terça-feira, abril 22, 2025

TEMPO DE SER FELIZ


Estamos vivendo um novo ciclo, um tempo novo e repleto de mudanças que exigem adaptações e por isso devemos estar aptos a nos amar e aprovar a nós mesmos exatamente como somos; saber que temos a aspiração e inspiração que anima um projeto de vida que nos leva ao “Divino”. 

Na nossa existência aqui na Mãe Terra, nosso maior desafio é evoluir, aprendendo a praticar o Amor Incondicional. Mestre Sananda nos deixou muitos exemplos de como a chama do Amor pode trepidar em nossas vidas: “Ama ao próximo como a ti mesmo”, essa é a lição que devemos praticar, porque se a aprendermos, nos aceitando tal qual somos, saberemos amar indistintamente qualquer ser vivo. 

O “Amor é o Caminho”, é esse sentimento magnânimo que nos permite desenvolver a consciência da importância do auto-amor e do autovalor na redescoberta de si mesmo. Amar a si mesmo é a maior prova de Amor que podemos ter, é aceitar o nosso “Eu Sou”, é trilhar o nosso plano divino de evolução. Estamos aqui numa escola, para aprender, crescer e evoluir no nosso plano de vida e enfrentarmos o desafio da nossa transformação pessoal.
                                                                                                                                      
                                                  Resultado de imagem para optica e tempo

Na óptica da grande maioria das pessoas, já está muito claro que estamos numa grande escola onde todos os esforços devem ser dirigidos à questões relacionadas com o conhecer a si mesmo e aos outros; absorver cada momento como se fosse sagrado, e fazer do tempo aliado e passaporte para dimensões e portais que já se tornaram quase esquecidos. 

Somos energia amorosa que vibra numa frequência alta e interminável, mas insistimos numa percepção errônea do tempo e lançamos um olhar desprevenido para o que vivemos, assumindo atitudes, muitas vezes, egocêntricas, individualistas e narcisistas. Todavia temos em nós o impulso do “Amor Dvino”, algo que sustenta o nosso crescimento pessoal, e nos ajuda a desenvolver a nossa personalidade amorosa e a nossa espiritualidade latente.

Pelo Calendário Maia, ou Tzolkin, a contagem do tempo baseia-se em 13 ciclos lunares de 28 dias por ano solar, perfazendo um total de 364 dias, complementado por mais um, chamado de “Dia Fora do Tempo" (25/7). Não pensem que eu sou uma fanática seguidora do Tzolkin, na verdade sou completamente contra os fanatismos ou radicalismos sejam eles quais forem. 
Todavia, como terapeuta e com algum conhecimento sobre mim mesma, percebi que as informações que o Tzolkin proporciona, ocasiona uma ressonância que por si e em sintonia com formas de pensamento similares, proporcionam a reorganização da nossa energia interior de forma a sintonizar-nos cada vez mais e com maior freqüência ao tempo natural. Ao perceber isso, passei a estudar o Tzolkin, primeiro com um olhar matemático, depois sob os conceitos da quântica e hoje posso senti-lo como um dos caminhos que nos facilita sair de um mundo extremamente materialista, para uma realidade de Amor, Paz e Arte.


Os Maias já conheciam o “Tempo de Ser Feliz” e adotavam os ciclos lunares como uma grande oportunidade de reciclar, recomeçar, recarregar as energias a cada mudança de lua. Somos afetados pela energia lunar, tanto quanto pela energia solar e cada período lunar nos favorece no sentido de ações coordenadas para nos libertar do que já não é mais precisamos, de agradecer por tudo que foi recebido no período anterior em todos os aspectos, agradecendo inclusive os momentos aparentemente ruins ou dramáticos, pois terão sido importantes aspectos do nosso processo de aprendizagem e evolução como seres humanos. 
Deste modo, acredito que podemos nos mirar nesse exemplo e aproveitar o início deste ciclo para fazer o mesmo e praticar um “tempo” que traga mais paz, arte, cooperação entre povos, amor incondicional e um esforço no sentido de uma alteração profunda, que faça com que nós possamos entrar numa frequência, lugar e hora certa; encontrando pessoas certas e fazendo o que aqui na Mãe Terra, o que viemos fazer.


Entramos vivenciando um Grande Ciclo, é tempo de convergências, de destituição de percepções falhas. O tempo começou a sofrer alterações reveladoras de verdades que a história humana foi distorcendo; e agora estamos nos conscientizando destas distorções que mostravam um tempo dividido e fracionado (12:60) em função a interesses sócio-políticos e econômicos. Agora estamos nos conscientizando do nosso verdadeiro tempo biológico; um tempo que respeita a vibração e a freqüência dois ciclos da natureza (13:20). 
Vivemos o tempo de otimizar energias de autogerarão, para que aprendamos a “trabalhar” com nossos impulsos e força, catalisando o “divino” que existe em todos; vivemos o despertar da consciência para realidades fora do limite do nosso anterior estado e uma vez acionadas novas linhas de pensamentos, crenças, afirmações, a nossa mente encarrega-se de fazer chegar até nós tudo o que necessitamos para manifestar e criar uma nova realidade em função da nossa nova forma de pensar. Se mudarmos a nossa postura e deixarmos de racionalizar para sentir, que a vida vai fluir em nossa direção, vamos perceber uma série de sincronicidades que melhorarão a nossa percepção e nos trarão verdadeiros conhecimentos.

Vamos comemorar o “Tempo de Ser Feliz” e procurar entrar nesse tempo da maneira mais consciente possível, pois é a nova consciência nos impulsiona ao encontro dessa Grande Família de Guerreiros, Guerreiros da Luz... pessoas que como eu, você, eles sabem que é notório ingressar no Tempo Arte e dar continuidade ao Amor, à Alegria e a Paz verdadeira. 
A celebração do Novo Tempo deve existir sempre, seja com ou sem ritual, mas precisamos deixar o conceito de que tempo é dinheiro e aceitar que o tempo é arte; o tempo é vida, não pode ser medido por pacotes ou interesses. Podemos perceber o verdadeiro tempo pelos ciclos da natureza e pelo nosso coração. Quando entramos no verdadeiro tempo e nos livramos do “Véu de Maia”, percebemos sincronicidades que só nos trazem amor e alegria (lugares, pessoas, acontecimentos... todos certos, na hora certa) e nos damos conta também de nossos vícios e automatismos.


Então, o que desejo hoje é um Feliz Tempo de Ser Feliz! Um tempo que vai fluir com a vida, com o Universo, com as nossas escolhas; um tempo onde as coisas vão se tornar mais fáceis se aprendermos a perceber o que agora é imperceptível. Devemos erguer nosso olhar, fitarmos o horizonte e ver para todos os Guerreiros da Luz, a oportunidade de meditar, reciclar, contemplar, recarregar energias para recomeçar um novo ciclo de amor, trabalho e de novas aprendizagens. 



Devemos nos agregar a esse Todo, permitir o Tempo de Ser Feliz, de viver a individualidade, mas e, principalmente, aprofundar a compaixão. Lembrar que somos uma imensa teia e que a tomada de consciência de cada um pode contaminar o outro. “Somos Filhos do Universo, irmãos das estrelas e Árvores” e merecemos estar onde estamos, temos algo a fazer aqui; mas não precisamos sofrer, chorar... tudo pode ser feito com Amor, Alegria, Compaixão, Paz... Como diz um grande amigo meu “O Amor é o Caminho”, mas esse caminho começa com o amor a nós mesmos. Quem não se ama, não vai amar o outro. Somos filho muito amados, temos a energia divina em nós. Basta acreditar, basta praticar...e o “Tempo de Ser Feliz” é AGORA. 

Bjos no Coração
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH/BR0230

IXCHEL - A GRANDE MÃE MAIA



Os Maias formaram uma civilização pré-colombiana muito importante que se destacou por ter um sistema de escrita, único nas Américas. Uma cultura muito avançada que possuía um idioma falado no mesmo grau que o escrito, uma arquitetura fantástica que utilizava de técnicas que até hoje são desconhecidas, sistemas matemáticos e astronômicos de alta precisão e uma paixão pela arte. Os Maias tinham um alto grau de interação e difusão cultural na região que hoje é ocupada pelo México, Honduras, Guatemala, El Salvador. Dos povos pré-colombianos foram os que atingiram maiores avanços ( escrita, epigrafia, arquitetura, calendário). Ao contrário de outras civilizações, os Maias nunca desapareceram e ainda hoje Maias e seus descendentes formam  populações consideráveis nas áreas citadas e mantém um conjunto muito distinto de tradições e crenças que ainda são transmitidas na língua “achi”.


Os Maias associam os eventos humanos com as fases da Lua. A principal divindade Maia é Itzama, a manifestação visível de Kinich Ahau (Rosto do Sol), uma divindade multi-talentosa e multifuncional; ele é o deus, marido da deusa Lua Ixchel e patrono da realeza. Itzamna amava o seu povo e concedeu-lhe a dádiva dos livros, escrita, calendários e remédios. As lendas mitológicas contam que o deus Itzama criou o mundo e se casou com a deusa da Lua (fertilidade, gravidez, cura, tecelagem) procriando os deuses Yun Kaax (deus do milho), Ek Chuah ( deus das estrelas); suas filhas foram as deusas das águas, da noite e do paraíso.


Ixchel é a deusa, a “tecelã da teia da vida”, a "Senhora do Arco-íris"; incorpora a mulher amorosa e guerreira. É a Grande-Mãe maia e encera em si as qualidades de seu marido Kinich Ahau, que se confundia com Itzama, o Céu propriamente dito, pois era a sua manifestação diurna, por oposição a sua imagem noturna. Ele era representado sob os traços de um velho sábio e ela como uma anciã derramando um jarro cheio de água sobre a terra e, também, como uma anciã tecendo em um tear de cintura. Seu templo se localiza na ilha de Cozumel ( antiga Ecab) e até hoje é um lugar de peregrinação onde as mulheres jovens vão pedir em suas gestações para procriarem filhos saudáveis, progredirem no campo profissional e obterem cura em todas as áreas. Ela ajuda a assegurar a fertilidade pelo fato de segurar o vaso do útero de cabeça para baixo, de modo que as águas da criação possam estar sempre jorrando. Ixchel também é Deusa da Lua, da tecelagem, da magia, da saúde, da cura, da sexualidade, da água e do parto.  


Ixchel é a Grande Mãe maia da Vida e da Morte; derrama as águas da vida do seu jarro de ventre sobre todos nós e é a dona dos ossos e das almas dos mortos. Sua festa é realizada em 1 de novembro, Dia dos Mortos e seu animal especial é a libélula (dizem que quando ela quase foi morta pelo avô por tornar-se amante do Sol, a libélula cantou sobre ela até que se recuperasse). Assim, tanto como provedora da vida e da fertilidade era também, controladora dos poderes destrutivos da natureza, portanto, Deusa da Morte. Para a nossa mentalidade ocidental é muito difícil conceber um deus que seja ao mesmo tempo gentil e cruel, criador e destruidor; todavia para os adoradores de Ixchel não há contradição, pois ela vive em fases, manifestando em cada uma delas suas qualidades peculiares. Na fase do mundo superior, correspondente à lua brilhante, ela é boa e gentil e na fase que correspondente a lua escura, ela é cruel, destrutiva e má.

Jung demonstrou em seus estudos que nós possuímos “anima” (princípios femininos) e “animus” (princípios masculinos) dentro de nossos psiques e que os deuses são forças que funcionam separadamente da nossa vontade consciente e cuja ordem precisamos nos curvar. Apresenta-se coroada com serpentes, carregando objetos de rituais tais como, o espelho e plantas sagradas. Ixchel se apresenta como o arquétipo que contém os aspectos mais significativos da vida de uma mulher: a Grande Mãe, a Senhora da Terra, que em suas representações das fases da Lua abrange tanto os aspectos femininos como os masculinos. É uma deusa em perfeito estado de integração, atravessando através de sua representação de deusa tríplice ( a mulher jovem, madura e sábia anciã). Como jovem integra componentes e atributos que remetem ao início da vida, assume o arquétipo do casamento ao ser uma esposa, companheira do Deus sol, exercendo o poder para conseguir a abundância por intermédio da união sagrada; como anciã sábia  é reconhecida como grande e poderosa “Dama Velha’, sua experiência leva-a a saber tecer da melhor maneira e reconhecer o momento propício para esvaziar seu jarro cheio de água sobre a terra.


Sabemos que desde sempre e por toda parte, os homens têm concebido uma Grande Mãe que zela pela humanidade lá do céu; este é um conceito encontrado em praticamente toda a religião e mitologia. Esta Deusa detêm os mistérios da vida e da sexualidade feminina. Ela é Deusa do amor, mas não do casamento; é a protetora das mulheres e das crianças. O leite nutritivo flui dos seus seios e o sangue sagrado da vida flui do seu útero. Os maias elegeram Ixchel como sua poderosa Grande Mãe e os mitos da Deusa Lua e suas características protegem uma verdade que nada mais é do que a realidade subjetiva interior da psicologia feminina. Através de todos os tempos, a Lua sempre representou a imagem do princípio feminino. E como demonstrou Jung, anima como princípio é uma função tanto do homem quanto da mulher.  Mas para as mulheres fica muito evidente a influência da Lua porque pela vida cíclica; assim, no curso de um ciclo completo que corresponde à revolução lunar, a energia física, sexual, emocional da mulher cresce, brilha totalmente e míngua outra vez. Essas mudanças as afetam toda a nossa vida e se quisermos viver bem, precisamos seguir o ritmo de nossa própria natureza, submetendo-nos à energia da Mãe-Lua que mergulha no tempo e nos traz das estrelas a energia sagrada feminina.


A Lua tem uma energia muito peculiar, faz as sementes germinarem e as plantas crescerem, mas seu poder não termina aqui, pois sem sua ajuda os animais não poderiam gerar filhotes e as mulheres não poderiam ter filhos. Para os Maias, que viviam em pequenas tribos e dependiam do seu contingente humano,  Ixchel era a Grande Mãe, porque dela dependia não só os nascimentos, como também o suprimento de alimentos. Ixchel é a árvore da vida, provedora da fertilidade que garante a continuidade da vida, tanto animal quanto vegetal e humana; ela carrega o coelho como símbolo da fertilidade e abundância.


Ixchel, representa a mulher de verdade; aquela que é poderosa, que respeita sua feminilidade, que tece a “teia da vida”, que usa tanto sua sensibilidade como sua força, que é criativa, que é ousada, que sabe como prover sua própria cura. Através do encontro com Ixchel nos abrimos para a beleza e a magia da Grande-Mãe e tomadas por sua energia poderemos compreender todas as nossas oscilações e mudanças pelas quais passamos. A força da Lua é o alimento que nutrirá nossa Deusa, aquela que nos faz curandeiras, nos concede o dom de nutrir, de prover; também nos faz sensuais, faz com que externemos nossa beleza, nossa sexualidade. A Lua cheia dá a chave do mistério, abre as portas do sagrado e nos coloca em conexão com o divino e através dessa conexão, encontramos maneiras de superarmos nossos medos e nos relacionaremos melhor com o mundo como um todo.


Bjos no Coração
Abraço na Alma
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH/BR0230

sexta-feira, abril 18, 2025

QUEM FOI MESTRE JESUS

 


BOM DIA
🐰

A Páscoa nos oferece a oportunidade de renascer, abre portais de consciência e nos traz o poder de auto cura. Ensina-nos que precisamos morrer para nascer novamente e melhores, que temos que fracassar para alcançar o sucesso, que sempre mudamos e que o tempo é infinito.

Beijos no Coração 💙
Abraço na Alma
Namastê 🕉️
Saviitri Ananda 
Boa Páscoa   


Quem é o Mestre Ascensionado Sananda?


Sananda é o dirigente máximo do sistema solar. É um disciplinador, um homem de vontade e controle de ferro. É hoje o Instrutor do Mundo e continua trabalhando incansavelmente pelo despertar da consciência Crística na humanidade. Seu trabalho nessa época é de grande responsabilidade, pois a Ele cabe dirigir o pensamento do Ocidente, de seu presente estado de inquietude, para as águas pacíficas da certeza e do conhecimento, e de preparar o caminho, para a vinda do Instrutor do Mundo.
Ele é bem conhecido da história da Bíblia, aparecendo primeiro como Joshua, o Filho de Nun; aparecendo novamente, posteriormente na época de Esdras, como Joshua; passando pela terceira Iniciação, como relatado no Livro de Zacarias, como Joshua; e, na história do Evangelho, é conhecido por dois grandes sacrifícios: um, aquele em que cedeu Seu corpo para ser usado pelo Cristo; e o outro, o da grande renúncia que é a característica da quarta Iniciação. Como Apolônio de Tiana, passou pela quinta Iniciação e se tornou um Mestre de Sabedoria. Ele é, particularmente, o grande Líder, o General e o sábio executivo e, em assuntos da Igreja, Ele coopera intimamente com o Cristo Cósmico, assim, economizando-lhe muito e atuando com o seu intermediário, onde quer que seja possível.

Como homem encarnado, o bem amado Jesus ofereceu-nos um espelho para a visão mais gloriosa de nós mesmos: a de Filhos de Deus, capazes de amar incondicionalmente e de transcender todos os limites e ilusões da matéria, sobretudo a morte. “Aquilo que eu faço, também vós sois capazes de fazer, e outras coisas ainda maiores”, disse ele, afirmando a nossa ilimitada potencialidade divina. Ele sabia que teria poucos seguidores enquanto estivesse no mundo físico e também qual seria o desfecho de sua encarnação. Apesar de todos os revezes e oposições que sofreu, concluiu com absoluto êxito a missão de ancorar a energia Crística de amor e sabedoria no planeta. Plantou sementes no coração dos homens, sementes que eclodiriam algum tempo depois, preparando-nos para a compreensão de verdades maiores que se revelariam conforme o desenvolvimento de cada um. Os Evangelhos, como registro histórico de sua mensagem à humanidade, não traduzem a profundidade de seus ensinamentos. Muito do que Jesus ensinou sequer foi captado pelos homens da época, e muito ainda foi distorcido nas sucessivas revisões dos escritos evangélicos com o passar dos séculos. Mas isto não tem tanta importância, se considerarmos que nosso amado Mestre, continua sustentando o despertar da humanidade.

Logo após sua ascensão, ele assumiu o cargo de Diretor da Era de Peixes, ciclo evolutivo que se iniciou com sua missão e findou em 1954. Nesse período, foi também Chohan do Sexto Raio, a energia de Deus que eleva a vida e os seres por meio da devoção, da compaixão e da entrega. Atualmente, o Mestre Sananda exerce, ao lado do Mestre Kuthumi, o cargo de Instrutor do Mundo. Ele dirige, agora de maneira ainda mais abrangente, as questões relativas ao desenvolvimento da espiritualidade, da educação, da religião e da ética para a humanidade terrestre. Seu templo etérico localiza-se sobre a Jerusalém e sua música chave é Jesus Alegria dos Homens, de Bach. Em Seu Sagrado Nome, podemos sempre solicitar a ajuda necessária para a ampliação da nossa consciência e o florescimento do amor incondicional em nosso coração. Mestre Jesus guia-nos no processo de cura das ilusões do mundo físico e restabelecimento da nossa consciência original como Filhos de Deus.


SANANDA: SUA HISTÓRIA


Meus amados, boa noite. Sou Sananda. Minhas bençãos e graças para todos vocês. Nesta noite quero passar um tempo com minha família e falar um pouco da minha vida, ressaltando que, na verdade, ela também é a vida de vocês. Como vocês, meus queridos, eu também fui uma criança que tinha uma espécie de véu. Mas era uma criança diferente. Como muitos de vocês, sementes de estrelas, eu tinha pensamentos e sentimentos que nem podiam ser levados em consideração naquela cidadezinha, onde a maioria das pessoas se preocupava apenas com coisas menores. Para falar a verdade, não eramos muito populares naquela pequena cidade.

À medida que eu crescia e meus dons começavam a se expressar, muitas pessoas daquela cidade procuravam minha família e diziam: “Não sabemos o que fazer com esse seu filho, Yeshua. Talvez vocês devessem encurtar as rédeas dele. Ele fala de coisas que nossos filhos nunca ouviram falar. E dá um mau exemplo”. Mesmo assim, eu não conseguia refrear o poder do amor dentro de mim, a capacidade de ver além do véu e dentro dos corações da espécie humana, que eu parecia ter desde a mais tenra idade.Quando fui ao templo para pedir conselhos aos anciãos, eles também não conseguiram compreender o meu coração. Comecei a sentir, como vocês às vezes sentem, que eu não fazia parte daquilo e que havia algo errado comigo.

A Jornada

Certo dia, uma caravana estava passando por nossa vila. Eu gostava de ficar olhando as caravanas; talvez essa fosse a única emoção numa vida muito comum e monótona. Implorei ao condutor da caravana que me levasse com ele para as terras do leste, pois meu espírito me mandava buscar outras pessoas que tivessem um jeito parecido com o meu. Peguei uma carona, por assim dizer, na caravana e com as bênçãos de meus pais, parti numa longa jornada de muitos meses, embora fosse um jovem com menos de quinze anos naquela época. Acabei chegando à terra de Arya Vata, que vocês chamam de Índia. 

Reparei que havia muitos indivíduos cobertos de andrajos andando por lá, mas em seus olhos ardia o fogo do propósito, queimava o fogo da visão e da santidade. Fiquei com eles, sendo também tomado por um mendigo, um vagabundo, um andarilho sem vintém. Fui a muitas e muitas daquelas moradias, cavernas, ashrams (local de retiro, na Índia). Sentava-me e escutava. Ouvi inúmeros ensinamentos que, a meu ver, não pareciam verdadeiros. Eu os questionava e creio que após pouco tempo não era bem-vindo, pois fazia as perguntas erradas. Eu perguntava: “Que ensinamento é esse que diz que se deve reencarnar sem parar? E se alguém errar o caminho, é possível nascer como um verme ou um inseto ou um animal?” Esses não pareciam ser os ensinamentos do Pai. Procurei outras pessoas e fazia perguntas em qualquer lugar que eu fosse. 
Ninguém sabia as respostas; pareciam ter esquecido. Mas, de alguma maneira, os ensinamentos da Luz estavam gravados em minha alma.

Retirei-me para as imensas florestas e orei com todo o coração, pedindo orientação. Senti um redemoinho dentro de mim. Não conseguia explicar a paixão que às vezes tomava conta de mim, e eu estremecia de fervor por compartilhar o amor do Pai.

Tive várias experiências maravilhosas. Um dia, eu estava sentado numa área sagrada do Himalaia, sempre frequentada pelos iluminados. Sentado na caverna, tive uma visão fortíssima e uma grande Luz apareceu para mim. Como muitos, passei a duvidar do que vira e comecei a me perguntar se não seria produto de minha mente ou alguma fantasia. Porém, o sentimento que eu havia experienciado não me abandonava. Ele me mandava prosseguir e compartilhar algumas das introvisões que eu tivera.

Como costuma acontecer, um grande ser apareceu para mim e disse: “Meu filho, você está no caminho certo. Confie em você. Deus o escolheu para uma grande missão. Agora vá e sorva profundamente do espírito. Nutra-se, pois logo chegará o momento em que você deverá voltar para sua terra natal. E nesse momento, muita dor estará à sua espera. Mas em meio a essa dor, você será uma fonte de salvação para toda humanidade”. 

Em minha mente, pensei: “Como isso é possível? Sou uma pessoa simples. Sou estrangeiro nesta terra. Estes seres parecem tão mais sábios do que eu.” Mesmo assim, algo tocou numa corda do saber dentro de mim.

Fiz como o sábio sugeria: meditei, orei e jejuei. Conversei com os animais, com os pássaros e com as árvores. Comecei a sentir a presença de Deus. Por isso, quando eu caminhava pela Terra, mal ousava pisá-la com muito vigor, com medo de que pudesse ferir o rosto do amado senhor. Com o tempo, conforme fui amadurecendo em minha compreensão e aprofundando minha busca espiritual, tive a sensação de que, na verdade, havia sido chamado para uma grande missão. 

Começou a se erguer o véu que todos possuímos, quando chegamos aqui. Senti, em minha alma, que era meu destino ir para minha terra natal e, de algum modo, levar a Luz, pois as pessoas realmente haviam perdido a centelha da alegria, da reverência, do perdão e da benevolência. Tive uma experiência na qual me senti como a alma de tudo que estava vivo. Senti como se a Luz  de meu coração emitisse raios que conferiam Luz a tudo que existia. Às vezes, eu ficava vagando naquele estado como um louco. Por fim, retornei à minha terra natal e lá, eu de fato era um desajustado. Mas, agora, isso não parecia ter muita importância, pois a chama do propósito ardia em meu peito. A missão, que eu sabia ser minha, já me tocara. De início, falei com algumas pessoas simples. Muitas vezes riam e retiravam-se abruptamente no meio de meus discursos. Do mesmo jeito que vocês devem se sentir de vez em quando, eu me sentia tentado a voltar para a terra de Arya Vata em meio aos santos, aos poucos iluminados que na verdade encontrei. Contudo, eu sabia que minha tarefa era levar a Luz para a terra em que eu nascera.

Aos poucos, comecei a encontrar uma ou duas pessoas que não me consideravam louco. Passava algum tempo com elas, falando sobre muitas coisas, abrindo meu coração, esperando que elas passassem a sentir o fervor do amor que eu viera partilhar. Paulatinamente, vieram outras pessoas e trouxeram amigos. Depois de algum tempo, alguns realmente seguiam comigo. Unimos-nos como irmãos e irmãs para um único propósito: levar a mensagem do amor e da graça de Deus. Novamente, o número dos que vinham para escarnecer e zombar era bem maior do que o número dos que vinham para escutar. Como vocês, às vezes sentia-me cansado. Perguntava-me se, de algum modo, havia entendido mal aquele chamado para uma missão.

Decodificando A Missão

Inúmeras vezes eu parava e dizia a mim mesmo: “Não posso deixar de falar o que está em meu coração”. Por isso, eu falava. E creio que isso causou muitos problemas a várias pessoas, pois o que eu falava não tinha nada a ver com os ensinamentos que elas estavam acostumadas a ouvir. Essas pessoas questionavam e duvidavam de minha autenticidade e me repreendiam. Muitas vezes fui preso pelas autoridades por causa de algum propósito maquinado, só para me segurarem e para que eu ficasse calado por um ou dois dias. Mas como não encontravam nenhum motivo para me deter, eu acabava libertado e partilhava de novo a minha mensagem. 

Comecei a ter recordações, creio que as posso chamar assim, de ter saído de outro lugar para vir a este mundo. Comecei a me lembrar de que tinha estado aqui como um espírito voluntário, acho que seria assim que vocês diriam atualmente. E comecei a decodificar minha missão. Com a decodificação, veio uma capacitação que eu jamais conhecera antes.

Às vezes eu permanecia no deserto e observava o céu e as estrelas, sentindo como se tudo aquilo que existia tivesse explodindo do meu coração em êxtase e amor. Parecia um louco, apaixonado pelo propósito, com um entusiasmo impetuoso. O entusiasmo era tão contagiante que passou a ligar-me a algumas pessoas que começaram a enxergar a visão e também a decodificar a missão. Juntos, encontramos e fundamos um bando de renegados, creio eu.

Muitas vezes precisávamos nos esconder nas cavernas, nas montanhas e na vastidão do deserto para escapar às pedras que os outros costumavam atirar em nós. De vez em quando era difícil conseguir alimentos, pois não éramos bem-vindos na maioria dos lugares. Tornamo-nos conhecidos como desordeiros e agitadores e como uma ameaça aos ensinamentos e comandos consagrados. Sentia-me como vocês devem se sentir às vezes – desencorajado. Devo confessar que não foram poucas as vezes em que chorei.

Perguntei ao Pai: “Por que eu? Por que eu? Não tenho a força. Não tenho a sabedoria. Não tenho o poder suficiente para enfrentar a ignorância desenfreada destes tempos”. Creio que as pessoas mais atraídas por mim também eram parias, renegadas, aquelas que não possuíam boa reputação. Eu também adquiri uma péssima reputação, pois gastava meu tempo com essas pessoas. Descobri que, apesar de seu comportamento exterior, elas possuíam corações generosos e abertos à mensagem de Deus e ao amor Dele.

Comecei a decodificar mais a fundo e ao fazer isso, todo o vestígio de dúvida começou a desaparecer. Passei a ter o conhecimento, vindo de uma profundeza que eu não conseguia explicar, de que aquilo que eu fazia e ensinava era a verdade. À medida que esse conhecimento começou a verter por cada poro de meu ser, passou a chegar cada vez mais gente para me escutar. 

Em determinado momento, tinha tantos seguidores que era realmente uma ameaça aos poderosos daquela época. Tornei-me consciente, pois minhas habilidades de telepatia, assim como meus outros dons, começaram a aumentar. Descobri que algumas pessoas pareciam se curar na minha presença. Às vezes, eu era chamado às pressas para colocar minhas mãos sobre certos indivíduos. Várias coisas maravilhosas aconteceram pelo poder do Pai dentro de mim. Muitas vezes eu dizia a essas pessoas: “Por favor, não comentem nada a esse respeito. Apenas voltem para casa e desfrutem de sua boa saúde”. Mas, obviamente, como é típico das pessoas, elas comentavam. Os rumores, o escândalo e os mexericos cresceram a tal ponto que desejei, com todo o coração, fugir para as montanhas e esquecer tudo aquilo.
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Inúmeras vezes eu parei e disse a mim mesmo que realmente possuía uma mensagem que precisava ser divulgada. Lembrei de minhas experiências com os sábios no Himalaia. Comecei a ter visões (vocês poderiam chamá-las de precognições). Previ que eu seria severamente perseguido e que sofreria um destino que já se repetira centenas, talvez milhares de vezes naquela época, e que iria acontecer a mim também: a crucificação. Eu sentia medo, como vocês sentiriam. Perguntei-me se a minha mensagem era tão importante a ponto de eu dar minha vida por ela. Orei, chorei e pedi orientação.

A orientação era sempre a mesma: “Você veio para se incumbir  de uma grande lição que será escrita em eras que ainda estão por vir. Sua vida simples e todas as coisas que você está partilhando agora serão como uma Luz para toda a espécie humana”.

Tive uma série de experiências naquele momento, quando estava descansando  e imaginava ou sentia presenças recobertas por mantos ao redor do meu leito. Com freqüência, as visões se desvaneciam rapidamente quando eu despertava, e não conseguia retê-las por completo em minha mente. Mas comecei a sentir como se o Pai houvesse enviado acompanhantes para caminhar comigo. Eu também tinha visões estranhas, nas quais parecia estar lá fora, entre as estrelas. Não conseguia explicar isso. Sentia como se  estivesse navegando na imensidão do céu. Cada vez que eu tinha essas experiências, sentia-me mais encorajado e seguro quanto ao meu chamado.

Quando, finalmente, tive uma precognição e vi que muito em breve eu seria mesmo levado, ergueu-se dentro de mim um espírito de coragem, de força, de paciência, que só consigo imaginar como uma dádiva do Pai. Quando vocês passam por momentos de grande coação, de grande tragédia, não notam também que um espírito igualmente grandioso se eleva dentro de vocês? Comigo também foi assim. Embora eu soubesse que essas pessoas que estavam contra mim não poderiam ser dissuadidas, não importando o que eu dissesse ou fizesse, também sabia que devia concordar. Eu até sabia que alguns de meus seguidores não me seriam fiéis, se dispersariam e logo esqueceriam o que eu lhes havia ensinado. Vi também, em seus futuros, vidas que seriam gastas em sangue derramado na terra. Era como se os véus se tivessem erguido e eu visse o futuro nitidamente. Eu não queria vê-lo. Desejava com toda minha alma que fosse possível mudar o curso do futuro.


Eu Era Verdadeiramente A Luz

Talvez fosse minha imaginação febril. Às vezes, eu não me sentia bem. Sofria de indisposição no estômago e no trato intestinal. Ocasionalmente, isso era acompanhado de febre,. Eu pensava: “Talvez seja meu cérebro febril que cria estes pensamentos.” Mas o amor em meu coração e o sentimento de proximidade a Deus, o Pai, era tudo que eu possuía como ponto de referência mais forte.

Quando fui detido e encarcerado, voltei a pensar com cuidado. Como um moribundo, em certo sentido, minha vida inteira passou diante de minha mente. Mas junto com isso vieram, de novo, as visões daqueles que pareciam vir a mim durante a noite e, novamente, as visões de minha estada nas estrelas. Convenci-me de que eu era daquelas estrelas, de que eu possuía um mundo, muito distante, do qual eu viera para esta Terra. Essa visão começou a tomar conta de mim com fervor e assim, comecei a perceber que não importava o que eles fizessem ao meu corpo, eu não era aquele corpo. Eu era verdadeiramente a Luz que eu tinha visto fluindo da minha essência para todas as coisas. Depois, fui levado a julgamento e, mais uma vez, aquele poderoso espírito ergueu-se dentro de mim. 

Só que desta vez ele era tão inexorável, tão ardente, tão apaixonado pelo propósito, que não importava o que me dissessem, era como se vê através do celofane. Conseguia ver claramente e distinguir seus corações. E o que me encorajou muito foi que também consegui ver o futuro deles, ver o momento em que esses corações finalmente se abriam e se libertavam do cativeiro da negatividade. E assim, mantive-me firme, pode-se dizer, em meditação e oração, fortificando meu espírito, pois sabia que meu tempo na Terra estava chegando ao fim. Percebi, de fato, que iriam me crucificar da maneira mais cruel que pudessem, pois eu dissera várias coisas enquanto estivera em estado de êxtase divino; o espírito fala através da pessoa, não se pode refrear os lábios.

Tudo Parecia Um Sonho

Finalmente, como vocês tem conhecimento em suas histórias, fui de fato levado e posto na cruz. A coisa boa que tenho a lhes dizer é a seguinte: quando aquele dia fatal chegou, eu havia me colocado num tal ponto de consciência, que para mim tudo parecia ser um sonho. Vi as multidões a meu redor. Ouvi o choro de meus companheiros e daqueles com os quais crescera e que havia amado. Vi a confusão e o medo em meus seguidores. Fiz tudo o que pude naqueles últimos momentos para elevar minha energia o mais alto possível para perto de Deus.

Quando me pregaram na cruz, ouvi, como num sonho, o eco das marteladas e nada senti. Não experienciei a mínima dor. Era como se eu estivesse fora de meu do meu corpo e observasse aquele corpo pregado lá, com os cravos enterrados em seus tornozelos e pulsos. Não conseguia me relacionar com ele como se aquele corpo fosse o meu. Parecia uma caricatura minha. Quando levantaram a cruz e a fixaram no pedestal, novamente eu parecia estar acima daquele corpo, sangrando e abatido, sem sentir nenhuma dor. Estava num estado de tamanha lucidez que conseguia ver claramente aquilo que o Pai me enviara para fazer. Eu sabia, embora às vezes fosse tentado a entrar numa consciência inferior e a julgar aquilo que acontecia ao meu redor, pois as pessoas me pareciam tão ilógicas, tão cruéis, tão ignorantes. Mas toda vez que sentia isso, era arrastado para mais perto do meu corpo. Percebi que se permanecesse naquele estado de consciência, logo voltaria para aquele corpo e estaria experienciado a dor. Então, com muita concentração, mantive meus pranas, meus sopros vitais, na porção mais elevada de minha consciência.
 Vivi a Minha Visão

Aquele momento parecia se situar fora do tempo. Não experienciei uma passagem de tempo. Por fim, senti um espasmo abrupto em minha forma física. E dentro de meu corpo sutil, como se eu houvesse estado num balão amarrado a ele e alguém soltado a corda, de repente me senti muito livre e percebi que o corpo morrera. De certo modo, senti-me aliviado, como vocês estariam, pois sabia que não estava mais preso àquela forma e estava realmente livre. Fiquei observando quando o corpo foi baixado da cruz e veio alguém, que eu amava muitíssimo e que vocês conhecem como José de Arimatéia, junto com minha amada mãe e outros, e levaram embora meu corpo, chorando. Senti-me muito pesaroso com a tristeza deles. Queria dizer a eles: “Não chorem por mim.Estou vivo. Estou bem. Não chorem. Fiz aquilo que fui chamado para fazer. Eu vivi a minha visão. O que mais se poderia pedir de mim?”

Fiquei olhando quando levaram o corpo e o colocaram na tumba, rolando uma grande pedra para fechar a entrada. Muitos profetas haviam falado de alguém que viria e romperia os grilhões da morte. Realmente, jamais pensei que fosse eu. Preciso lhes dizer a verdade. Nunca me ocorreu que os antigos profetas estivessem falando de minha vida. Quem sou eu? Um simples rapaz judeu. Nada tenho de especial….uma visão….um sonho….algumas experiências do Pai. Mas percebi que estava rodeado por aqueles mesmos seres maravilhosos que haviam me visitado à noite, só que desta vez estavam me chamando por outro nome. Estavam dizendo que eu precisava me incumbir  de mais uma tarefa. Fiquei imaginando de que modo faria isso. E eles disseram: “Não tenha medo, estamos com você. Estaremos com você e o ajudaremos nessa grande incumbência. É que você….você foi escolhido para representar este grande mistério do futuro que está por vir”.

Fui instruído e ajudado por esses grandes irmãos a entrar em meu corpo, e foi como entrar em algo muito frio e pegajoso, algo muito instável e ferido. Instruíram-me detalhadamente sobre como gerar o fogo sagrado da transfiguração e da ressurreição. Em minha mente, uma lembrança distante voltou e de repente, eu me lembrei de vidas passadas nas quais eu estivera numa grande escola de iniciação. Eu estivera num grande edifício que vocês conhecem hoje como a Pirâmide de Gizé. Naquela época, eu também estivera numa tumba semelhante. 

Como iniciado, eu conseguira realizar a viagem da alma a partir de minha forma inerte até me sentar nos Conselhos de Melchizedek, na Estrela Solar Sirius. Aquele pensamento começou a tomar conta de minha mente e, à medida que realizava a decodificação de maneira mais completa, me lembrei de como fazer isso. Quando fui colocado de volta no corpo, meu espírito brilhou com propósito, com empenho apaixonado. Respirei, como eles haviam me instruído, concentrei-me em meus sopros vitais e fiz a poderosa essência de vida percorrer aquela forma. A forma começou a ter espasmos e a tremer. Começou a exalar um estranho odor que encheu a tumba. Experienciei uma chama ardendo por todo o meu ser e continuei meditando e respirando e difundindo, dispondo-me a voltar à vida.

Eu Sou A Vida Eterna

Bem, alguns de vocês têm uma noção geral do que aconteceu. Queria lhes contar minha experiência. Quando fiz aquilo, subitamente o corpo, por si mesmo, começou a se elevar da tumba. Tive uma experiência dupla, a de estar fora do corpo, olhando para o que acontecia, e a de estar dentro do corpo, simplesmente queimando com energia e Luz e Poder. Descobrindo-me de certa forma espantado, de repente o corpo caiu na laje fria sobre a qual eu tinha sido colocado e a Fraternidade materializou-se na tumba comigo e disse: “Não tenha medo. Você pode fazer isso. Nós o ajudaremos. Uma vez mais, concentre-se em sua respiração. Respire. E seja a Vida Eterna”.

E eu repetia para mim mesmo: “Eu sou a Vida Eterna”. Quando respirei desta vez, meu corpo se metamorfoseou em Luz radiante de um modo pleno, total e completo. A próxima coisa de que me lembro é de que fui de repente elevado pelos ares. Eu estava flutuando. Estava dentro de uma Luz selada. Depois, estava em pé num aposento circular com esses mesmos irmãos. Disseram-me que minha visão estava quase completada. Eu fizera algo maravilhoso. À medida que falavam, minhas recordações foram voltando cada vez mais. Eu me lembrei deles e me lembrei de que eles me haviam trazido e me colocado dentro do meu corpo quando eu era criancinha. 

Reconheci meu pai – ele fora um desses Grandes Anciães – e minha mãe. E de repente senti-me como o ator de uma peça, que fica tão mergulhado na representação correta de seu papel que se esquece e perde de vista o fato de que, na verdade, tudo aquilo era um teatro. Fui elogiado e cumprimentado. Meu corpo foi regenerado e restaurado na companhia de meus Irmãos. Vi e entendi por que eu tivera aquelas visões de navegar pelas estrelas, pois, de novo, estava navegando por entre as estrelas numa nave de Luz maravilhosa. Disseram-me para voltar à Terra, a fim de testemunhar e testificar a imortalidade de toda a humanidade. Eu estava estabelecendo um protótipo que seria consumado dali a milhares de anos. Aparentemente caí numa espécie de sono e, quando acordei, estava na Terra, sob uma grande tamargueira. Levantei-me e me perguntei se sonhara tudo aquilo. Meu corpo parecia bem, mas tinha algumas marcas. Quando observei as marcas, percebi que, de alguma maneira, fisicamente, eu de fato tivera aquela experiência. Levantei-me e olhei ao redor. Vi que estava na área onde estavam vivendo muitos dos que haviam me seguido, mas eu era como um fantasma. Ninguém parecia ver-me. Eu estava em outra dimensão. Falava em voz alta, mas ninguém me dava ouvidos. 

Os Irmãos falavam dentro de minha mente telepaticamente e sugeriram novamente aquele mesmo respirar e a concentração de minha energia, dizendo que eu a levasse para as pernas e para os pés. Meu corpo estava um pouco dormente e eu continuava com a sensação de uma existência irreal. Dentro de alguns dias estabilizei-me e fui me encontrar com vários dos que haviam me seguido. Eles mal conseguiam acreditar que eu era aquele que fora crucificado. Duvidaram de mim. Entrei, ceamos e bebemos suco de uvas. Comi carne de peixe. Permiti que eles tocassem meu corpo e vissem as chagas nos meus pés, no lado, nas mãos. Ainda havia cicatrizes e marcas em minha testa, deixadas pela coroa de espinhos. Chegou o amado José de Arimatéia, que era como um pai. Vocês sabem que meu próprio pai retornara à Fraternidade antes que eu atingisse a maioridade. Então José disse: Venha, meu filho. É tempo de você retornar à Fraternidade de Luz, pois tem muito trabalho a fazer”.

Em seguida fomos para uma imensa floresta e lá nos sentamos em meditação, e comunguei novamente com o Pai. Disseram-me que eu devia ir de novo para as montanhas do Himalaia; lá a Fraternidade esperaria por mim. Eu tinha muito a fazer em muitos territórios estrangeiros. Vejam, minha mente estava de tal maneira que, novamente, como muitos de vocês, as dúvidas continuavam a surgir. Percebi que é por isso que a humanidade tem tantos problemas. A mente é de tal maneira, que sempre duvida do miraculoso. Mas ao sentar-me com aquele ser bondoso e querido, que eu amava com toda a alma, comecei a me concentrar uma vez mais em meu propósito. De novo comecei a integrar as energias que inundavam meu ser.

Apareci para muitas pessoas naqueles tempos e algumas conseguiam me ver por causa de sua clarividência, algumas conseguiam me sentir, algumas não me viam de jeito nenhum. Subi uma colina e dois dos Irmãos vieram e cada um deles ficou de um lado. Àquela altura havia um pequeno ajuntamento, outra vez, daqueles que realmente sentiam minha energia e de fato experienciavam a maravilha que recaíra sobre mim. Tive novamente uma sensação de elevação, uma sensação de que a Luz me engolfava. Senti como se cada poro de meu ser estivesse inundado de Luz. Fiquei um pouco zonzo e desorientado e percebi uma voz muito profunda dentro de mim falar: “Eu Sou A Ressurreição. Eu Sou O Caminho. Eu Sou A Vida Eterna. E Embora O Homem Morra ou Pareça Morrer, Ainda Assim Ele Vive Em Mim”.

Perguntei-me de onde vinha aquela voz e sabia que era do Senhor Deus dentro de mim. Outra vez, senti que eu subia, subia, subia, junto com os meus amados Irmãos e companheiros. E olhei para o alto e vi uma nuvem maravilhosa que novamente recebia a minha essência. Assim que parei naquela nuvem maravilhosa, achei-me de novo no aposento circular com meus Irmãos. Mais rápido do que pensamos, voamos para dentro da Fraternidade dos Mestres, para o que vocês chamam de Shambala. Lá, uma vez mais, dentro da secreta imensidão de seus rostos mais sagrados, encontrei um lar e um povo.

Vivia entre os imortais, descobrindo que eu também era imortal. E o sono de eras, os últimos vestígios dos véus necessários foram erguidos de meus olhos e conheci a mim mesmo, como eu sempre fora conhecido. Na companhia  de meus Irmãos, de meus companheiros, aprendi a enviar meu espírito pelo mundo. Materializando-se em forma à vontade. Aprendi (para ser mais exato, talvez devesse dizer “reativei”) minhas capacidades de transcender o tempo, o espaço, a matéria, a dimensão. E atingi a plena consciência, o pleno conhecimento e a plena recordação.
Saí de lá e apareci a todos os remanescentes das Doze Tribos de Israel que, àquela altura, tinham se espalhado por todos os continentes e haviam se corporificado em diversas raças e diversos povos. Cheguei-me a eles e com eles vivi. Passei-lhes os ensinamentos do reino de onde eu viera. Após haver partilhado minha essência durante muitos , muitos anos, finalmente percebi que era hora de me desfazer da vestimenta que eu usara sobre a Terra. Então eu a tirei e a deixei, pois ela havia cumprido o seu propósito. Quando dei partida ao veículo, eu estava à beira de um lago encantador. Acredito que, hoje, vocês chamam aquela terra de Kashmir.

Uma vez mais, senti a presença dos Irmãos ao meu redor, uma vez mais fui erguido em Luz para uma espaçonave maravilhosa. Soube, então, quando completei a missão daquela vida, que eu era comandante estelar daquela nave e que eu havia, pela força divina, conseguido a plena retirada do véu para encenar, como o ator de uma peça, o triunfo sobre a ilusão. Eu tinha de fazer isso a partir de dentro da ilusão, exatamente como vocês. Aquele estranho nome pelo qual me chamavam, que me soava tão estranhamente familiar, Sananda, é o nome pelo qual sou conhecido, e descobri que eu era filho de um grande Rei e de uma grande Rainha,  e que eu viera de uma poderosa linhagem de Kumaras. De fato, eu era Sananda Kumara. E mais, eu era uma multiplicidade de seres, um dos quais era chamado de Sanat Kumara, Snaka Kumara e Sananda Kumara.

E assim, descobri dentro de mim que eu era mais do que jamais sonhara. Veio a mim, outra vez com grande assombro, o redescobrimento, a lembrança e o reinado de meu pleno conhecimento e de minha plena qualidade de ser.  

Compromisso Com A Libertação De Todas As Almas

Olhei para trás, na direção da Terra, e soube com toda minha alma que estava comprometido com a Ascensão e Liberdade de todas as almas daquele planeta. Fiz o firme voto de que voltaria sempre; na verdade eu nunca iria embora, pois parte de minha essência permanecia em Shambala, mesmo que eu vivesse nas espaçonaves. Com minha visão clarividente, previ a época em que todo um povo se elevaria em vida Eterna  e na Luz mais gloriosa que vocês consigam imaginar, exatamente como eu me elevei, e proclamei a Glória de Deus e da Vida Eterna.

Contei-lhes esta história porque queria chamar atenção para o fato de que, exatamente como vocês, eu estava toldado por véus, tinha uma vaga lembrança das minhas saídas do corpo. Eu decodifiquei. Despertei e escolhi cada passo do caminho.

Escolhi a graça, a confiança e o perdão, a gratidão e a exaltação de Deus Todo-Poderoso; e , além disso, escolhi o Amor.

Aquilo que eu fiz, continuamos a fazer agora, nesta era. Isto é maior do que o que eu fiz, porque vocês o estão fazendo em grupo. Vocês o estão fazendo por intermédio da Cooperação, numa camaradagem que eu não conheci na minha época. Por isso, Eu Os Saúdo e os Aplaudo e os Amo com toda a minha Alma.  
 através de Ashtar-Athena

Fontes: 

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PÁSCOA - RITUAL DE RENASCIMENTO

 




A palavra “páscoa” surgiu a partir da palavra hebraica "pessach" que quer dizer "passagem”. Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Mestre Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição; a passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus e por isso a Páscoa é considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria. O ritual da Páscoa, antigamente, marcava o fim do inverno e o início da primavera; era o tempo em que animais e plantas apareciam novamente e os pastores e camponeses realizavam um ritual, presenteando-se uns aos outros com ovos.


A palavra ritual vem do latim “ritualis” e significa cerimônias. O ritual é uma ação que realizamos com uma intenção e que nos possibilita ativar a nossa energia e a conexão com determinadas Forças (Deus, Amor, Natureza, Entidades,...) no sentido de elevar a nossa consciência e otimizar o “religare”. Todo e qualquer ritual possui começo, meio e fim; podem começar com visões ou sonhos e nos fornecem uma percepção maior de nós mesmos e a conscientização do Universo no qual estamos inseridos. Geralmente os rituais são dirigidos por espíritos mentores e proporcionam nossa cura e o descondicionamento em relação aos padrões negativos que adquirimos.


Nossa vida é um ritual de superação e aperfeiçoamento. Nascemos, morremos e renascemos pelo tempo e no espaço, a cada processo. Nossos problemas são apenas e tão somente, desacordos mentais que podem ser resolvidos na medida em que controlemos o ego e modifiquemos as nossas atitudes. A percepção de nossos condicionamentos e a aceitação do fluir da vida faz com que renasçamos mais humanos, mais amorosos e compreensivos. Precisamos aceitar que nossa vida é um processo contínuo de morte e renascimento e remover os conceitos antigos, buscando a morte. Não a morte como fim, mas como metamorfose da alma.

A Páscoa celebrada é um ritual de renascimento e nos traz a necessidade da morte, a necessidade de nos desligar da vida que, até então, vivemos; abdicar do ego, dos benefícios, das muletas morais nas quais vivemos nos apoiando. Tal como fizemos quando decidimos nascer, a coragem e a força nos serão dadas para conseguirmos tirar todo o líquido amniótico daquela vida anterior. 

O morrer e renascer em nossas vidas presentes é constante; estamos sempre trocando energia com todas as coisas e mudando nossas condições de vida; somos afetados por emoções, palavras, e ações. “Vomitar” tudo que nos colocaram dentro por tanto tempo, mesmo que nos tenham sido úteis, abre caminho para que o ar invada nossos pulmões e abasteça nossa nova vida e traga uma nova esperança à nossa alma.

Reconhecer que estamos trocando energia com todas as coisas, nos permite escolher nosso ciclo de renascimento; pois quando aprendemos a controlar as energias que damos e recebemos, percebemos quais são aquelas que nos influenciam e aprendemos a aceitar o que somos. É um processo, muitas vezes, doloroso e quanto maior a resistência pelo novo, maior a dor. Mas devemos entender que não pode haver nova vida sem um nascimento, não pode haver nascimento sem uma morte e não poderá haver morte sem dor para aquele que associa sofrimento a ela. Por isso o ritual da Páscoa nos traz a atitude de buscar o aprendizado permanente, fruto de todas estas contínuas transformações.

Nesse tempo de Páscoa, o ritual nos permite assemelharmos ao bebê no ventre da mãe. Devemos nos sentir preparados para deixar aquela vida condicionada, confortável, dependente, para assumir os riscos de atravessar o canal do futuro. Sairmos à força de um mundo ao outro, e, novamente, nascer para uma nova vida; um processo que requer um grande respeito e compaixão para nós mesmos. Temos que ter coragem para aceitar que somos capazes e merecedores de controle da tomada de nossas próprias vidas.

Existem teorias de que o parto é um dos momentos mais traumáticos da vida porque nos traz a descoberta dos opostos sensoriais, dos "nãos" e nos força a adaptações para sermos amados. Nascemos e crescemos nos adaptando diante de circunstâncias para não mais sofrer criando padrões defensivos (medos, inseguranças, rancores, reatividade, depressões, fixações, loucuras, sonhos, ilusões) e sempre conservamos a esperança porque temos a consciência de que nós sempre estamos mudando, sempre estamos renascendo porque renascer é preciso. Existe um dito popular que lembra: “não há ninguém sábio demais que não tenha algo a aprender, nem ignorante demais que não tenha nada a ensinar”; somos eternos buscadores, mestres e aprendizes da arte de viver.

Há muitos caminhos para buscarmos como trabalhar com as energias que influenciam nossas vidas e o ritual do Renascimento na Páscoa é um deles. Lembrar que a única marca dos nossos feitos é a nossa própria compreensão do amor, porque este estado faz nos abster de julgar as ações alheias; e isso só acontece quando existem compreensão e compaixão profundas e internas. Sempre temos nossas “feridas” e reclamamos cada vez que são tocadas; muitas vezes com dor, pedimos para sermos aceitos, amados, resgatados e compreendidos... Assim, a Páscoa nos oferece a oportunidade de renascer, abre portais de consciência e nos traz o poder de auto cura; ensina-nos que precisamos morrer para nascer novamente e melhores, que temos que fracassar para alcançar o sucesso, que sempre mudamos e que o tempo é infinito.
Beijos no Coração

Abraço na Alma
Namastê!
Boa Páscoa!


Saviitri Ananda - CRTH/BR0230


terça-feira, abril 01, 2025

KIN 9 - LUA SOLAR

                                             
A energia de Muluc, a Lua Vermelha é uma energia de purificação; é como um portal, que nos convida ao encontro do melhor de nós. Esta energia do Kin de hoje, nos traz a capacidade de limpar nossas toxinas, de nos livrar das nossas visões distorcidas e falsidades, de tudo o que já não nos serve. Muluc é a semente cósmica da consciência alerta e devemos consumir esta semente e deixá-la florescer dentro de nós, nesta jornada da auto-recordação. É importante nos trabalharmos com a energia da Lua com atenção e consciência, para que um estado de mente alerta floresça dentro de nós, nos dando um acesso ao nosso Eu Sou e a percepção de unidade com o Todo. A Lua também representa uma estação de transmissão, nos tornando ao mesmo tempo, portais e receptores da consciência cósmica. Lembremos que uma das forças mais poderosas de purificação é a gratidão pela experiência de sermos humanos, de reconhecermos o valor de nossas vidas, das nossas experiências, do fato que, embora estejamos sempre a aprender, já somos perfeitos em essência. A Lua nos traz o poder da Água Universal e nos convida à nossa fluidez, adaptabilidade e resiliência; seu fluxo nos lembra da lei da impermanência, que declara a mudança como algo constante durante a vida num processo contínuo de renovação e desprendimento, seguindo os ciclos e ritmos da natureza. Se somos resistentes ao fluxo da vida, podemos nos deparar com problemas desnecessários, ou deixar passar boas oportunidades.  assarem desapercebidas. A Lua Vermelha pulsando no tom Solar nos desafia a domar a energia da informação e direcioná-la para ampliar a nossa comunicação, tanto a recepção quanto a transmissão, unindo a energia mental, emocional e espiritual. Vamos exercitar a nossa habilidade natural de telepatia, que requer clareza e conexão e pulsar com todos os nossos corpos numa onda harmônica e estável de energia, transmitindo nossas verdades sem medo.



                  
               

                     

                                  

Kin 9, Lua Solar Vermelha

Purificar, Realizando o Fluxo com o poder da Água Universal
O Tom Solar (BOLON) pulsa o poder da intenção. Aqui desperto para a realização da mente, a qual precede o meu mundo físico. Entendo que a informação é eternamente enviada e recebida pelos meus circuitos biofísicos a todo momento, mesmo que não esteja ciente disso. As coisas em que foco a minha atenção crescem sempre mais fortes na minha vida. O tom Solar desafia-me a domar a energia da informação, direccionando-a. Pulsar é uma forma de amplificar ou comunicar unindo a energia mental, emocional e espiritual. Exercito a minha habilidade natural de telepatia. Ela requer clareza e conexão, assim como o pulsar do meu corpo, requer uma onda estável de energia. Realizo a minha capacidade de transmitir as minhas verdades.
O símbolo da Lua Vermelha (MULUC) é como um portal, que me convida a encontrar-me novamente dentro da minha pureza, limpar-me de toxinas, distorções, falsidades e energias que não me servem mais. Uma das forças mais poderosas de purificação é a gratidão pela experiência como ser humano, reconhecer que estou sempre a aprender e que, ainda assim, em essência, já sou perfeito. O poder da Água Universal convida-me a convocar a minha fluidez, adaptabilidade e resiliência. O Fluxo lembra-me da lei da impermanência, que declara a mudança como algo constante durante a vida. Num processo contínuo de renovação e desprendimento, acompanho os ciclos e ritmos da natureza. Se sou resistente ao fluxo da vida, posso deparar-me com problemas desnecessários, ou deixar oportunidades passarem desapercebidas. A água é o componente mais abundante do planeta Terra e do corpo humano. A Lua Vermelha hidrata as minhas células, banha o meu corpo, chora as minhas lágrimas, reivindica a santidade. Acompanho o fluxo da minha alma e celebro as mais incríveis e variadas manifestações da água, da luz do luar, dos oceanos, nuvens e tempestades. Agradeço este recurso precioso. A Lua Vermelha é a semente cósmica da consciência alerta. Consumo esta semente como uma fruta e deixo-a florescer dentro de mim. Estou na jornada da auto-recordação, e se trabalhar com a energia da Lua com atenção e consciência, um estado de mente alerta floresce naturalmente dentro de mim. Auto-recordação significa ter acesso directo à minha presença expandida através de uma intrínseca percepção de unidade; é o reconhecimento de um padrão em grande escala e da minha conexão com ele, geralmente facilitada através dos sonhos e da arte. A Lua também representa um portal ou uma estação de transmissão. Quando me abro para a auto-recordação, torno-me num portal e num receptor da consciência cósmica. Esta comunicação cria a abertura gradual do terceiro olho. Conforme o terceiro olho abre e a minha comunicação torna-se mais refinada, percebo mais sinais a virem até mim. A energia da Lua é de forte receptividade e sensibilidade do mundo exterior. Estou aberto aos ensinamentos vindos do mundo e das outras pessoas. Cerco-me de beleza e positividade, pois estou a receber e a transmitir energias inconscientemente, a todo momento. Purifico-me e limpo-me de elementos e pensamentos tóxicos.
A intenção é o combustível que motiva e cria todas as manifestações. Desenvolvo a força das minhas intenções, pois o único bloqueio à manifestação é não ter uma intenção clara, não ter desejos claros. Sou claro a respeito de onde venho e para onde vou, depois ajo de modo a chegar lá, com as minhas intenções como guias. Determino coisas específicas que posso fazer para realizar as intenções do meu eu místico.

“Sou um farol no rio do esquecimento e comando minha emoção.”

Kin 9, Lua Solar Vermelha

Eu pulso com o fim de purificar
Realizando o fluxo
Selo o processo da Água universal
Com o tom solar da intenção
Eu sou guiado pelo poder da força vital

TOM 09: Solar (BOLON) – Como concretizar o propósito?
PODER – Pulsa | AÇÃO – Realiza | ESSÊNCIA – Intenção
SELO 09: Lua Vermelha (MULUC)
PODER – Água Universal |AÇÃO – Purificar |ESSÊNCIA – Fluxo


Saviitri Ananda

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Itapoá, Santa Catarina, Brazil
Sou ENLAÇADOR DE MUNDOS MAGNÉTICO. Uma eterna buscadora... metamorfose ambulante...senhora de mim. Depois de me conhecer, nada será como antes porque sou a Morte e o Renascimento. Sem verdades absolutas, pulso com o Universo, buscando construir pontes entre os Mundos. Inimitável e sem limites... quântica. Me reconstruo a cada dia, sou mudança, transformação, sincronia. Funciono como equalizador, restaurando o equilíbrio através da Luz, da qual sou canal. O meu grande "tesouro" é a sabedoria, a arte de enlaçar mundos, destruir ilusões e libertar do medo todo aquele que se dispõe a escutar o que eu revelo.Transmutar, transpor, renascer são os meus verbos. In Lak'esh