sexta-feira, julho 12, 2024

ATMA - MÔNODA

 


Esse é um conceito muito difícil de ser explicado. A Mônada seria Luz suprema, a Força maior, a Perfeição que buscamos na nossa evolução. Dentro do pouco que eu sei, vejo o conceito como algo semelhante a “atma”. Atma em sânscrito significa sopro vital, alma. Dentro da teosofia a Mônada representa o 7º princípio na constituição setenária do ser humano, ou seja, nosso mais elevado princípio, a Essência Divina, sem forma e indivisível. O Atma é a ideia abstrata do Eu Superior, do Eu Sou que não difere de tudo o que está no Universo, exceto pela autoconsciência. Para a teosofia, cada ser humano possui um espírito individual, um atma, que é um reflexo do “Deus que habita em nós”, da Alma Universal. Dentro da tradição Vedanta “atma” é usado para identificar a alma individual, o Eu verdadeiro.

Algumas citações de Heidegger, nas primeiras páginas de “Ser e Tempo” mencionam: “(...) nós não nos relacionamos apenas com o ente, somos ao mesmo tempo, nós mesmos ente.”; ou ainda: O “Ser” é o conceito “mais universal”, é indefinível, e ao mesmo tempo, é o conceito evidente por si mesmo.  A questão e o sentido do ser aparecem, bem como os desafios de angariar um método capaz de pelo menos, apreender a própria questão. Estas dificuldades de análise, apreensão e compreensão dos fenômenos e seus fundamentos, desvelam-se no paradoxo em que surge o ser que: aparecendo se esconde; esclarecendo se obscurece; e compreendido se torna indeterminado. Na verdade caminhamos e buscamos um relacionamento que nós ainda não temos pois se “nós nos relacionamos com o ente, a ele nos reduzimos, nele nos perdemos, por ele somos dominados e possuídos.”


 Ainda é muito difícil via palavras e números explicar o que é a Mônada. Ler Heidegger ajuda um pouco. Seu conceito de mônada diz:  “(...) mônada é o elemento unificador simplesmente originário que previamente individualiza e separa”, ou seja,  corresponde ao cerne que deve ser investigado. Tanto para a filosofia como para a ciência, a mônada é o elemento que garante a existência e a unicidade (princípio de identidade dos indiscerníveis) e seu lugar no cosmos, tendo em vista a identidade e a diferença dos elementos substanciais que compõem o mundo. É certo que todos nós gostaríamos de trilhar a senda que nos conduza à liberação final; mas é preciso muito mais que força de vontade. Nossos Mestres e Guias, mensageiros que vem do alto, sempre tentaram sinalizar com exatidão, o caminho árduo que nos conduz à autêntica e legítima felicidade. Todavia ainda são poucos de nós que nos “aventuramos” em busca de nossa divindade. No Mundo vivem “mestres” de toda espécie, sacerdotes, místicos, videntes, gurus, etc; pessoas que aceitariam qualquer conceito ou opinião, menos que estão perdidas e que seguem a pelo caminho da maldade.

A Mônada é o ser que representa de uma forma viva a totalidade, fazendo parte desta, mas por sua vez, incapaz de hauri-la em sua plenitude. Somente sua condição finita, limitada e possível lhe dá uma ideia do todo, que se fragmenta de forma inevitável pela condição ontológica constituinte dos seres. A Mônada é o ser que representa de uma forma viva a totalidade, fazendo parte desta, mas por sua vez, incapaz de hauri-la em sua plenitude. Somente sua condição finita, limitada e possível lhe dá uma ideia do todo, que se fragmenta de forma inevitável pela condição ontológica constituinte dos seres.  Devemos estar cientes de que somos indivíduos a compartilhar do mesmo mundo, porém com impressões capazes de expressarem-se, mas impotentes no tocante a um compartilhamento efetivo entre as partes. Nós só podemos nos doar mediante a nossa capacidade plena de nos organizarmos em nossas partes. Esta ordem respeitada acarreta inevitavelmente na existência.  Cada parte nossa, experimenta o mundo à sua maneira, permanecendo isolada e solitária nesta ação inevitável enquanto capazes de nos manterem viventes no mundo; a unidade não é senão, uma capacidade plena de apreender algum aspecto da totalidade de forma ordenada, por vezes distinta e não confusa.


 “Se antes pusemos de lado a conexão com a criação, isto ocorreu porque no caso se trata apenas como uma explicação dogmática. O sentido metafísico, entretanto, que na caracterização da mônada como criada é expresso, é a finitude.”       
                                       Heidegger                                                                                                                    

Nesse período de grandes transformações, muitas pessoas estão atingindo uma consciência mais elevada e assim, atravessam uma ponte que as direciona para uma nova realidade. Depois de completar o ciclo de existências no mundo físico tridimensional, deixam de se tornar formas físicas humanas para ascenderem a uma dimensão superior e se tornarem corpos de Luz ou submergirem para uma dimensão inferior no reino mineral. A realidade das várias existências que são atribuídas a todo Ser vivente. Na “japamala”, as 108 contas do colar de Buda, vem nos recordar dessa caminhada e dos poderes da Kundakini, a Serpente Ígnea de nossos mágicos poderes, que intenta conseguir nossa auto-realização íntima durante o curso das várias existências, que a cada um de nós é atribuída. Dentro desse ciclo de vidas sucessivas, temos inumeráveis oportunidades para a auto-realização e devemos nos esforçar para melhorar a cada vida vivida.

Mestre Sananda dizia: “De mil que me buscam, um encontra; de mil que me encontram, um me segue; de mil que me seguem, um é meu.” No Bhagavad-Gita encontramos uma citação bem semelhante: “Entre milhares de homens, talvez um intente chegar à perfeição; entre os que intentam, possivelmente, um atingirá a perfeição; e, entre os perfeitos, quiçá um me conhece perfeitamente”.




Nossa caminhada é no sentido de buscar nossa reintegração com o Divino, em fazer a “reconexão” através da volta ao nosso estado de alma pura, do encontro com a nossa divindade. Com o reingresso a este estado, novamente nos serão atribuídas várias existências que, se não aproveitadas devidamente, nos conduzirão pelo caminho descendente de regresso a Força Criadora. A mônada não é alma em sua essência metafísica, mas dá-se o contrário: alma é uma possível modificação da Mônada. A pulsão não é um acontecer que ocasionalmente também representa; ela é por natureza representadora e a estrutura do próprio acontecer pulsivo se caracteriza pelo abrir dimensões.

Na verdade esse é um assunto difícil de ser abordado com palavras e números, como diz Mestre Seraphis “palavras e números são fontes de mal entendidos”. Costumo frisar em todos os artigos que nosso mais grave problema é a instituição do pensamento cartesiano que nos leva a racionalizar muito e sentir muito pouco Creio que palavras e números são coisas das quais nós humanos precisamos, mas pessoalmente não os acho corretos. Em todo caso, os livros sagrados, seja de que religião forem, se referem ao fato de que a toda Essência, a todo Ser, a toda Alma, são atribuídas sempre milhares de ciclos de manifestação cósmica e àqueles que fracassam, que não sabem aproveitar as inumeráveis oportunidades que estes períodos conferem, ficarão para sempre excluídos da maestria, daquela energia imortal que todos levamos dentro de nós, da Mônada sublime.


Por isso, devemos estar atentos aos “falsos profetas”, àqueles “equivocados sinceros”; é inquestionável que ninguém pensa de sua seita o pior, todos sempre pensam que vão muito bem e estão convencidos com as palavras dos “cegos guias de cegos” e como pode-se fazer com que essas pessoas compreendam que vão mal?  Como fazê-las entender que o caminho que seguem as afasta da ascensão tão buscada? Apenas com muito Amor, Humildade e Paciência pode-se despertar a conscientização dessas pessoas, pois só despertando a Consciência poderemos ver o caminho ansioso, estreito e difícil que conduz à Luz.  

A mente não pode reconhecer o que jamais conheceu e por isso urge a necessidade de autoconhecimento; pois o entendimento vai do conhecido ao conhecido, move-se dentro de um círculo vicioso, e sucede que a verdade é o desconhecido de instante em instante. Deve-se refletir  que a mente pode aceitar ou recusar o que queira, crer ou duvidar, porém, jamais poderá conhecer o real.



Há que se ter muito cuidado para chegarmos a nossa Mônada, pois mestres, profetas e falsos livros sagrados existem por todo canto através do mundo. Eles circulam por todos os lugares e servem de exemplo e fundamento para a maioria dos cultos religiosos. E em se tratando dos conceitos pregados por esses livros, perguntaria: quem os entende? Não é difícil constatar que o “que está escrito” nem sempre é “bem compreendido”, basta ver quantas “religiões” foram criadas através da interpretação dos quatro evangelhos cristãos. As pessoas só se limitam a crer ou a negar; se houvesse uma plena consciência, do amor crístico pregado nesses livros, com certeza não existiriam tantas religiões ou seitas  e que se compreenderia melhor o que é o Amor Incondicional. Na verdade, haveria uma só religião crística, uma religião cósmica e universal, onde todas as pessoas estariam conscientes da necessidade da universalidade e do amor crístico.


A mônada se apresenta como pura possibilidade, capaz de dar conta da infinidade de arranjos que nos compõem no mundo. Quando o ser da mônada se agrega e coloca-se em estado de composição, o ente aparece e mantém-se fundamentado por este pequeno universo que acaba de constituí-lo. A lógica da existência obedece à uma ordem de composição dos elementos agregados e aquilo que, enquanto existentes tiveram a possibilidade de manifestar. Leibniz declara que: “(...) como todo o estado presente de uma substância simples é uma continuação natural do seu estado passado, assim também o presente está prenhe do futuro.”

O tempo está se escoando com uma rapidez que aterra e por isso, precisamos desenvolver nossa Consciência. O descenso das ondas humanas no interior do organismo planetário realiza-se baixando pelas escalas animal e vegetal, até ingressar definitivamente no estado mineral, no próprio centro do planeta Terra. É no próprio centro deste planeta onde milhões de humanoides passam por essa morte da qual se fala no Apocalipse. A destruição do si mesmo, a aniquilação do ego, a dissolução do si mesmo nas regiões submersas, é absolutamente indispensável para a destruição do mal dentro de cada um de nós. Só mediante a morte do ego faz-se possível à liberação final da Essência. Então esta ressurge, sai à superfície planetária, à luz do Sol, para reiniciar um novo processo evolutivo dentro da roda da Vida. Assim, as Mônadas sem maestria, aquelas que não conseguirem ou não quiserem, ficam excluídas de toda escala hierárquica. Quando alguma Mônada, quando alguma centelha divina quer de verdade alcançar o sublime estado de Mônada Mestre, é indubitável que trabalha então a sua Essência, despertando, nesta alma, infinitos anelos de espiritualidade.


Temos toda a energia positiva a nosso dispor e podemos alcançar nosso estado sublime através do autoconhecimento. Devemos trabalhar com afinco e com esse propósito. Trabalhar nossa Essência é exaustivo, cansativo mais muito necessário. O Amor vence todos os obstáculos, principalmente se amamos a nós mesmos. Mestre Sananda pregou “ama ao próximo como a ti mesmo”, e friso mais uma vez: quem não se ama, não pode amar ninguém e nem evoluir. Nossa evolução depende, primeiro e antes de tudo, do amor próprio no sentido de nos perdoarmos, de nos amarmos para que assim, centrados, possamos perdoar e amar a todos.

Bjos no Coração
Abraço na Alma
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH/BR0230

domingo, julho 07, 2024

TRANSFORMAÇÕES PARA EVOLUÇÃO

 



Estamos em tempo de pandemia, vivendo um momento muito diferente de tudo o que poderíamos imaginar. Os contágios aumentam e não existem medidas de contensão que funcionem. Os políticos não sabem como gestar a pandemia e as mortes se sucedem sem controle. Um momento que mostra o descaso em relação as políticas públicas, principalmente as relacionadas à Saúde e a Educação. Todavia não são acontecimentos de um país só, são acontecimentos mundiais que mostram a deficiência dos sistemas e a ganância de seus governantes que insistem em preservar um modelo de administração que acentua as diferenças e valoriza o status quo.

Precisamos retornar ao tempo natural, ao tempo sagrado e comungar com a natureza. Durante a nossa caminhada nos desviamos para um tempo artificial, moldado, que apaga a nossa memória ancestral, nos leva a condicionamentos e a repetir loops de tempo. Vivemos num tempo artificial, moldado; uma frequência que é reforçada diariamente pela matrix, num ciclo de tempo mecanizado que não está em sincronia com nossa própria essência. Este ciclo a que estamos condicionados, nos prende a 3D e nos rouba a nossa divindade, além de nos lançar numa amnésia em relação a nossa origem e a nossa capacidade de co-criação.
Com a Lua Cheia em Touro (Wesak), iniciamos um novo movimento, um novo ciclo e temos a oportunidade de retornar ao Tempo Natural, ou como diziam os celtas: Tempo Sagrado. Um  tempo onde temos a oportunidade de nos reconectarmos à Fonte; e uma vez reconectados à esta frequência, podemos recuperar a memória de nossas origens cósmica, nossa divindade, nossos poderes de criação, nossa capacidade de agirmos com integridade. O Tempo Natural dissolve o Véu de Maia e nos brinda com um "novo olhar" uma nova maneira de perceber a vida. Passamos a olhar com os "olhos do coração" e ressonamos uma energia amorosa e íntegra; vemos um mundo novo, percebendo a arte, a beleza natural e nos desconectando de uma frequência falsa, ilusória, criada pela matrix. 

"Somos a nossa escolha" e temos a oportunidade de ingressar no Tempo Natural, num mundo novo, com uma percepção real das coisas. Gaya depende da nossa energia e temos que elevar a nossa frequência para ampliarmos a nossa visão e melhorar onde vivemos. Somos divinos, somos capazes de manter frequências mais altas, de otimizar uma benéfica transformação, de incentivar uma grande mudança coletiva, social, cultural, espiritual.
As mudanças ocorrem após crises, são muitas e diferentes e às vezes diferentes de tudo o que poderíamos imaginar. Tem coisas que acontecem, como a pandemia, que "ouvimos até falar", mas que alcançam níveis que não imaginávamos. Mas são as crises que acabam com o que não serve mais, que nos mostram o que não funciona mais e elas abrangem todos os níveis. Muitas vezes nos colocamos num estado a apatia e preferimos não enxergar, mas estão acontecendo transformações que nos levarão a novos rumos, porque apesar de toda esta energia de morte que a pandemia espalha, nós e o Planeta, estamos recebendo uma energia de Luz e conscientização que abre caminhos que não ousávamos vislumbrar.

Estas mudanças nos afetam na medida em que existem distorções de energia dentro de nós. Estas distorções de energias podem ser forma-pensamentos, crenças, coisas que acreditamos que são reais, arquétipos antigos e paradigmas a que fomos submetidos, que nos condicionaram e que ainda aceitamos como decretos e leis. O caos vem para nos desestabilizar e fazer entender que tem ainda temos uma visão deturpada, não natural; que ainda tem muita coisa artificialmente introduzida, distante do nosso modo natural de viver e, principalmente, um sistema imposto e falido que exige mudanças radicais.



Este tempo mecânico, criado e introduzido através do Calendário Gregoriano e fixado pelo relógio trouxe a nossa humanidade, consequências que tem sido duradouras, devastadoras que condicionaram gerações a uma cultura escravocrata que nos rouba a divindade, a naturalidade. Todavia , assumindo o Tempo Natural, podemos reaver a nossa integridade, a nossa Luz ofuscada por padrões impostos e a hora é Agora e o lugar é Aqui.

Somos seres de procedência divina, com corpos de energias e capacidades infinitas que ainda não conhecemos na sua totalidade, temos energia suficiente para transformar este Planeta em um paraíso, onde não existam guerras, epidemias, desigualdades sociais ou qualquer tipo de violência. Gaya é a mãe, Pachamama e nos abraça, nos acolhe, nos provem com tudo o que precisamos.  

Temos que nos centrar mais em nosso Ser, no ser que realmente somos, temos que restabelecer a conexão de energia divina com o Criador, reconhecer que existe esse algo superior e entrar em sintonia com o melhor que existe no Universo, a energia divina existe dentro de nós e forma a noosfera, e tem a capacidade de iluminar qualquer lugar no micro ou no macrocosmo.  

Nosso Eu Interior, nosso "coração", nosso "centro de vontades" deve estar sempre receptivo às energias de Luz e funcionar como um transmissor de energias sublimadas. Estas energias de Luz e Amor ressonam numa teia eterna e atingem de modo benéfico,  outros mundos, estrelas, galáxias, universos por igual. Nossa energia é essência divina, pura energia, uma força motriz com o calor de mil sois.

Assim, é muito importante assumirmos um "novo tempo", vivenciarmos a Tormenta Lunar, sabendo que depois dos abalos, vem a calmaria e a percepção real das coisas. Vamos  meditar e encontrar essa Luz que reside dentro de nosso coração, abraçar Gaya e seus seres com amor e iluminar nosso planeta. Somos o que escolhemos ser e criamos todas as situações em que vivemos. Vamos vibrar uma nova era, um novo mundo e alcançar a plenitude. Para que esta energia reverbere, é muito importante compreender que as distorções do tempo, distorcem a nossa percepção e nos engessam em frequência passadas. Ir em frente, rastrear nossos poderes divinos, voltar às nossas origens, para que possamos nos curar e curar Pachamama.

Bjos no Coração
Abraço na Alma
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH0230

sábado, julho 06, 2024

FELIZ CICLO DA TORMENTA LUNAR



BOM DIA! BOM DIA! BOM DIA!

Como todos sabem, eu sigo o Tzolkin e acompanho um calendário lunar (Haab), um Tempo Natural. E "oficialmente",hoje iniciamos um novo ciclo. A palavra mágica neste ciclo que iniciamos é "transmutar". Quando dominamos este ato, transformamos as nossas vidas.

Vamos nos transmutar o passado, não esquecendo que ele faz parte da nossa história, mas sem ficarmos presos a ele; porque se "estar preso ao passado" significa que perdemos a oportunidade de viver a magia do Aqui e Agora.

Vamos usufruir desta magia e nos livrar de sentimentos densos e negativos, de situações desarmônicas, de ciclos que já se fecharam, de padrões, de coisas em nossos armários, enfim e principalmente, deixemos ir, perdoemos, e recebamos a oportunidade de transcender o mundo da “mesmice”.

Sabendo que tudo na vida são ciclos, tiremos a lição apreendida, nos desapeguemos dos ciclos passados e permitamos que o caminho se abra para novos ciclos, rompendo aqueles velhos padrões e aproveitando as oportunidades para mudar.

Como li certa vez, evite:
1) a dispersão, fazendo muita coisa ao mesmo tempo
2) perder energia com bobagens
3) se estressar.

Procure pensar mais no que você está fazendo, atente para a sua intuição, se abasteça de energia para superar tendências negativas e procure ver as situações de fora em busca de soluções sábias.

FELIZ NOVO CICLO!
FELIZ ANO DA TORMENTA!
IN LACKESH!

Bjos no Coração
Abraço na Alma
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH0230

O POVO DA SEMENTE


Mãe Terra, recorda. Quando o filho da minha geração da Terra surgiu, as árvores e as tartarugas ofereceram mais do que o dom do conhecimento do tempo. Guiados pelo espírito da árvore e tartaruga mágica, todas as tartarugas e árvores se ofereceram como sacrifício aos humanos. Se humanos precisavam de madeira para o fogo ou construção de abrigos, a árvore estava pronta para o sacrifício. Se humano estava com fome, tartaruga ofereceu sua carne para comer. O casco da tartaruga tornou-se um instrumento musical, uma caixa de som para bater, para raspar com uma vara ou transformar-se num guizo.

Árvore e tartaruga perduraram, apesar dos seguidores do caminho da semente. O poder cósmico da tartaruga, a resistência sagrada da árvore foram sempre lembradas e homenageadas. Mas a árvore e a tartaruga também testemunharam como os seguidores do caminho da semente se esqueceram completamente do tempo sagrado, criando, em vez disso, o tempo falso.

Isto foi o que aconteceu com a entrada no esquecimento do tempo.

Lá, num lugar entre os rios, os anciãos do povo do caminho da semente encontraram-se. Conversaram entre eles e disseram:

O seguirmos o caminho da semente deu-nos muito. Nós criámos a irrigação e a agricultura. Espalhámos as nossas técnicas por toda a terra que se estende entre as montanhas e o mar. Nossos povos cresceram em número. Nossos exércitos defendem mais a terra. Realmente somos os mais fortes e poderosos sobre a Terra. Para governar nossa terra, criámos os impostos. Através dos impostos, todos, na terra, permanecem no nosso controle, e recebemos a riqueza para manter o nosso reino.

Mas há outras pessoas longe. Eles também conquistaram a terra e criaram poder entre si. Estas pessoas são inteligentes e têm conhecimento do número e do espaço.

Eles dizem que nós vivemos no espaço, e que o nosso espaço se parece com um grande círculo. Este círculo é conhecido por uma contagem de doze. Esta é uma contagem fácil. Uma contagem de doze é mais fácil do que de treze, porque pode ser dividida em muitos números. Isto é exatamente o que nós necessitamos de criar, um cronograma para os nossos impostos.

Em vez de treze luas, criaremos um ano de doze meses. Com este ano de doze meses teremos um cronograma fácil para as nossas taxas fiscais. Ao mesmo tempo da contagem dos doze também teremos a contagem de dez. Uma contagem de dez é mais simples e mais fácil do que a contagem de 20. Todos os nossos impostos serão baseados numa contagem de dez, todo o nosso tempo numa contagem de doze.

O Conselho dos anciãos da terra entre os rios terminou.

O povo da semente já se tinha desviado dos caminhos sagrados. E por isso, foi fácil de substituir treze por doze como o número cósmico do tempo. Mas esta substituição foi um erro no momento em que se espalhou e foi seguida por todas as pessoas do caminho da semente. Abandonando as contagens sagradas 13:20 pelas contagens 12 e 10, o povo da semente começou a tecer um estranho e problemático padrão na minha teia biosférica.

A partir deste novo perturbador padrão, uma sombra estranha começou a lançar-se em toda a minha teia biosférica, a sombra do falso tempo.

O círculo é plano, o tempo é redondo como uma esfera. Com base no círculo, o tempo da contagem de doze é plano, um tempo falso. Não é redondo como o das Treze Luas. Não é redondo com a Terra e o Sol.

O tempo linear de doze meses, nunca estará harmonizado, como o das Treze Luas. No tempo linear de doze meses, o número de dias para os meses é desigual e irregular. No tempo redondo das treze luas, cada lua tem exatamente 28 dias.

Um erro no tempo pode ser um erro fatal. Enquanto a minha teia biosférica continuar a pulsar sob
as treze luas, a sombra do tempo falso é lançada por um padrão que corrói a biosfera.

O padrão dos seguidores do caminho da semente passou a ser chamado de civilização. São grandes as maravilhas e glórias da civilização humana. Mas por de trás de tudo isso está o implacável padrão do tempo falso. Uma agenda fácil de cobrança de impostos, um imposto com uma fácil base para adquirir riqueza para os governantes da terra.

A civilização da contagem dos doze estabeleceu-se de diversas formas e estilos, por grandes extensões de terra, que o ser humano conhecia como o velho mundo. Onda após onda de civilização veio e foi. Em todo o caso, as bases fiscais necessitavam de se expandir. Era preciso mais terras sob o controle da civilização.

A civilização da contagem dos doze, veio, inevitavelmente, para o novo mundo, para os continentes conhecidos como as Américas. Aqui o povo da tartaruga e da árvore permanecia forte. Aqui a memória das contagens sagradas dos 13:20 mantiveram-se. Como no velho mundo, algumas dessas pessoas, também, escolheram o caminho da semente. Mas no novo mundo, a civilização desenvolveu-se no que estava enraizado nas contagens de 13:20.

Entre o povo da árvore e da tartaruga do novo mundo, ninguém melhor do que os meus filhos, os Maya guardou melhor as contagens sagradas do 13:20. Mesmo que os Mayas entrassem em decadência, lembrariam sempre a contagem dos 13:20. A sua memória de tempo estava completa. Eles seguiram um calendário sagrado chamado o tzolkin. Aqui a contagem das treze luas e dos vinte kin solares teceram juntos um maravilhoso padrão de 260 (13 vezes 20) dias. Neste padrão sagrado da lua-sol, eles entrelaçaram outro padrão cuja contagem fazia os 365 dias da órbita da Terra. Todos os 52 anos do calendário solar e calendários sagrados combinam perfeitamente.

A civilização das treze luas chegou ao fim quando a civilização dos doze chegou ao Novo Mundo. Tudo o que podia ser destruído da civilização do treze, foi destruído. Rapidamente a sombra do tempo falso se espalhou por todo o resto do planeta. Cada oceano foi navegado, cada ilha mapeada e cartografada. A biosfera converteu-se numa base de recurso para a inteligência humana.

Em seguida, veio a conclusão do acto do esquecimento do tempo, a invenção do relógio mecânico. Tal como, no calendário dos doze meses, O relógio também se baseava na contagem dos doze. O tempo linear do calendário de doze espalhou o padrão irregular da civilização e em toda a biosfera desenvolveu uma bizarra reviravolta.

Os seres humanos agora regulam-se pelo relógio. Cada vez mais rápido a criança humana corre veloz. A criança humana corre cada vez mais rápido. Quanto mais rápido correm, mais humanos aderem. Correndo rápido, desbravando a terra para mais máquinas fazerem coisas que tornem a vida mais rápida! Correndo rápido para ficar à frente, para ficar à frente de quê?

Dentro do espelhamento da sombra do tempo falso, tudo o que a criança humana fez, foi regido pelo relógio. Todos os hábitos do ser humano ficaram condicionados pelo relógio. Tudo o que é regulado pelo relógio foi convertido em dinheiro. Trabalho humano foi convertido em dinheiro. Terra e os recursos da terra foram convertidos em dinheiro. O relógio rege os humanos, os humanos correram atrás do dinheiro, o dinheiro compra o poder de transformar a biosfera.

Criança da terra hoje estás aqui. A sombra do tempo falso, espalhou-se ao longo de toda a biosfera. Florestas e animais de todos os tipos estão a desaparecer. Em todos os lugares, rios, oceanos os ares estão poluídas. A tua espécie agora, é tão dominante que existe à custa de outras espécies da minha biosfera. A teia da minha biosfera está esfarrapada. A biosfera constante está ameaçada pela minha última geração de filhos, que agora giram fora de controle!

Com o rugido e o ruído da máquina e à velocidade do relógio, Quem pode ouvir a mensagem tranquila da tartaruga e da árvore?


O círculo plano do tempo falso

nivela o tempo numa única linha
correndo para o infinito

num tempo linear
numa linha plana
Onde está o tempo para ti e para mim?

numa linha rápida a alta velocidade
num tempo linear alta velocidade
Alguém tem mesmo conhecimento
sobre a tartaruga e a árvore?

A última geração de crianças
da última geração da Terra
esqueceu por completo
ou há algo que pode despertar em ti
para o círculo do tempo
que ainda está em ti?

FONTE: pan-portugal.com


quinta-feira, julho 04, 2024

MEDIDA DO TEMPO NATURAL - TZOLKIN

 




O Calendário que conhecemos é usado a mais de 5.000 anos. Para ser mais preciso, e só para fins de localização, vem de 3.113 a.C, desde a época da Babilônia. Foram os egípcios, os babilônios, os sumérios que conceberam o calendário de 12 meses irregulares, imposto à humanidade, pelo calendário gregoriano atual é a última versão. Para construí-lo  utilizaram um círculo de 360° graus, que foi dividido em 12 partes de 30° cada uma, acrescentaram 5 e com isso obtiveram o equivalente aos 365 dias, que é a duração de um ano solar em nosso planeta. Dividiram o total em períodos com 28,29,30 e 31 dias e assim foi feito o calendário que utilizamos até hoje, que esconde em seu interior um ciclo completo de 28 dias.

Apesar de ter sido originado há mais de 5.000 anos, é o mesmo calendário que vem sendo usado pela maioria da humanidade desde aquela época, pois as inúmeras mudanças que ele sofreu ao longo do tempo não alteraram a essência da sua concepção, que foi uma divisão do espaço, através da utilização do círculo de 360°.

Acontece que o uso do calendário traz implicações, pois é ele que rege a vida das pessoas que o utilizam. Uma vez que foi usado por tão longo tempo, afetou a mente das pessoas e o que afeta a mente do ser humano acaba refletindo no mundo e hoje nós vemos o resultado disso num mundo caótico, de guerras, desarmonias, desentendimentos, desperdício criminoso de recursos naturais e uma sociedade completamente materialista, dominada pelo dinheiro, pelas máquinas, pelas bolsas de comércio e outras, com um slogan odioso que diz que “ tempo é dinheiro” e tudo gira em torno deste círculo vicioso.

Observamos, então, que as pessoas de um modo geral vivem como verdadeiras máquinas, pois na verdade não passam de unidade consumidoras e o mundo vai ficando cada vez mais materializado, artificial, mecanizado. Também estamos regidos por um relógio, com hora de 60 minutos, que nos escraviza em nosso dia-a-dia, nos indicando a hora para tudo, atrofiando o relógio biológico que existe dentro de nós e cada vez mais nos transformando mesmo em verdadeiras máquinas.

Este uso prolongado do calendário irregular, feito na forma de uma medida do espaço e não do tempo, sem respeitar os ciclos naturais, tirou a humanidade da sua frequência natural que é 13:20 e a colocou na frequência artificial 12:60, a frequência do “tempo é dinheiro”, pois é isto que a frequência artificial 12:60 gera. 
                                                


Podemos ilustrar isso com o seguinte exemplo: se quisermos ouvir a programação de uma emissora de rádio, teremos de ligar o nosso aparelho e sintonizarmos na frequência da referida emissora. Enquanto mantivermos o dial do nosso rádio na frequência daquela emissora só ouviremos a sua programação. Se quisermos ouvir a programação de uma outra emissora, a única maneira de consegui-lo será mudando a frequência, ou seja, girando o dial e sintonizando na frequência desta outra emissora e imediatamente ouviremos a nova programação, completamente diferente da anterior. Enquanto estivermos e continuarmos vivendo a frequência 12:60 só vamos ver o que estamos vendo atualmente: guerras, desarmonias, desentendimentos, consumismo absurdo.

Estamos sendo regidos por um falso padrão de medida e para mudarmos esta situação precisamos de um instrumento perfeito para ordenar o nosso tempo e a nossa realidade. É o calendário natural de 13 luas de 28 dias que estamos propondo e que já vem sendo usado por muitas pessoas no mundo inteiro, sendo necessário que esse contingente de pessoas aumente cada dia mais. Este é o calendário que traz a frequência correta para o ser humano, que é 13:20 e não 12:60. 

Trata-se de um calendário solar-lunar genuíno, que mede a órbita da Terra em torno do Sol pela média lunar de 28 dias, contendo 13 ciclos perfeito de 28 dias, com 52 semanas perfeitas de 7 dias, que é igual a 364 dias. O 365° dia é chamado “Dia-Fora-do-Tempo”. Equivale ao dia 25 de julho no calendário gregoriano. DIA-FORA-DO-TEMPO é o dia para o perdão e a celebração artística da vida e da liberdade. É o momento perfeito para a paz universal e para experimentar a harmonia do novo tempo.




O Calendário de 13 luas é verdadeiramente único porque está sincronizado com o Módulo Harmônico, a frequência de tempo universal 13:20. O módulo harmônico é representado pelo Tzolkin, o calendário sagrado dos maias, que é formado por 20 frequências solares e 13 tons galácticos, que são grandes fluxos de energia que banham o nosso planeta a cada 24 horas, ajudando no aprendizado de um dos vinte níveis de sabedoria que todos precisamos conhecer. O tempo natural, medido pelo calendário de 13 luas, que leva em conta a rotação de 365 dias da Terra ao redor do Sol e os 13 giros anuais da Lua ao redor da Terra, é um aspecto da existência prontamente observável por todos aqueles que prestarem atenção. Ele é encontrado dentro dos ciclos da natureza.

Os ciclos do tempo natural já estão aí e continuam transcorrendo interminavelmente. Tudo o que precisamos fazer é nos darmos conta da existência deles. No sincronário de 13 luas de 28 dias você vai sendo alertado da existência de tais ciclos para que possa sincronizar-se com eles. Comece a utilizar o calendário de 13 luas de 28 dias, pois ele irá expandir a sua mente e a levará a projetar uma realidade harmoniosa, de modo que a ordem da sua mente passará a estar de acordo com a ordem cósmica e o resultado será um nível de imaginação criativa que lhe proporcionará a ascensão gradual a dimensões superiores.

Fonte: ondaencantada.com

Experimente! Entre em sintonia com o Tempo Natural!
Bjos no Coração
Namastê!
Saviitri Ananda – CRTH0230

terça-feira, julho 02, 2024

FAÇA AMOR : ENERGIA SEXUAL

 

A energia sexual desempenha um papel importantíssimo no nosso bem-estar mental, emocional e físico. E para as pessoas empenhadas em seguir um caminho espiritual, a compreensão do que significa energia sexual e o ato de fazer amor é mais preciosa ainda, pois eles são recursos de que dispomos para elevar nossa consciência e avançar para níveis mais altos de energia. 

Se estamos com alguém que amamos, o ato de fazer amor e o orgasmo provocam uma expansão de energia nos nossos campos de energéticos, quando a energia sexual se funde com a energia mais profunda do amor. Essas duas energias se tornam então uma só energia, poderosa, criativa, transformadora, que pode operar cura, a renovação e, se for conduzida até um nível suficientemente elevado, o que alguns chamam de “milagres”. 

Mas o que acontece quando usamos a força vital e a energia sexual num relacionamento íntimo em que não existe amor? Simplesmente os nossos centros de energia ficam bloqueados e a energia “não flui”. Isso acontece porque a intimidade sexual, quando não existe amor, cria o que poderia ser descrito como “impressões” negativas nos nossos centros de energia, bloqueando o movimento e o fluxo energético. 

Essas impressões e bloqueios podem ser sentidos energeticamente e alterar as nossas atitudes e comportamentos. Elas podem nos fazer sentir “travados” sexualmente, causando em nós uma perda de vitalidade sexual. Ou então podem disparar um anseio compulsivo por sexo, num esforço inconsciente para desbloquear as energias sexuais. Se as nossas energias sexuais não estão ligadas ao amor, elas podem como células cancerígenas, adquirir “vida própria” e acabar nos afastando do amor. 

E em nossas tentativas de satisfazer nossos impulsos sexuais, acabamos ferindo a nós mesmos e a outras pessoas. Atos meramente sexuais nunca são inofensivos. As energias sexuais são forças poderosas! Quando utilizadas com amor, elas promovem a nossa expansão como seres humanos. Quando usadas sem amor, elas causam o acúmulo de impressões e energias “escuras” e negativas na nossa aura, que nos mantêm em níveis baixos de percepção, ofuscam a nossa perspectiva mental e só criam obstáculos à nossa experiência da felicidade. 

Esse é um preço muito alto a pagar por um prazer momentâneo. Outro efeito da troca de energias sexuais sem amor é o que poderia ser descrito como “buracos” ou perfurações no campo energético dos parceiros. Sem a energia vital do amor, a troca de energias cria lacunas que enfraquecem a aura. 

Quando, ao contrário, o amor está presente, a mistura ou fusão das energias fortalece o campo energético, porque, nesse caso, mais amor e mais energia são produzidos no ato de fazer amor. Isso é igualmente verdadeiro para casais casados e não-casados. Não se trata aqui de uma questão moral. 

Pessoas casadas que não se amam e fazem sexo estão causando prejuízos uma a outra da mesma maneira que casais não casados, quando se entregam ao sexo sem amor.

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TROCAS DE ENERGIAS 
ps: não sei o autor, mas faço das suas palavras as minhas.

Quando existe intimidade sexual entre duas pessoas, ocorrem as trocas de energia entre elas. Quando temos intimidade sexual, nós, por habito, nos abrimos energeticamente de uma maneira muito profunda, que permite a cada parceiro carregar a energia do outro. Desse modo, quando somos sexualmente íntimos a alguém, carregamos a “vibração” energética do campo e dos centros de energia da outra pessoa. Essa vibração inclui, num grau maior ou menor, os pensamentos e emoções do parceiro, que podem ser positivos ou negativos. 

Por exemplo, se estamos zangados ou tristes, a vibração de nossa raiva ou de nossa tristeza pode ser transferida para o nosso parceiro sexual juntamente com a troca de outras energias, e o parceiro receptor irá adquirir essa energia de raiva ou tristeza. 

O grau em que somos afetados pela energia do parceiro depende da força de nosso próprio campo energético e da intensidade vibracional dos pensamentos e emoções do parceiro. Às vezes, depois de fazer amor com alguém que não amamos, sentimos como se estivéssemos carregando alguma coisa “suja” ou que na realidade não é nossa. 
Podemos até sentir a necessidade de tomar banho – uma experiência de purificação ritual – para nos livrar dessa sensação. Por outro lado, quando a experiência é de amor, cada parceiro se sente banhado na energia do amor e no brilho remanescente do ato de fazer amor, e quer conservar esses sentimentos durante o máximo de tempo possível. 

Os parceiros geralmente carregam as energias um do outro por seis meses ou mais. Na verdade, eles podem carregar essas energias indefinidamente, a menos que se limpem e se libertem delas. Visualizações, orações, rituais podem ser utilizados, isolada ou conjuntamente, para este propósito. 

Pessoas sexualmente ativas, portanto, transferem suas próprias energias e a de todos parceiros anteriores e atuais a qualquer novo parceiro. Essa é uma das razões porque elas podem o senso de identidade. Quanto mais carregamos as energias de outras pessoas, menos sentimos as energias que são especificamente nossas. 
Nós também extraímos e carregamos aspectos da personalidade do parceiro, pois as energias que são trocadas carregam a vibração das emoções, dos pensamentos e das experiências das pessoas. 

Em outras palavras, nós começamos a sentir a vibração da energia das pessoas como nossa própria energia. Quando isso acontece, também ficamos mais suscetíveis à força e personalidade dessa pessoa, particularmente se ela tiver um campo de energia mais forte do que o nosso. Portanto, cada vez que temos relações sexuais com alguém, estamos criando consequências duradouras que nós nunca tínhamos imaginado para nós mesmos e para as outras pessoas.

Ao fazer sexo com outra pessoa vc não está apenas trocando energia com ela, está se "contaminando" com a energia de todas as outras pessoas com as quais ela se relacionou fisicamente e vice versa. O tempo minimo dessa desintoxicação é de 2 anos e o máximo de 10.

Bjos no Coração
Abraço na Alma
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH/BR0230

sábado, junho 29, 2024

CALATONIA I-

 


Calatonia é um método terapêutico, realizado por meio de toques sensíveis na pele, em áreas estratégicas do corpo, onde há concentração de receptores nervosos. A técnica foi desenvolvida pelo médico húngaro Pethö Sándor, quando cuidava de refugiados, pós-guerra. A estrutura do local e os recursos limitados, fizeram Sándor buscar maneiras alternativas para ajudar na saúde dos pacientes.

Com o passar do tempo, percebeu que a sensibilidade tátil trazia alívio imediato e em alguns casos até relaxamento profundo para os feridos. Neste período de peregrinação de fuga dos efeitos da guerra, Sándor perdeu os pais e decidiu se mudar para o Brasil, instalando-se em São Paulo, no ano de 1949. Terapeuta e professor iniciou diversos cursos em universidades para profissionais da psicologia, repassando seus conhecimentos da Calatonia, método que é usado até hoje em atendimentos psicoterapêuticos.

De modo geral a técnica consiste em uma série que envolve nove toques e a sequência de toques é realizada onde se localizam as articulações, em áreas com sensibilidade nervosa ou circulatória. O local para os toques varia de acordo com o problema do paciente. O procedimento é realizado em total silêncio, com duração de dois a três minutos em cada ponto estratégico. O local principal são os pés, iniciando em cada um dos artelhos, dois pontos da sola, depois calcanhares e tornozelos. Por fim, mais um toque no início da barriga das pernas e em algumas situações um décimo toque é acrescido na cabeça, mas precisamente na região da nuca. Os pacientes podem ficar vestidos e se sentirem mais a vontade.

Em média a aplicação em cada ponto é feita de 2 a 3 minutos. Deve-se usar um óleo essencial de acordo com o dosha da pessoa para um relaxamento profundo durante a massagem. O tratamento dura em média dez sessões, podendo se estender conforme o paciente. A princípio, a Calatonia não possui contraindicação, mas deve ser realizada por um profissional especializado. A terapia tem sido utilizada como método auxiliar na psicologia, medicina, educação, reabilitação física. 

A Calatonia traz benefícios à medicina convencional; é eficaz em situações de tensão muscular, enxaquecas, estresse, asma, alergias, distúrbios psicossomáticos, distúrbios glandulares e obesidade. Pode ser usada em muitos casos (ataque cardíaco, estresse, artrite, artrose, e problemas emocionais (pânico, depressão, crises de ansiedade).

 

Bjos no Coração

Namastê!




Saviitri Ananda

Minha foto
Itapoá, Santa Catarina, Brazil
Sou ENLAÇADOR DE MUNDOS MAGNÉTICO. Uma eterna buscadora... metamorfose ambulante...senhora de mim. Depois de me conhecer, nada será como antes porque sou a Morte e o Renascimento. Sem verdades absolutas, pulso com o Universo, buscando construir pontes entre os Mundos. Inimitável e sem limites... quântica. Me reconstruo a cada dia, sou mudança, transformação, sincronia. Funciono como equalizador, restaurando o equilíbrio através da Luz, da qual sou canal. O meu grande "tesouro" é a sabedoria, a arte de enlaçar mundos, destruir ilusões e libertar do medo todo aquele que se dispõe a escutar o que eu revelo.Transmutar, transpor, renascer são os meus verbos. In Lak'esh