quarta-feira, março 24, 2021

FELICIDADE É AUTOCONHECIMENTO

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Para que possamos ajudar as outras pessoas, nos inteirar com outras vidas, é preciso que cada um de nós ajude a si mesmo, se conheça, se ligue. A interação com o Universo, com a vida depende de nos sentirmos uma parte integrante da humanidade, participando e comungando com ela de todos os acontecimentos.

“Conhece-te a ti mesmo” é o ato mais necessário que se pode ter em nossos dias. O auto-conhecimento é a chave para a nossa felicidade e para a nossa integração com o Todo. Por isso, hoje em dia, a solidão não é um mal, é uma necessidade. Parar um pouco, meditar, refletir sobre nossos atos, pensamentos e ações... nos prepararmos para entrar em um Novo Tempo.

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Quando optamos por nascer aqui neste planeta maravilhoso, saímos de dentro para fora; e agora urge que renasçamos da mesma forma. Devemos mergulhar em nosso âmago, calmamente, tranquilamente e definirmos o que somos, quem somos, o que estamos fazendo e para que fim. Tudo o que trazemos dentro de nós é muito importante... nossas memórias são arquetípicas e nos fornecem todas as direcionais que precisamos para nosso salto quântico, para a nossa cura, para a nossa felicidade.

Urge que saibamos de onde viemos e para onde vamos...é nossa meta, nosso caminho, nosso objetivo chegar lá. Tudo o que precisamos, toda instrumentação necessária está dentro de nós. Nada vem de fora ou de outras pessoas, tudo o que necessitamos mudar, passa por uma mudança interna que se exteriorizará tão rápida e fortemente quando a nossa vontade de trabalhar para ser feliz. Por que felicidade não chega de fora, não vem embrulhada como presente, nem cai do céu... felicidade vem de dentro, de um longo processo de auto-conhecimento; de muita reflexão, de muita fé em nossa missão e em nossos Mestres.

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Há pouco tempo atrás li que “tudo que é valioso vem de dentro” e o autor citava como exemplos: a pérola dentro da concha, o ouro dentro da terra, o tesouro dentro do cofre... e algumas outras coisas, que de tão óbvias, passam desapercebidas. E ainda tem a citação de mestre Sananda quando falava que o reino dos céus está dentro de nós. Tudo de que precisamos está dentro de nós... nada está fora...não é o lugar, nem as pessoas, nem o momento, nem o tempo... é em nosso Ser. Não é o tipo de emprego que temos, ou amigos que fazemos, ou lugar aonde estamos que vai nos ajudar a encontrar o “pote de ouro no final do arco-íris”.

Saímos como maratonistas atrás de posição social, beleza física, carreira profissional, amores eternos, popularidade, reconhecimento e tantas coisas materiais... tudo para sermos vistos, ouvidos, comentados. E todo este exercício fatigante em busca da almejada felicidade; e o resultado??? Nos sentimos cada vez mais infelizes, cada dia mais sozinhos. Sartre tem uma frase brilhante da qual me utilizo muito: “Nós somos a nossa escolha”; escolher ser feliz é o que podemos fazer; mas não a partir dos outros, do que está fora, e sim a partir de dentro, de nós mesmos.

Devemos lembrar que a pérola só existe porque o ser reagiu a uma substância estranha. Não seria então a hora de reagirmos? De fabricarmos a nossa pérola, de implementarmos o nosso amor próprio???  A melhor resposta está dentro de nós e a opinião mais válida é a nossa. A opinião do outro deve ser ouvida, afinal devemos respeitar e amar ao próximo como a nós mesmos, mas é o que sentimos que conta...é a nossa opinião que vale. E não estou falando aqui de teimosia ou imposições... estou falando de sentimentos...do que nossa intuição nos diz... do que há de mais forte e verdadeiro dentro de nós... de amor, de verdade, de respeito a nossa parte divina.

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Estamos infelizes???? Então mãos à obra... ação... ação amorosa. Vamos nos recolher, meditar, refletir. Vamos buscar dentro de nós aquele ser divino que a mãe Terra acolheu em seu ventre e nutriu com amor divino. Ainda assim, despertando o que temos de melhor em nós, podemos errar... mas será muito mais tranqüilo corrigir, ou desculpar. Precisamos acreditar que felicidade é para todos aqueles que querem, que é um bem que não olha a quem; todavia depende da nossa boa vontade, de árduo exercício de muito amor a nós mesmos.

Uma atitude muito importante, além da meditação e de nosso esforço para este encontro interno, é o desapego. Quanto mais tivermos consciente que somos todos um, que fazemos parte do Universo, menos precisaremos nos apegar a pessoas, situações ou coisas. Cada um de nós veio equipado com tudo o que precisava para fazer seu trabalho, realizar a sua missão e a palavra de ordem sempre foi “transformação”; crescendo, mudando, aprendendo vamos caminhando para a Casa do Pai, temos a Mãe aos nossos pés, nos doando todo o seu amor e todos os seus recursos para que sejamos fortes, para que nos assumamos enquanto seres independentes e extremamente necessários nesta caminhada.

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Todos nós viemos equipados com todas as forças e todos os sentimentos necessários para que pudéssemos estar freqüente e incessantemente num processo de mudança e crescimento. Portanto, tudo o que sentimos é bom, nos impulsiona, todos aqueles que conhecemos ou com os quais trocamos são amados e imprescindíveis, tudo o que fazemos de forma consciente nos acrescenta e nos ensina... tudo nos encaminha à felicidade. E mais uma vez, citando Sartre: A vida é a nossa escolha. Escolha não ser magoado; escolha ser amado; escolha ser útil, escolha estar de bem consigo mesmo, escolha ser feliz.


Para que esta escolha se processe de uma maneira firme e forte, faça muita meditação. Mergulhe dentro de si mesmo, com carinho, com respeito, com amor. Renasça a cada dia, com força, com vontade, com muito amor. Tenha sempre em conta que somos Filhos do Universo e temos todas as respostas das quais precisamos. Sabemos de onde viemos e para onde vamos... não precisamos nos perder por aí.  Não precisamos estabelecer dependências ou posse sobre pessoas ou coisas, já viemos munidos de nossa “bagagem” e nela temos tudo o que precisamos para sermos felizes.

Bjos no Coração
Abraço na Alma
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH/BR0230

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terça-feira, março 16, 2021

RAPA NUI


Rapa Nui é um dos lugares "mágicos" que ainda hei de conhecer.  Quando estava na Academia de Cosmociência Despertar, tive oportunidade de "ir até lá", numa projeção e participar de um ritual com um grupo que lá estava. Foi uma experiência inesquecível, guardada na memória de algumas obsidianas que vieram de lá. Como é o "lugar mais longe do mundo", também exige um poder aquisitivo grande, ou um poder de pensamento muito forte...rs...mas, quem sabe?

Transcrevo um vídeo maravilhoso que relata, através de uma visão científica, alguns fatos curiosos sobre Rapa Nui, também conhecida como Ilha de Pascoa. É uma ilha pertencente ao Chile, muito embora esteja a 3.000 km de distância, no Oceano Pacífico. A ilha é considerada como o território habitado mais isolado do mundo, e justamente por isso recebeu a caracterização de “umbigo do mundo”.

A Ilha de Páscoa é a última fronteira da América do Sul e possui raízes polinésias. Embora a história da ilha não seja totalmente conhecida, estima-se que navegantes de regiões ao Oeste do Pacífico tenham aportado lá por volta do ano 1000. O nome da ilha deriva da data de sua “descoberta”, em um domingo de Páscoa, no ano de 1722. Que nomeou a ilha foi Jacob Roggeveen, um explorador neerlandês. Posteriormente ela foi anexada ao território chileno. A ilha teria se originado a partir de erupções vulcânicas, dando origem às formações rochosas naturais daquele ambiente.

Mapa da Ilha de Páscoa. Ilustração: Reprodução
Mapa da Ilha de Páscoa. Ilustração: Reprodução

A ilha possui um formato triangular, fruto das erupções em tempos diferentes, conferindo ao lugar um relevo específico. Páscoa possui cerca de 163km², praticamente inabitados, estando a Leste de Pitcairn, localidade habitada mais próxima.

Rapa Nui (Ilha Grande) não é apenas o nome tradicional da ilha, mas também designa o povo que nela vive, bem como a língua falada lá. A distância dos demais territórios faz com que a população seja extremamente reduzida na ilha, fator este aliado aos supostos riscos, como em relação aos vulcões. Não há um consenso entre os pesquisadores sobre o período de colonização da ilha, embora pesquisas recentes mostrem que possivelmente tenha sido entre os anos de 700 e 1100 d.C.

A população da ilha ultrapassa os cinco mil habitantes. A base econômica da ilha é a agricultura, especialmente com as plantações de batata doce, cana-de-açúcar, banana, dentre outros. Outra atividade importante para subsistência na ilha é a pesca. Além disso, o turismo é intenso naquele local, apesar das distâncias. As atividades turísticas têm levado à ilha alguns problemas, como o acúmulo de lixo, o que tem causado impactos ambientais.

Os Moais são gigantescas estátuas de rochas espalhadas pela Ilha de Páscoa. Calcula-se que estas tenham sido construídas por volta dos anos 1300 d. C. As estátuas possuem em média de 4,5 até 6 metros de comprimento, e pesam muitas toneladas. Dentre elas, a maior tem mais de 20 metros de altura. As estátuas geram curiosidades, mistérios e são os principais atrativos turísticos da ilha. Assim como outras culturas antigas, os Rapa Nui também deixaram sua marca na história por meio dos moais.


Moais da ilha de Páscoa. Foto: Getty Images
Moais da ilha de Páscoa. Foto: Getty Images

Ao encontrarem moais ainda em posição original em áreas de derrame de lava vulcânica (vastas extensões de rochas), os pesquisadores deduziram que as estátuas tenham sido esculpidas ali mesmo, e não em outros lugares. Assim, os detalhes eram esculpidos nas rochas originais e depois transportados até o local desejado pelos Rapa Nui.

As aparências dos quase 900 moais que estão na Ilha de Páscoa é bastante semelhante. São cabeças gigantes feitas de rochas, as quais possivelmente são homenagens aos líderes do povo polinésio. Alguns estão posicionados de forma enfileirada, com as faces voltadas para o interior de ilha, de costas para o mar. Supostamente as estátuas sejam homenagens aos representantes da tribo que ali vivia. A face dos moais estão voltadas em direção à sociedade, ou seja, ao centro da ilha, e não ao oceano. A presença dos moais transpassavam segurança aos moradores da ilha, além de homenagear seus chefes. Deste modo, existe uma lógica sagrada na presença dos moais.

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Os maiores questionamentos em relação às gigantescas estátuas e o povo Rapa Nui é sobre as formas através das quais os gigantes foram esculpidos e erguidos daquela forma, uma vez que não existiam, na ilha, tecnologias avançadas capazes de deslocar e erguer os moais. Assim, ao longo da história surgiram várias especulações sobre como eles teriam sido transportados pelo território da Ilha de Páscoa.

Assim, muito da história do povo Rapa Nui é desconhecido, e os estudiosos se baseiam em hipóteses a partir daquilo que já descobriram. Acredita-se que os moais tenham sido esculpidos com uma lógica mística, e que os detalhes são representações do sagrado. Basicamente, eles possuem o nariz alongado e as orelhas compridas em formato retangular, as sobrancelhas são grossas e os lábios finos. Um Moai encontra-se de joelho, os demais não mostram pernas (embora existam especulações sobre a possível existência do restante dos corpos), os braços são apoiados junto ao corpo em posições diversas. A explicação para a valorização da cabeça, construída de forma desproporcional, se deve ao fato dos polinésios acreditarem que essa parte do corpo é a sede da sabedoria. Escavações recentes mostraram que algumas estátuas possuem também corpos.

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Estudiosos acreditam que para o deslocamento dos moais foi utilizada basicamente a força física. Possivelmente também tenham sido utilizadas cordas, trenós e rolos de madeira. Muitas pessoas acreditam que não seria possível, com aqueles recursos precários, deslocar os moais ao longo da ilha, e cogitam influências místicas e até extraterrestres. Muitos questionamentos que envolvem a Ilha de Páscoa ainda permanecem sendo vistos como mistérios, e gerando a curiosidade de estudiosos e turistas. Os moais certamente representavam algo àquele povo, pois foram construídos com detalhes peculiares, como ornamentos na cabeça (como se fossem chapéus) diferenciados, como se representassem uma hierarquia.

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Experiências foram realizadas para averiguar quais as possibilidades de deslocamento dos moais em posição vertical e outras com troncos de árvores roliços. Essa tem sido a principal incógnita sobre as gigantescas estátuas. Outros questionamentos também inquietam os pesquisadores, como os fatores que levaram à quase extinção o povo Rapa Nui. Segundo as hipóteses mais aceitas, eles teriam se autodestruído (de forma violenta, conforme mostram as lesões nos crânios encontrados) por conta da escassez de recursos naturais e alimentos. O aumento populacional teria feito com que os recursos tivessem sido devastados, e assim a produção de gêneros alimentícios teria ficado comprometida. Outra hipótese é sobre a possível disseminação de doenças, como a cólera, após o encontro com povos de outras origens, como no caso dos europeus.


MUNAY KI - TEMPO DE CURA

 




Existem momentos na vida, onde não se pode mais fugir ao nosso propósito; sabemos que todo conhecimento que fica guardado, é conhecimento que fica estagnado, que se perde e nada acrescenta a nossa evolução. Senti que este era o momento de compartilhar com todos, tudo o que me vem sendo ensinado e mostrado na área do conhecimento; ensinamentos com base na minha experiência pessoal que sempre teve o propósito de ajudar àqueles que não conseguiam acessar estas informações. Cada conhecimento adquirido e transmitido é um passo adiante e significa nossa melhora enquanto Seres.


Minha viagem para o Peru foi programada 7 anos antes da minha ida.  Quando a ideia me veio, “achei” que era apenas curiosidade, coisas de turista, influências de Erich Van Daniken. Mas tudo foi  sendo elucidado e aos poucos o que era desejo foi se tornando necessidade. Há algum tempo, tive um “sonho” que me mostrava em Puno, nas ilhas Uros, conversando com uma velha curandeira, que por sua vez me indicava um encontro com um velho xamã das montanhas. Segundo a "vuela", eu precisava completar a minha iniciação como curandeira. Esta iniciação já havia começado "além do grande rio" e eu precisava ainda de mais dois passos, completando então os nove rituais. 


A viagem foi meio conturbada no sentido prático da palavra. Fomos surpreendidos com a subida do dólar, nosso real ficou valendo a mesma coisa que o sólis. Eram um tal de papéis que "sumiam" (vistos) e quase não nos permitiam trafegar. Sem contar nos egos vindo à tona e tentando dominar nossos "bons" propósitos. Mas segui firme e forte, na certeza de que estava no lugar certo, na hora certa. 




Assim, cheguei a ilha de Uros, encontrei a "vuela" que se chamava Waylla que em aymara quer dizer "protetora, a que acolhe em sua casa" e a conversa que tivemos, meio difícil porque ela não entendia português e não falava espanhol (uma neta fez nossa intermediação), foi exatamente aquela que havíamos tido antes, nos meus "sonhos". Ela me explicou que não era em Puno que eu conheceria o xamã que faria as iniciações que faltavam e que eu ainda teria que caminhar muito. Também não precisaria ir "ao topo da montanha", pois quando do Solstício, os xamãs desceriam até o Intikala e seria tranquilo o encontro. No Festa de Solstício encontrei o xamã e no dia seguinte minha iniciação no Munay Ki foi completada e eu estava autorizada a praticar e disseminar esse novo conceito de cura e reconexão. 




A palavra Munay-Ki é de origem quéchua e quer dizer: "seja como você é", ou "eu me amo e te amo". Expressa o poder do amor incondicional . É um conceito muito difundido nos Andes, principalmente pelos quéchuas cuja sabedoria é atemporal e está incorporada ao modo de vida desses nativos até hoje. Não é religião e sim uma maneira de viver bem, onde a cura de todos os males se processa de maneira muito simples: amar profundamente, limpar o coração de qualquer mágoa, harmonizar pensamentos e sentimentos, respeitar a natureza, e fazer sempre o melhor. A prática do Munay Ki envolve nove ritos de iniciação, que segundo a tradição xamânica Inca, torna a pessoa equilibrada, de muita sabedoria.


Com a prática do Munay Ki, nós conseguimos juntar os fragmentos de nossa alma e nos reconectar com nossa divindade, o que nos traz a cura. Nossa alma por vezes se fragmenta, e os pedaços se perdem; todavia nem tudo se perde, e o Munay Ki e uma das muitas maneiras de se trabalhar o resgate dessas partes de nossa alma. Temos sido orientados por nossos guardiões e Mestres no sentido de resgatarmos tudo o que foi perdido, e uma das maneiras é nos dedicarmos ao espiritual, a um caminho de busca que nos leve, não apenas a nos conectarmos como nossas "partes perdidas", como também ajudarmos outras pessoas a recuperarem sua Luz.


                     

Quando começamos a buscar nossos fragmentos, iniciamos uma procura por espiritualidade, porque muitas vezes nesse processo de perda, não perdemos apenas um pequeno fragmento da alma, perdemos a nossa identidade, a profundidade de nossa fé. Descobrimos que fomos condicionados por outros fatores e outras pessoas. Aprendemos culturalmente que temos limites, que não podemos ir além deles... todavia espiritualmente falando, somos ilimitados, temos o Universo em nós. Socialmente nos dividem em carências, necessidades, imposições, regras a seguir e nos ânsia não darmos conta de tudo isso... e aos poucos vamos nos repartindo, cada vez mais... até que acabam existindo duas opções: ou se morre, ou se vai atrás de nossos pedaços para reerguer o todo.


Estamos num tempo em que urge "ir atrás de nossos pedaços para reerguer o todo"; num tempo onde ou achamos a cura, ou nos perdemos até de nós mesmos. Urge que vivamos harmonicamente todos os nossos relacionamentos (inclusive o intrapessoal), pois estamos aqui para aprender, principalmente, uns com os outros. Não tenho a intenção de afirmar meu conhecimento e sim de repassar o que já me foi ensinado para todos os que assim o desejam. Minha intenção vem na energia do “Enlaçador de Mundos”, que reabre os ensinamentos para que outras pessoas possam se guiar por eles e alcançar o caminho da iluminação e da cura e conscientes e curadas, possam promover a compreensão e a paz, concretizando o fato de que “somos todos um”.



           


Sempre estamos aprendendo e já estamos cientes que não existe verdade absoluta... tudo é um alegre aprender e reciclar. Partilhamos da mesma caminhada... objetivamos crescer. Tudo é energia e nada se perde. Podemos mostrar que neste Caminho, precisamos nos transformar para evoluir e que apenas teremos condições de fazer isso, se conhecermos a nossa energia e tivermos a percepção do quanto ela faz parte do Todo e que ela é por essência, iluminação.

Tudo o que existe em manifestação foi formado a partir de uma “energia mãe” que lhe moldou o caráter de formas particulares de vida. Nosso universo é construído em muitas dimensões, cada qual com milhares de energias diferentes, mas todas provindas de um mesmo ponto central. Todas as coisas estão em relação entre si e tudo se inter-relaciona combinando energias. O que todos precisamos ter em mente é que, o mais importante é que compreendamos a nós mesmos. Como somos em composição e anatomia, como funciona cada parte deste todo, como podemos exercer o autodomínio, como podemos utilizar nossos dons para participar de todas as coisas da vida e para levarmos iluminação e cura aonde quer que estejamos.





É importante saber que não estamos harmonizados com um Tempo Real e que esse desajuste de tempo dificulta muito o nosso alinhamento com o Universo. Seguimos um calendário que não condiz com o verdadeiro contar do tempo e que este fato nos traz muitas dificuldades de conscientização. O calendário Gregoriano foi instituído por questões "de poder" e nos afastou da contagem real do tempo. Todavia, o despertar de consciência nos trouxe o conhecimento do Tzolkin, conhecido como Calendário Maia e que na verdade foi adotado por muitos povos antigos, não só na região da América Central, como também em parte da América do Sul. Chamado de Tonalpohualli (conta do destino) pelos astecas que também o adotaram, é um calendário que sincroniza a vida com o universo em movimento. O Tzolkin (seqüência de dias) é o mais importante calendário dos ameríndios; está baseado nos ciclos das Plêiades – sistema estelar na Constelação de Touro. O ciclo galáctico das Plêiades tem a duração de 26.000 anos, e é refletido no calendário Maia através dos 260 dias da malha sagrada.






Graças à exatidão do calendário, os ameríndios que o seguiam eram capazes de organizar suas atividades cotidianas e registrar simultaneamente a passagem do tempo, historiando os acontecimentos políticos e religiosos que consideravam cruciais. É o mais completo entre os sistemas de contagem do tempo e segundo consta, o ciclo que estamos vivendo atualmente teve inicio em 21 de dezembro de 2012, data que segundo as profecias, finalizou-se um ciclo de evolução e a nossa Terra passou para uma dimensão mais elevada vibrando o Amor incondicional. Os seus 20 selos solares e 13 tons da criação formam uma ferramenta cósmica sagrada que interage intuitivamente com a memória de nosso corpo, despertando as informações nele contidas (DNA) e revelando nosso plano divino. 


Estamos vivenciando o tempo de Cura e entendimento. Somos co-criadores de nosso mundo e temos todo um "poder" para exercitar. Adotando um tempo real, nos harmonizando com as frequências do Universo e seguindo os ensinamentos sábios dos povos antigos, podemos restaurar não apenas a nossa saúde e o nosso equilíbrio; podemos revitalizar toda Gaya. "Sonho que se sonha só, e mais um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto é realidade."


Bjos no Coração
Abraço na Alma
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH0230

sexta-feira, março 12, 2021

LEITE DE OURO - TÔNICO DE CURA

 


Cúrcuma é a raiz mais cura para o corpo. Ela vem da raiz de uma planta que cresce principalmente na Índia, mas ele tem sido utilizado em muitos países, há milhares de anos como um alimento de cura. Sabe-se ser benéfica para os órgãos internos, a coluna e as articulações. É purificação do sangue e promove uma boa saúde em geral. Tem também propriedades curativas externos e pode ser usado em máscaras e banhos para a pele.

O Leite de Ouro é um tônico que cura, embeleza , traz vitalidade e flexibilidade. Ele mantém uma pessoa bonita. Quando utilizado internamente, deve ser cozido, em vez de em bruto, de modo que o corpo pode mais facilmente assimilar os seus poderes curativos. É um nutriente essencial para mulheres com mais de 28 anos de idade.
O Leite de ouro é especialmente benéfico para as articulações rígidas e proporciona uma fonte de lubrificação para todo o sistema. Ele inclui tanto os óleos essenciais e açafrão, os dois ingredientes vitais para ajudar as mulheres a manter a sua flexibilidade e vitalidade.
Ingredientes:
1/8 colher de chá de açafrão
1/2 xícara de leite sem lactose 
2 colheres de sopa de óleo de amêndoa crua
mel a gosto
1 cardamomo pequeno (opcional)
Instruções de preparo:
Cozinhe cúrcuma em água até formar uma pasta agradável. Tempo de cozimento sugerido é de 8 minutos, você pode adicionar mais água, se necessário. Enquanto isso, leve leite a ferver com o óleo de amêndoa. Assim que ferver, retire do fogo. Reúne-se as duas misturas utilizando um misturador, se desejado. Adicione o mel a gosto. O cardamomo pode ser cozido com a cúrcuma para adicionar sabor.
Note que você pode preparar grandes quantidades de pasta como ele mantém na geladeira por até 40 dias. A relação geral de açafrão à água é uma parte de açafrão para quatro partes de água.

Meus 65 anos atestam esta receita ancestral, os efeitos estão comprovados.
 
Bjos no Coração
Abraço na ALMA
Namastê!

quinta-feira, março 11, 2021

O PROCESSO DE CURA


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O que significa "curar-se"?

Se pesquisarmos e observarmos o sentido da palavra, veremos que cura significa tudo aquilo que possa vir a ajudar qualquer ser a sentir-se mais integrado e harmonizado com a natureza e com todas as formas de vida, seja física, emocional ou espiritualmente. Nossos ancestrais chamavam o processo de cura de "Caminho Sagrado" e esta forma de medicina ancestral era associada a muitos "Auxiliares" ou "Guias", que facilitavam as respostas aos desafios de cada um. Era sabido que a cura sempre vinha através da sabedoria; que existia a necessidade de se trilhar o "Caminho Sagrado", restabelecer conexão com os guias de cura e assim obter as respostas para os desafios.

Então nos perguntamos: e hoje? Poderíamos trilhar este Caminho? Nesta sociedade caótica, neste clima de agitação e violência? Garanto que sim. Basta para tanto nos darmos um tempo; mergulhar em nossas raízes e "buscar" o Caminho para nossa cura. Pode-se começar por traduzir os sinais da natureza; Gaya é mãe, e a mãe sempre nos guia e nos protege de todos os males. E a maior mensagem que nossa Mãe nos dá é o "Amor". Todos os seres vivos entendem esta linguagem e podem partilhá-la; quando nos dispomos a amar incondicionalmente, nossos males começam a se dissipar e vai-se abrindo um canal que nos permite trilhar o caminho que nos leva a cura, ao restabelecimento pleno de vida e de amor.

Todas as criaturas deste planeta compreendem e aplicam esta linguagem de cura; apenas nós, seres humanos, somos os mais remitentes em aplica-la, pois ainda nos deixamos bloquear pelo mental, pela lógica, pelo raciocínio, pelo condicionamento. Precisamos escutar o nosso coração, o nosso "Eu Sou", que se dispõe a aprender esta linguagem divina e universal. Quando retribuirmos à Gaya todo seu amor, como fazem todos os outros seres da natureza, estaremos trilhando o "Caminho Sagrado", sem doenças, sem dores, sem males. Há que se aprender com nossos ancestrais, reverenciar todos os Filhos de Gaya com amor, respeito e compaixão; partilhar um mundo de Luz e de Paz.

Cada forma de vida que habita esta terra, representa um mestre, um amigo; pode ser as ondas de uma praia, a árvore da praça, o pássaro que pousa no telhado, a pedra em que tropeçamos... Observando cada ser existente e lhes enviando muito amor, já estaremos iniciando a nossa caminhada rumo à cura de nossos males. Amando cada forma de vida, reverenciando a natureza, estabeleceremos contato com a Força Divina, pois esses amigos, por mais insignificantes que nos possam parecer, são Mestres, e intensificaram o nosso contato, enviaram as nossas mensagens e pedidos. Certa vez uma pessoa muito sábia escreveu: "a premissa básica da harmonia é reconhecer a existência do Unimundo". Buscar a unicidade, aprender as lições que nos ensinam qual o papel que devemos desempenhar dentro da Criação é o caminho para nossa cura e para a cura de nossa Mãe Terra.

Nossos condicionamentos mentais nos afastaram de nossa maior missão: sermos os "Guardiões de Gaya"; há que se recuperar essa função, cuidar da nossa Família Universal. Nossos ancestrais reverenciavam a Mãe Terra, o Pai Céu, o Avô Sol, a Avó Lua, os Irmãos Vegetais, o Povo de Pedra, os Guias Sagrados (animais); sabiam que jamais estamos sós e que se estivermos conectados uns aos outros, sempre estaremos longe de qualquer mal. Parar para meditar, observar os sinais que a natureza nos envia e escutar nossos guias estabelece o caminho da sabedoria e a nossa cura enquanto seres. 


"Somos Filhos do Universo, Irmão das Estrelas e Árvores e merecemos estar Aqui"; não estamos aqui para purgar pecados, estamos aqui para realizarmos nossa missão, um trabalho que foi escolhido por nós, e que podemos desenvolver com alegria e amor, porque temos potencial para isso. A doença e a dor, nada mais são que desvios desta trilha e voltar ao "Caminho Sagrado" é estabelecer nossa cura e nossa força para vivermos em harmonia, com muito amor.

Observe o nascer do Sol, mesmo que seja por alguns minutos; quando alguma coisa nos chama a atenção, e quando nos detemos para observá-la, ela já no está falando através da linguagem universal da Cura: o Amor. Nos tornarmos receptivos ao nascer do Sol, ao vôo de uma borboleta, ao canto de um pássaro, ao brilho de uma pedra, pode nos abrir a consciência, mudar nossa visão de mundo e abrir novas portas de expressão e de expansão. 


Toda vez que nos dispomos e fazer estes pequenos gestos, nós estabelecemos um laço e abrimos um canal, permitindo que nossos irmãos entreguem suas mensagens de carinho e que elas sejam devidamente recebidas por nós. Ao observar cada um destes ajudantes, seja o Sol, a borboleta, o pássaro, a pedra aprendemos novas lições que a Natureza nos transmite e curamos nossos males. Partilhar a beleza da Natureza, é estabelecer a Cura de todos que dela compartilham num processo de compaixão, cura e amor.


Estamos vivenciando um tempo muito especial onde o Amor se faz necessário; compreender os ensinamentos de nossos ancestrais e nos integrarmos com todos os seres de Gaya, compartilhando da beleza de nossos caminhos comuns, é trilhar o "Caminho Sagrado" e estabelecer a cura de todos os seres. Quando todos os seres estiverem curados, conectados a Luz de Gaya, abrigaremos o Arco Íris da Paz em nossos corações e estabeleceremos a ponte com a Força Divina, usufruindo das nossas capacidades multidimensionais e alcançando a nossa totalidade. Todos os meios de Cura utilizados dentro do Caminho Sagrado, servirão para partilhar o Poder de Cura, difundindo a Sabedoria pelo Amor e estabelecendo novos relacionamentos harmônicos.

Estamos inclusos num caos urbano, numa sociedade agitada... necessitamos pois de parar um pouquinho, observarmos onde inicia o nosso "Caminho Sagrado"; os ensinamentos promovidos pelo Amor somente podem ser captados por aqueles que abrem o coração e se tornam receptivos a esta linguagem, que não constituí um sistema a ser estudado, e sim uma forma de vida a ser seguida. 


Nossa "Cura" depende da nossa força de vontade, de aguçarmos nossa sensibilidade e despertarmos nossos sentidos internos para conseguir "ouvir" os sutis ensinamentos de todas as outras formas de vida que nos cercam. Cada ser, seja vegetal, animal, mineral podem vir a ser nossos mestres; eles apenas esperam que possamos reconhecer nosso parentesco e reconhecer que possuem um poder de cura. 


Então... pare... respire... observe; tire alguns minutos do seu cotidiano para passear por um jardim, uma praia, uma praça, um campo. Caminhe tranqüilo, respire fundo e veja que irmão indica a sua trilha; seja ele o pássaro, a flor, a pedra. Comungue com a natureza e observe seus sinais, pois fazendo isso estará trilhando o Caminho Sagrado e estabelecendo um processo de cura que vai gerar Paz, Harmonia e muito mais Amor.


Bjos no Coração

Abraço na Alma
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH/BR0230

sábado, março 06, 2021

REFLETIR E RESPIRAR

 


Estamos sendo convidados pelo Universo a agirmos; a ação está baseada em transcender a ordem e refletir. Vamos procurar ver o que realmente queremos e não descansar enquanto não encontrarmos. Busquemos sempre e cada vez mais, porém sem nos dispersarmos, porque quando nos encontrarmos será o inicio para uma nova procura, pois essa é a magia da vida, evoluir sempre e cada vez mais. 

Tudo flui em uma grande espiral e a cada giro, o próximo será mais alto. Aproveitemos todas as oportunidades que a vida nos traz, pois é para o nosso crescimento interior. 

Durante este período as sincronicidades estarão mais fortes, procuremos estar vigilantes para com nosso. Entendamos que nós somos essência pura e que muito das coisas que pensamos ser, na realidade é o condicionamento de muitas ideias que foram incorporadas, ao longo desta e de outras vidas, em nós e não fazem parte de nossa essência verdadeira. Então busquemos o nosso centro, a nossa calma, o nosso caminho do meio.

Procuremos refinar nossa própria energia. Ordenar a vida, a mente, o ambiente imediato e refletir sobre nossos atos. Procuremos encarar nossas sombras, ou seja, falhas, fraquezas, imperfeições ou problemas do ser, que necessitam de correção, ordenamento e transcendência, pois as sombras são disfarces que devem ser bem trabalhados. 

Se um evento causar reações adversas ou mesmo qualquer reação forte a uma pessoa, lembre que isso sinaliza uma questão a ser trabalhada em nós mesmos. Devemos cultivar a claridade, sermos "Luz” e vivermos a própria verdade; precisamos nos dispor a olharmos para nós mesmos com compaixão e cultivar o perdão. Assim, estaremos refletindo o nosso Eu verdadeiro que é pura luz. 

Respirar, relaxar, fechar os olhos e seguir... vamos nos projetar para além dessa ordem e estrutura cósmica imediata e alcançar dimensões superiores. Ao voltar e abrirmos nossos olhos, que nosso ser traga o reflexo da emanação cósmica do espectro de Luz arco-íris, para ativar a harmonia, desfazendo todas as imperfeições, liberando, deixando ir e nos perdoando, para que possamos apenas refletir a Luz e ver no outro a Luz de nós mesmos. 

Bjos no Coração
Abraço na Alma
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH/BR0230

terça-feira, março 02, 2021

PROFECIA LAKOTA

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“Quando a tempestade passar, nosso amor acenderá um alvorecer mais forte do que qualquer outra alvorada. Uma nova árvore crescerá, mais gloriosa do que esta que agora deixo com vocês. Com o novo alvorecer, eu voltarei e viverei com vocês. Debaixo da sombra dessa árvore, estarão reunidos não somente as tribos vermelhas, mas as tribos brancas, as tribos negras e as tribos amarelas, vindo de todas as direções. 
Em harmonia, as quatro raças viverão sob os ramos da nova árvore. Tudo que foi quebrado será refeito por inteiro. A Roda Sagrada será consertada. A comida será farta e os espíritos de todas as criaturas alegrar-se-ão na harmonia de uma nova ordem, perfeita. O Grande Espírito, estará atuando dentro das raças, vivendo, respirando, criando através dos povos da terra.”





Esse é um pequeno trecho de uma das profecias deixadas pelos Lakotas e se nós a lermos com atenção constatamos que não é diferente a tantas outras profecias que conhecemos. Inúmeras culturas nos deixaram “alertas” quanto as tempestade; tempestades que estamos enfrentando no presente, tempestades fortes sob todos os aspectos sejam intempéries ou de nível pessoal; tempestades que nos abala não só física como emocional e espiritualmente. 

Todavia não estamos sozinhos e temos auxílio de muitos seres, que já passaram por tempestades e nos apontam que ela vai passar e uma Nova Era vai surgir para aqueles que acreditaram no amor e procuraram praticá-lo incondicionalmente. Precisamos voltar à Casa do Pai, nos abrigar sob a mesma “árvore”, viver em harmonia e esquecer o que nos foi incutido há tanto tempo... um tempo cultural e não real, um tempo de ilusões e não de realidades. “A Roda Sagrada será concertada” e vai girar harmonicamente nos dando um tempo real, onde o amor será o caminho.

Bjos no Coração
Abraço na Alma
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH0230

segunda-feira, março 01, 2021

AKASHA - O QUE É?

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O AKASHA não é um lugar no espaço invisível, mas uma dimensão viva do Universo onde reside o éter cósmico que perpassa todo o sistema solar da Terra. É um dos mais contundentes mistérios do mundo, em cujas dobras repousa a resposta completa a muitas de nossas mais vibrantes perguntas. Conhecendo e sabendo o que é o AKASHA UNIVERSAL conseguimos entender melhor vários aspectos da nossa vida durante nossa curta permanência na crosta terrestre como seres encarnados. Vários conceitos passam a ser reformulados a partir disto e surge no horizonte imponderável de todas as vidas uma noção menos equivocada e mais abrangente de tudo que existiu, existe e ainda vai existir no decurso da história da Terra. O Akasha é como uma refinadíssima dimensão espacial, provida de medidas infinitas, onde se encontra gravada toda a história deste e de todos os mundos pertencentes a um determinado sistema solar. 




O Registro Akáshico é o registro individual de uma Alma desde o momento que deixa seu ponto de origem até que a ele regresse.  Akasha é uma palavra em sânscrito que significa "céu", "espaço" ou "éter" e, segundo o hinduísmo e diversas correntes místicas, os registros akáshicos são um conjunto de conhecimentos armazenados misticamente no éter, que abrange tudo o que ocorre, ocorreu e ocorrerá no Universo. Quando decidimos experienciar a vida, é formado um campo de energia com a finalidade de gravar todos os pensamentos, palavras, emoções e ações geradas por cada uma das experiências vividas. Esse campo de energia é denominado Registro Akáshico, porque é composto pelo Akasha que é a substância energética da qual toda vida está formada.


O Akasha pode ser definido como a  Alma Universal, o Sol central de onde tudo se origina e para onde tudo caminha; segundo Blavatsky “ ... o Mysterium Magnum do qual tudo quanto existe é nascido por separação ou diferenciação; a causa da existência por todo espaço infinito...é o espaço" . No budismo esses registros são classificados como “Memória da Natureza”. É uma das ferramentas mais poderosas disponíveis no Planeta para nos ajudar a recordar a nossa condição divina; quando nós ascendemos à energia dos Registros Akáshicos, abrimos um canal à comunicação direta com nossos Mestres e Anjos.

Dentro desta dimensão espiritual mais alta, somos capazes fazer perguntas, obter explicação e orientação. Também podemos identificar outras experiências de vida que nos afetam nesta. Estas “memórias” revelam situações que no presente ajudam a revisar as situações kármicas, conhecer o propósito de nossa vida, esclarecer os vínculos, as passagens nesta vida, pois estão formadas por uma massa de informações acumuladas das encarnações vividas, para nos auxiliar na elevação e, também, para o bem de todos que nos cercam. O Akasha é um grande armazém cósmico, que, visitado, revela tudo que existiu, existe ou está por existir em determinado planeta. 

O acesso a estes registros é um "instrumento" que nos permite perceber a limitação de nossos padrões e crenças, que criam véus de ilusões ao redor da nossa verdadeira alma. À medida que desvendamos estes véus e aprendemos nossas verdades, voltamos mais conscientes do que verdadeiramente somos, recuperando a própria Divindade, nosso poder, a conexão com tudo que existe. Estaremos livres para permitir à alma voar a níveis mais altos.

Tudo o que existe em manifestação em nosso Universo, veio desta dimensão invisível e para ela voltará; sob a forma de informação, o registro de tudo o que foi e o potencial de tudo o que será, estão presentes nesta dimensão. Nossa evolução espiritual e a nova Era nos permite a possibilidade de um acesso consciente e deliberado ao Akasha, onde informações sobre toda a nossa história e potencial de Alma estão presentes. 





O acesso consciente a este plano de informação é possível para todos e pode ser feito através de meditação, foco, alinhamento e discernimento. Estamos em uma etapa da caminhada onde necessitamos de muita Luz, de muito Amor e de muito entendimento e o acesso a esses registros nos permite sentir que somos  “cuidados”, regidos em nossas essências e amados de forma  incondicional. Nestes registros vemos como foi realmente o homem de ontem, como é o homem da nossa época e como será o homem do amanhã, não apenas fisicamente, mas provido de todos os poderes que atualmente ainda se encontram latentes ou não desenvolvidos.

Para aqueles que desejam visitar o seu Registro é essencial o recolhimento diário; uma meditação que permita o exercício da multidimensionalidade; é necessário estar-se uno com a alma para recuperar a Divindade, abraçar sua essência e centralizar-se na Luz do Amor de que faz parte. 

Beijos no Coração
Abraço na Alma
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH/BR 0230

Saviitri Ananda

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Itapoá, Santa Catarina, Brazil
Sou ENLAÇADOR DE MUNDOS MAGNÉTICO. Uma eterna buscadora... metamorfose ambulante...senhora de mim. Depois de me conhecer, nada será como antes porque sou a Morte e o Renascimento. Sem verdades absolutas, pulso com o Universo, buscando construir pontes entre os Mundos. Inimitável e sem limites... quântica. Me reconstruo a cada dia, sou mudança, transformação, sincronia. Funciono como equalizador, restaurando o equilíbrio através da Luz, da qual sou canal. O meu grande "tesouro" é a sabedoria, a arte de enlaçar mundos, destruir ilusões e libertar do medo todo aquele que se dispõe a escutar o que eu revelo.Transmutar, transpor, renascer são os meus verbos. In Lak'esh