amar e aprovar a nós mesmos exatamente como somos; saber que temos a aspiração e inspiração que anima um projeto de vida que nos leva ao “Divino”. 

Na nossa existência aqui na Mãe Terra, nosso maior desafio é evoluir, aprendendo a praticar o Amor Incondicional. Mestre Sananda nos deixou muitos exemplos de como a chama do Amor pode trepidar em nossas vidas: “Ama ao próximo como a ti mesmo”, essa é a lição que devemos praticar, porque se a aprendermos, nos aceitando tal qual somos, saberemos amar indistintamente qualquer ser vivo. 

O “Amor é o Caminho”, é esse sentimento magnânimo que nos permite desenvolver a consciência da importância do auto-amor e do autovalor na redescoberta de si mesmo. Amar a si mesmo é a maior prova de Amor que podemos ter, é aceitar o nosso “Eu Sou”, é trilhar o nosso plano divino de evolução. Estamos aqui numa escola, para aprender, crescer e evoluir no nosso plano de vida e enfrentarmos o desafio da nossa transformação pessoal.
                                                                                                                                      
                                                  Resultado de imagem para optica e tempo

Na óptica da grande maioria das pessoas, já está muito claro que estamos numa grande escola onde todos os esforços devem ser dirigidos à questões relacionadas com o conhecer a si mesmo e aos outros; absorver cada momento como se fosse sagrado, e fazer do tempo aliado e passaporte para dimensões e portais que já se tornaram quase esquecidos. 

Somos energia amorosa que vibra numa frequência alta e interminável, mas insistimos numa percepção errônea do tempo e lançamos um olhar desprevenido para o que vivemos, assumindo atitudes, muitas vezes, egocêntricas, individualistas e narcisistas. Todavia temos em nós o impulso do “Amor Dvino”, algo que sustenta o nosso crescimento pessoal, e nos ajuda a desenvolver a nossa personalidade amorosa e a nossa espiritualidade latente.

Pelo Calendário Maia, ou Tzolkin, a contagem do tempo baseia-se em 13 ciclos lunares de 28 dias por ano solar, perfazendo um total de 364 dias, complementado por mais um, chamado de “Dia Fora do Tempo" (25/7). Não pensem que eu sou uma fanática seguidora do Tzolkin, na verdade sou completamente contra os fanatismos ou radicalismos sejam eles quais forem. 
Todavia, como terapeuta e com algum conhecimento sobre mim mesma, percebi que as informações que o Tzolkin proporciona, ocasiona uma ressonância que por si e em sintonia com formas de pensamento similares, proporcionam a reorganização da nossa energia interior de forma a sintonizar-nos cada vez mais e com maior freqüência ao tempo natural. Ao perceber isso, passei a estudar o Tzolkin, primeiro com um olhar matemático, depois sob os conceitos da quântica e hoje posso senti-lo como um dos caminhos que nos facilita sair de um mundo extremamente materialista, para uma realidade de Amor, Paz e Arte.


Os Maias já conheciam o “Tempo de Ser Feliz” e adotavam os ciclos lunares como uma grande oportunidade de reciclar, recomeçar, recarregar as energias a cada mudança de lua. Somos afetados pela energia lunar, tanto quanto pela energia solar e cada período lunar nos favorece no sentido de ações coordenadas para nos libertar do que já não é mais precisamos, de agradecer por tudo que foi recebido no período anterior em todos os aspectos, agradecendo inclusive os momentos aparentemente ruins ou dramáticos, pois terão sido importantes aspectos do nosso processo de aprendizagem e evolução como seres humanos. 
Deste modo, acredito que podemos nos mirar nesse exemplo e aproveitar o início deste ciclo para fazer o mesmo e praticar um “tempo” que traga mais paz, arte, cooperação entre povos, amor incondicional e um esforço no sentido de uma alteração profunda, que faça com que nós possamos entrar numa frequência, lugar e hora certa; encontrando pessoas certas e fazendo o que aqui na Mãe Terra, o que viemos fazer.


Entramos vivenciando um Grande Ciclo, é tempo de convergências, de destituição de percepções falhas. O tempo começou a sofrer alterações reveladoras de verdades que a história humana foi distorcendo; e agora estamos nos conscientizando destas distorções que mostravam um tempo dividido e fracionado (12:60) em função a interesses sócio-políticos e econômicos. Agora estamos nos conscientizando do nosso verdadeiro tempo biológico; um tempo que respeita a vibração e a freqüência dois ciclos da natureza (13:20). 
Vivemos o tempo de otimizar energias de autogerarão, para que aprendamos a “trabalhar” com nossos impulsos e força, catalisando o “divino” que existe em todos; vivemos o despertar da consciência para realidades fora do limite do nosso anterior estado e uma vez acionadas novas linhas de pensamentos, crenças, afirmações, a nossa mente encarrega-se de fazer chegar até nós tudo o que necessitamos para manifestar e criar uma nova realidade em função da nossa nova forma de pensar. Se mudarmos a nossa postura e deixarmos de racionalizar para sentir, que a vida vai fluir em nossa direção, vamos perceber uma série de sincronicidades que melhorarão a nossa percepção e nos trarão verdadeiros conhecimentos.

Vamos comemorar o “Tempo de Ser Feliz” e procurar entrar nesse tempo da maneira mais consciente possível, pois é a nova consciência nos impulsiona ao encontro dessa Grande Família de Guerreiros, Guerreiros da Luz... pessoas que como eu, você, eles sabem que é notório ingressar no Tempo Arte e dar continuidade ao Amor, à Alegria e a Paz verdadeira. 
A celebração do Novo Tempo deve existir sempre, seja com ou sem ritual, mas precisamos deixar o conceito de que tempo é dinheiro e aceitar que o tempo é arte; o tempo é vida, não pode ser medido por pacotes ou interesses. Podemos perceber o verdadeiro tempo pelos ciclos da natureza e pelo nosso coração. Quando entramos no verdadeiro tempo e nos livramos do “Véu de Maia”, percebemos sincronicidades que só nos trazem amor e alegria (lugares, pessoas, acontecimentos... todos certos, na hora certa) e nos damos conta também de nossos vícios e automatismos.


Então, o que desejo hoje é um Feliz Tempo de Ser Feliz! Um tempo que vai fluir com a vida, com o Universo, com as nossas escolhas; um tempo onde as coisas vão se tornar mais fáceis se aprendermos a perceber o que agora é imperceptível. Devemos erguer nosso olhar, fitarmos o horizonte e ver para todos os Guerreiros da Luz, a oportunidade de meditar, reciclar, contemplar, recarregar energias para recomeçar um novo ciclo de amor, trabalho e de novas aprendizagens. 



Devemos nos agregar a esse Todo, permitir o Tempo de Ser Feliz, de viver a individualidade, mas e, principalmente, aprofundar a compaixão. Lembrar que somos uma imensa teia e que a tomada de consciência de cada um pode contaminar o outro. “Somos Filhos do Universo, irmãos das estrelas e Árvores” e merecemos estar onde estamos, temos algo a fazer aqui; mas não precisamos sofrer, chorar... tudo pode ser feito com Amor, Alegria, Compaixão, Paz... Como diz um grande amigo meu “O Amor é o Caminho”, mas esse caminho começa com o amor a nós mesmos. Quem não se ama, não vai amar o outro. Somos filho muito amados, temos a energia divina em nós. Basta acreditar, basta praticar...e o “Tempo de Ser Feliz” é AGORA. 

Bjos no Coração
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH/BR0230

IXCHEL - A GRANDE MÃE MAIA



Os Maias formaram uma civilização pré-colombiana muito importante que se destacou por ter um sistema de escrita, único nas Américas. Uma cultura muito avançada que possuía um idioma falado no mesmo grau que o escrito, uma arquitetura fantástica que utilizava de técnicas que até hoje são desconhecidas, sistemas matemáticos e astronômicos de alta precisão e uma paixão pela arte. Os Maias tinham um alto grau de interação e difusão cultural na região que hoje é ocupada pelo México, Honduras, Guatemala, El Salvador. Dos povos pré-colombianos foram os que atingiram maiores avanços ( escrita, epigrafia, arquitetura, calendário). Ao contrário de outras civilizações, os Maias nunca desapareceram e ainda hoje Maias e seus descendentes formam  populações consideráveis nas áreas citadas e mantém um conjunto muito distinto de tradições e crenças que ainda são transmitidas na língua “achi”.


Os Maias associam os eventos humanos com as fases da Lua. A principal divindade Maia é Itzama, a manifestação visível de Kinich Ahau (Rosto do Sol), uma divindade multi-talentosa e multifuncional; ele é o deus, marido da deusa Lua Ixchel e patrono da realeza. Itzamna amava o seu povo e concedeu-lhe a dádiva dos livros, escrita, calendários e remédios. As lendas mitológicas contam que o deus Itzama criou o mundo e se casou com a deusa da Lua (fertilidade, gravidez, cura, tecelagem) procriando os deuses Yun Kaax (deus do milho), Ek Chuah ( deus das estrelas); suas filhas foram as deusas das águas, da noite e do paraíso.


Ixchel é a deusa, a “tecelã da teia da vida”, a "Senhora do Arco-íris"; incorpora a mulher amorosa e guerreira. É a Grande-Mãe maia e encera em si as qualidades de seu marido Kinich Ahau, que se confundia com Itzama, o Céu propriamente dito, pois era a sua manifestação diurna, por oposição a sua imagem noturna. Ele era representado sob os traços de um velho sábio e ela como uma anciã derramando um jarro cheio de água sobre a terra e, também, como uma anciã tecendo em um tear de cintura. Seu templo se localiza na ilha de Cozumel ( antiga Ecab) e até hoje é um lugar de peregrinação onde as mulheres jovens vão pedir em suas gestações para procriarem filhos saudáveis, progredirem no campo profissional e obterem cura em todas as áreas. Ela ajuda a assegurar a fertilidade pelo fato de segurar o vaso do útero de cabeça para baixo, de modo que as águas da criação possam estar sempre jorrando. Ixchel também é Deusa da Lua, da tecelagem, da magia, da saúde, da cura, da sexualidade, da água e do parto.  


Ixchel é a Grande Mãe maia da Vida e da Morte; derrama as águas da vida do seu jarro de ventre sobre todos nós e é a dona dos ossos e das almas dos mortos. Sua festa é realizada em 1 de novembro, Dia dos Mortos e seu animal especial é a libélula (dizem que quando ela quase foi morta pelo avô por tornar-se amante do Sol, a libélula cantou sobre ela até que se recuperasse). Assim, tanto como provedora da vida e da fertilidade era também, controladora dos poderes destrutivos da natureza, portanto, Deusa da Morte. Para a nossa mentalidade ocidental é muito difícil conceber um deus que seja ao mesmo tempo gentil e cruel, criador e destruidor; todavia para os adoradores de Ixchel não há contradição, pois ela vive em fases, manifestando em cada uma delas suas qualidades peculiares. Na fase do mundo superior, correspondente à lua brilhante, ela é boa e gentil e na fase que correspondente a lua escura, ela é cruel, destrutiva e má.

Jung demonstrou em seus estudos que nós possuímos “anima” (princípios femininos) e “animus” (princípios masculinos) dentro de nossos psiques e que os deuses são forças que funcionam separadamente da nossa vontade consciente e cuja ordem precisamos nos curvar. Apresenta-se coroada com serpentes, carregando objetos de rituais tais como, o espelho e plantas sagradas. Ixchel se apresenta como o arquétipo que contém os aspectos mais significativos da vida de uma mulher: a Grande Mãe, a Senhora da Terra, que em suas representações das fases da Lua abrange tanto os aspectos femininos como os masculinos. É uma deusa em perfeito estado de integração, atravessando através de sua representação de deusa tríplice ( a mulher jovem, madura e sábia anciã). Como jovem integra componentes e atributos que remetem ao início da vida, assume o arquétipo do casamento ao ser uma esposa, companheira do Deus sol, exercendo o poder para conseguir a abundância por intermédio da união sagrada; como anciã sábia  é reconhecida como grande e poderosa “Dama Velha’, sua experiência leva-a a saber tecer da melhor maneira e reconhecer o momento propício para esvaziar seu jarro cheio de água sobre a terra.


Sabemos que desde sempre e por toda parte, os homens têm concebido uma Grande Mãe que zela pela humanidade lá do céu; este é um conceito encontrado em praticamente toda a religião e mitologia. Esta Deusa detêm os mistérios da vida e da sexualidade feminina. Ela é Deusa do amor, mas não do casamento; é a protetora das mulheres e das crianças. O leite nutritivo flui dos seus seios e o sangue sagrado da vida flui do seu útero. Os maias elegeram Ixchel como sua poderosa Grande Mãe e os mitos da Deusa Lua e suas características protegem uma verdade que nada mais é do que a realidade subjetiva interior da psicologia feminina. Através de todos os tempos, a Lua sempre representou a imagem do princípio feminino. E como demonstrou Jung, anima como princípio é uma função tanto do homem quanto da mulher.  Mas para as mulheres fica muito evidente a influência da Lua porque pela vida cíclica; assim, no curso de um ciclo completo que corresponde à revolução lunar, a energia física, sexual, emocional da mulher cresce, brilha totalmente e míngua outra vez. Essas mudanças as afetam toda a nossa vida e se quisermos viver bem, precisamos seguir o ritmo de nossa própria natureza, submetendo-nos à energia da Mãe-Lua que mergulha no tempo e nos traz das estrelas a energia sagrada feminina.


A Lua tem uma energia muito peculiar, faz as sementes germinarem e as plantas crescerem, mas seu poder não termina aqui, pois sem sua ajuda os animais não poderiam gerar filhotes e as mulheres não poderiam ter filhos. Para os Maias, que viviam em pequenas tribos e dependiam do seu contingente humano,  Ixchel era a Grande Mãe, porque dela dependia não só os nascimentos, como também o suprimento de alimentos. Ixchel é a árvore da vida, provedora da fertilidade que garante a continuidade da vida, tanto animal quanto vegetal e humana; ela carrega o coelho como símbolo da fertilidade e abundância.


Ixchel, representa a mulher de verdade; aquela que é poderosa, que respeita sua feminilidade, que tece a “teia da vida”, que usa tanto sua sensibilidade como sua força, que é criativa, que é ousada, que sabe como prover sua própria cura. Através do encontro com Ixchel nos abrimos para a beleza e a magia da Grande-Mãe e tomadas por sua energia poderemos compreender todas as nossas oscilações e mudanças pelas quais passamos. A força da Lua é o alimento que nutrirá nossa Deusa, aquela que nos faz curandeiras, nos concede o dom de nutrir, de prover; também nos faz sensuais, faz com que externemos nossa beleza, nossa sexualidade. A Lua cheia dá a chave do mistério, abre as portas do sagrado e nos coloca em conexão com o divino e através dessa conexão, encontramos maneiras de superarmos nossos medos e nos relacionaremos melhor com o mundo como um todo.


Bjos no Coração
Abraço na Alma
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH/BR0230

terça-feira, abril 01, 2025

KIN 9 - LUA SOLAR

                                             
A energia de Muluc, a Lua Vermelha é uma energia de purificação; é como um portal, que nos convida ao encontro do melhor de nós. Esta energia do Kin de hoje, nos traz a capacidade de limpar nossas toxinas, de nos livrar das nossas visões distorcidas e falsidades, de tudo o que já não nos serve. Muluc é a semente cósmica da consciência alerta e devemos consumir esta semente e deixá-la florescer dentro de nós, nesta jornada da auto-recordação. É importante nos trabalharmos com a energia da Lua com atenção e consciência, para que um estado de mente alerta floresça dentro de nós, nos dando um acesso ao nosso Eu Sou e a percepção de unidade com o Todo. A Lua também representa uma estação de transmissão, nos tornando ao mesmo tempo, portais e receptores da consciência cósmica. Lembremos que uma das forças mais poderosas de purificação é a gratidão pela experiência de sermos humanos, de reconhecermos o valor de nossas vidas, das nossas experiências, do fato que, embora estejamos sempre a aprender, já somos perfeitos em essência. A Lua nos traz o poder da Água Universal e nos convida à nossa fluidez, adaptabilidade e resiliência; seu fluxo nos lembra da lei da impermanência, que declara a mudança como algo constante durante a vida num processo contínuo de renovação e desprendimento, seguindo os ciclos e ritmos da natureza. Se somos resistentes ao fluxo da vida, podemos nos deparar com problemas desnecessários, ou deixar passar boas oportunidades.  assarem desapercebidas. A Lua Vermelha pulsando no tom Solar nos desafia a domar a energia da informação e direcioná-la para ampliar a nossa comunicação, tanto a recepção quanto a transmissão, unindo a energia mental, emocional e espiritual. Vamos exercitar a nossa habilidade natural de telepatia, que requer clareza e conexão e pulsar com todos os nossos corpos numa onda harmônica e estável de energia, transmitindo nossas verdades sem medo.



                  
               

                     

                                  

Kin 9, Lua Solar Vermelha

Purificar, Realizando o Fluxo com o poder da Água Universal
O Tom Solar (BOLON) pulsa o poder da intenção. Aqui desperto para a realização da mente, a qual precede o meu mundo físico. Entendo que a informação é eternamente enviada e recebida pelos meus circuitos biofísicos a todo momento, mesmo que não esteja ciente disso. As coisas em que foco a minha atenção crescem sempre mais fortes na minha vida. O tom Solar desafia-me a domar a energia da informação, direccionando-a. Pulsar é uma forma de amplificar ou comunicar unindo a energia mental, emocional e espiritual. Exercito a minha habilidade natural de telepatia. Ela requer clareza e conexão, assim como o pulsar do meu corpo, requer uma onda estável de energia. Realizo a minha capacidade de transmitir as minhas verdades.
O símbolo da Lua Vermelha (MULUC) é como um portal, que me convida a encontrar-me novamente dentro da minha pureza, limpar-me de toxinas, distorções, falsidades e energias que não me servem mais. Uma das forças mais poderosas de purificação é a gratidão pela experiência como ser humano, reconhecer que estou sempre a aprender e que, ainda assim, em essência, já sou perfeito. O poder da Água Universal convida-me a convocar a minha fluidez, adaptabilidade e resiliência. O Fluxo lembra-me da lei da impermanência, que declara a mudança como algo constante durante a vida. Num processo contínuo de renovação e desprendimento, acompanho os ciclos e ritmos da natureza. Se sou resistente ao fluxo da vida, posso deparar-me com problemas desnecessários, ou deixar oportunidades passarem desapercebidas. A água é o componente mais abundante do planeta Terra e do corpo humano. A Lua Vermelha hidrata as minhas células, banha o meu corpo, chora as minhas lágrimas, reivindica a santidade. Acompanho o fluxo da minha alma e celebro as mais incríveis e variadas manifestações da água, da luz do luar, dos oceanos, nuvens e tempestades. Agradeço este recurso precioso. A Lua Vermelha é a semente cósmica da consciência alerta. Consumo esta semente como uma fruta e deixo-a florescer dentro de mim. Estou na jornada da auto-recordação, e se trabalhar com a energia da Lua com atenção e consciência, um estado de mente alerta floresce naturalmente dentro de mim. Auto-recordação significa ter acesso directo à minha presença expandida através de uma intrínseca percepção de unidade; é o reconhecimento de um padrão em grande escala e da minha conexão com ele, geralmente facilitada através dos sonhos e da arte. A Lua também representa um portal ou uma estação de transmissão. Quando me abro para a auto-recordação, torno-me num portal e num receptor da consciência cósmica. Esta comunicação cria a abertura gradual do terceiro olho. Conforme o terceiro olho abre e a minha comunicação torna-se mais refinada, percebo mais sinais a virem até mim. A energia da Lua é de forte receptividade e sensibilidade do mundo exterior. Estou aberto aos ensinamentos vindos do mundo e das outras pessoas. Cerco-me de beleza e positividade, pois estou a receber e a transmitir energias inconscientemente, a todo momento. Purifico-me e limpo-me de elementos e pensamentos tóxicos.
A intenção é o combustível que motiva e cria todas as manifestações. Desenvolvo a força das minhas intenções, pois o único bloqueio à manifestação é não ter uma intenção clara, não ter desejos claros. Sou claro a respeito de onde venho e para onde vou, depois ajo de modo a chegar lá, com as minhas intenções como guias. Determino coisas específicas que posso fazer para realizar as intenções do meu eu místico.

“Sou um farol no rio do esquecimento e comando minha emoção.”

Kin 9, Lua Solar Vermelha

Eu pulso com o fim de purificar
Realizando o fluxo
Selo o processo da Água universal
Com o tom solar da intenção
Eu sou guiado pelo poder da força vital

TOM 09: Solar (BOLON) – Como concretizar o propósito?
PODER – Pulsa | AÇÃO – Realiza | ESSÊNCIA – Intenção
SELO 09: Lua Vermelha (MULUC)
PODER – Água Universal |AÇÃO – Purificar |ESSÊNCIA – Fluxo


Saviitri Ananda

Minha foto
Itapoá, Santa Catarina, Brazil
Sou ENLAÇADOR DE MUNDOS MAGNÉTICO. Uma eterna buscadora... metamorfose ambulante...senhora de mim. Depois de me conhecer, nada será como antes porque sou a Morte e o Renascimento. Sem verdades absolutas, pulso com o Universo, buscando construir pontes entre os Mundos. Inimitável e sem limites... quântica. Me reconstruo a cada dia, sou mudança, transformação, sincronia. Funciono como equalizador, restaurando o equilíbrio através da Luz, da qual sou canal. O meu grande "tesouro" é a sabedoria, a arte de enlaçar mundos, destruir ilusões e libertar do medo todo aquele que se dispõe a escutar o que eu revelo.Transmutar, transpor, renascer são os meus verbos. In Lak'esh