quinta-feira, abril 02, 2026

QUEM FOI MESTRE JESUS

 


BOM DIA
🐰

A Páscoa nos oferece a oportunidade de renascer, abre portais de consciência e nos traz o poder de auto cura. Ensina-nos que precisamos morrer para nascer novamente e melhores, que temos que fracassar para alcançar o sucesso, que sempre mudamos e que o tempo é infinito.

Beijos no Coração 💙
Abraço na Alma
Namastê 🕉️
Saviitri Ananda 
Boa Páscoa   


Quem é o Mestre Ascensionado Sananda?


Sananda é o dirigente máximo do sistema solar. É um disciplinador, um homem de vontade e controle de ferro. É hoje o Instrutor do Mundo e continua trabalhando incansavelmente pelo despertar da consciência Crística na humanidade. Seu trabalho nessa época é de grande responsabilidade, pois a Ele cabe dirigir o pensamento do Ocidente, de seu presente estado de inquietude, para as águas pacíficas da certeza e do conhecimento, e de preparar o caminho, para a vinda do Instrutor do Mundo.
Ele é bem conhecido da história da Bíblia, aparecendo primeiro como Joshua, o Filho de Nun; aparecendo novamente, posteriormente na época de Esdras, como Joshua; passando pela terceira Iniciação, como relatado no Livro de Zacarias, como Joshua; e, na história do Evangelho, é conhecido por dois grandes sacrifícios: um, aquele em que cedeu Seu corpo para ser usado pelo Cristo; e o outro, o da grande renúncia que é a característica da quarta Iniciação. Como Apolônio de Tiana, passou pela quinta Iniciação e se tornou um Mestre de Sabedoria. Ele é, particularmente, o grande Líder, o General e o sábio executivo e, em assuntos da Igreja, Ele coopera intimamente com o Cristo Cósmico, assim, economizando-lhe muito e atuando com o seu intermediário, onde quer que seja possível.

Como homem encarnado, o bem amado Jesus ofereceu-nos um espelho para a visão mais gloriosa de nós mesmos: a de Filhos de Deus, capazes de amar incondicionalmente e de transcender todos os limites e ilusões da matéria, sobretudo a morte. “Aquilo que eu faço, também vós sois capazes de fazer, e outras coisas ainda maiores”, disse ele, afirmando a nossa ilimitada potencialidade divina. Ele sabia que teria poucos seguidores enquanto estivesse no mundo físico e também qual seria o desfecho de sua encarnação. Apesar de todos os revezes e oposições que sofreu, concluiu com absoluto êxito a missão de ancorar a energia Crística de amor e sabedoria no planeta. Plantou sementes no coração dos homens, sementes que eclodiriam algum tempo depois, preparando-nos para a compreensão de verdades maiores que se revelariam conforme o desenvolvimento de cada um. Os Evangelhos, como registro histórico de sua mensagem à humanidade, não traduzem a profundidade de seus ensinamentos. Muito do que Jesus ensinou sequer foi captado pelos homens da época, e muito ainda foi distorcido nas sucessivas revisões dos escritos evangélicos com o passar dos séculos. Mas isto não tem tanta importância, se considerarmos que nosso amado Mestre, continua sustentando o despertar da humanidade.

Logo após sua ascensão, ele assumiu o cargo de Diretor da Era de Peixes, ciclo evolutivo que se iniciou com sua missão e findou em 1954. Nesse período, foi também Chohan do Sexto Raio, a energia de Deus que eleva a vida e os seres por meio da devoção, da compaixão e da entrega. Atualmente, o Mestre Sananda exerce, ao lado do Mestre Kuthumi, o cargo de Instrutor do Mundo. Ele dirige, agora de maneira ainda mais abrangente, as questões relativas ao desenvolvimento da espiritualidade, da educação, da religião e da ética para a humanidade terrestre. Seu templo etérico localiza-se sobre a Jerusalém e sua música chave é Jesus Alegria dos Homens, de Bach. Em Seu Sagrado Nome, podemos sempre solicitar a ajuda necessária para a ampliação da nossa consciência e o florescimento do amor incondicional em nosso coração. Mestre Jesus guia-nos no processo de cura das ilusões do mundo físico e restabelecimento da nossa consciência original como Filhos de Deus.


SANANDA: SUA HISTÓRIA


Meus amados, boa noite. Sou Sananda. Minhas bençãos e graças para todos vocês. Nesta noite quero passar um tempo com minha família e falar um pouco da minha vida, ressaltando que, na verdade, ela também é a vida de vocês. Como vocês, meus queridos, eu também fui uma criança que tinha uma espécie de véu. Mas era uma criança diferente. Como muitos de vocês, sementes de estrelas, eu tinha pensamentos e sentimentos que nem podiam ser levados em consideração naquela cidadezinha, onde a maioria das pessoas se preocupava apenas com coisas menores. Para falar a verdade, não eramos muito populares naquela pequena cidade.

À medida que eu crescia e meus dons começavam a se expressar, muitas pessoas daquela cidade procuravam minha família e diziam: “Não sabemos o que fazer com esse seu filho, Yeshua. Talvez vocês devessem encurtar as rédeas dele. Ele fala de coisas que nossos filhos nunca ouviram falar. E dá um mau exemplo”. Mesmo assim, eu não conseguia refrear o poder do amor dentro de mim, a capacidade de ver além do véu e dentro dos corações da espécie humana, que eu parecia ter desde a mais tenra idade.Quando fui ao templo para pedir conselhos aos anciãos, eles também não conseguiram compreender o meu coração. Comecei a sentir, como vocês às vezes sentem, que eu não fazia parte daquilo e que havia algo errado comigo.

A Jornada

Certo dia, uma caravana estava passando por nossa vila. Eu gostava de ficar olhando as caravanas; talvez essa fosse a única emoção numa vida muito comum e monótona. Implorei ao condutor da caravana que me levasse com ele para as terras do leste, pois meu espírito me mandava buscar outras pessoas que tivessem um jeito parecido com o meu. Peguei uma carona, por assim dizer, na caravana e com as bênçãos de meus pais, parti numa longa jornada de muitos meses, embora fosse um jovem com menos de quinze anos naquela época. Acabei chegando à terra de Arya Vata, que vocês chamam de Índia. 

Reparei que havia muitos indivíduos cobertos de andrajos andando por lá, mas em seus olhos ardia o fogo do propósito, queimava o fogo da visão e da santidade. Fiquei com eles, sendo também tomado por um mendigo, um vagabundo, um andarilho sem vintém. Fui a muitas e muitas daquelas moradias, cavernas, ashrams (local de retiro, na Índia). Sentava-me e escutava. Ouvi inúmeros ensinamentos que, a meu ver, não pareciam verdadeiros. Eu os questionava e creio que após pouco tempo não era bem-vindo, pois fazia as perguntas erradas. Eu perguntava: “Que ensinamento é esse que diz que se deve reencarnar sem parar? E se alguém errar o caminho, é possível nascer como um verme ou um inseto ou um animal?” Esses não pareciam ser os ensinamentos do Pai. Procurei outras pessoas e fazia perguntas em qualquer lugar que eu fosse. 
Ninguém sabia as respostas; pareciam ter esquecido. Mas, de alguma maneira, os ensinamentos da Luz estavam gravados em minha alma.

Retirei-me para as imensas florestas e orei com todo o coração, pedindo orientação. Senti um redemoinho dentro de mim. Não conseguia explicar a paixão que às vezes tomava conta de mim, e eu estremecia de fervor por compartilhar o amor do Pai.

Tive várias experiências maravilhosas. Um dia, eu estava sentado numa área sagrada do Himalaia, sempre frequentada pelos iluminados. Sentado na caverna, tive uma visão fortíssima e uma grande Luz apareceu para mim. Como muitos, passei a duvidar do que vira e comecei a me perguntar se não seria produto de minha mente ou alguma fantasia. Porém, o sentimento que eu havia experienciado não me abandonava. Ele me mandava prosseguir e compartilhar algumas das introvisões que eu tivera.

Como costuma acontecer, um grande ser apareceu para mim e disse: “Meu filho, você está no caminho certo. Confie em você. Deus o escolheu para uma grande missão. Agora vá e sorva profundamente do espírito. Nutra-se, pois logo chegará o momento em que você deverá voltar para sua terra natal. E nesse momento, muita dor estará à sua espera. Mas em meio a essa dor, você será uma fonte de salvação para toda humanidade”. 

Em minha mente, pensei: “Como isso é possível? Sou uma pessoa simples. Sou estrangeiro nesta terra. Estes seres parecem tão mais sábios do que eu.” Mesmo assim, algo tocou numa corda do saber dentro de mim.

Fiz como o sábio sugeria: meditei, orei e jejuei. Conversei com os animais, com os pássaros e com as árvores. Comecei a sentir a presença de Deus. Por isso, quando eu caminhava pela Terra, mal ousava pisá-la com muito vigor, com medo de que pudesse ferir o rosto do amado senhor. Com o tempo, conforme fui amadurecendo em minha compreensão e aprofundando minha busca espiritual, tive a sensação de que, na verdade, havia sido chamado para uma grande missão. 

Começou a se erguer o véu que todos possuímos, quando chegamos aqui. Senti, em minha alma, que era meu destino ir para minha terra natal e, de algum modo, levar a Luz, pois as pessoas realmente haviam perdido a centelha da alegria, da reverência, do perdão e da benevolência. Tive uma experiência na qual me senti como a alma de tudo que estava vivo. Senti como se a Luz  de meu coração emitisse raios que conferiam Luz a tudo que existia. Às vezes, eu ficava vagando naquele estado como um louco. Por fim, retornei à minha terra natal e lá, eu de fato era um desajustado. Mas, agora, isso não parecia ter muita importância, pois a chama do propósito ardia em meu peito. A missão, que eu sabia ser minha, já me tocara. De início, falei com algumas pessoas simples. Muitas vezes riam e retiravam-se abruptamente no meio de meus discursos. Do mesmo jeito que vocês devem se sentir de vez em quando, eu me sentia tentado a voltar para a terra de Arya Vata em meio aos santos, aos poucos iluminados que na verdade encontrei. Contudo, eu sabia que minha tarefa era levar a Luz para a terra em que eu nascera.

Aos poucos, comecei a encontrar uma ou duas pessoas que não me consideravam louco. Passava algum tempo com elas, falando sobre muitas coisas, abrindo meu coração, esperando que elas passassem a sentir o fervor do amor que eu viera partilhar. Paulatinamente, vieram outras pessoas e trouxeram amigos. Depois de algum tempo, alguns realmente seguiam comigo. Unimos-nos como irmãos e irmãs para um único propósito: levar a mensagem do amor e da graça de Deus. Novamente, o número dos que vinham para escarnecer e zombar era bem maior do que o número dos que vinham para escutar. Como vocês, às vezes sentia-me cansado. Perguntava-me se, de algum modo, havia entendido mal aquele chamado para uma missão.

Decodificando A Missão

Inúmeras vezes eu parava e dizia a mim mesmo: “Não posso deixar de falar o que está em meu coração”. Por isso, eu falava. E creio que isso causou muitos problemas a várias pessoas, pois o que eu falava não tinha nada a ver com os ensinamentos que elas estavam acostumadas a ouvir. Essas pessoas questionavam e duvidavam de minha autenticidade e me repreendiam. Muitas vezes fui preso pelas autoridades por causa de algum propósito maquinado, só para me segurarem e para que eu ficasse calado por um ou dois dias. Mas como não encontravam nenhum motivo para me deter, eu acabava libertado e partilhava de novo a minha mensagem. 

Comecei a ter recordações, creio que as posso chamar assim, de ter saído de outro lugar para vir a este mundo. Comecei a me lembrar de que tinha estado aqui como um espírito voluntário, acho que seria assim que vocês diriam atualmente. E comecei a decodificar minha missão. Com a decodificação, veio uma capacitação que eu jamais conhecera antes.

Às vezes eu permanecia no deserto e observava o céu e as estrelas, sentindo como se tudo aquilo que existia tivesse explodindo do meu coração em êxtase e amor. Parecia um louco, apaixonado pelo propósito, com um entusiasmo impetuoso. O entusiasmo era tão contagiante que passou a ligar-me a algumas pessoas que começaram a enxergar a visão e também a decodificar a missão. Juntos, encontramos e fundamos um bando de renegados, creio eu.

Muitas vezes precisávamos nos esconder nas cavernas, nas montanhas e na vastidão do deserto para escapar às pedras que os outros costumavam atirar em nós. De vez em quando era difícil conseguir alimentos, pois não éramos bem-vindos na maioria dos lugares. Tornamo-nos conhecidos como desordeiros e agitadores e como uma ameaça aos ensinamentos e comandos consagrados. Sentia-me como vocês devem se sentir às vezes – desencorajado. Devo confessar que não foram poucas as vezes em que chorei.

Perguntei ao Pai: “Por que eu? Por que eu? Não tenho a força. Não tenho a sabedoria. Não tenho o poder suficiente para enfrentar a ignorância desenfreada destes tempos”. Creio que as pessoas mais atraídas por mim também eram parias, renegadas, aquelas que não possuíam boa reputação. Eu também adquiri uma péssima reputação, pois gastava meu tempo com essas pessoas. Descobri que, apesar de seu comportamento exterior, elas possuíam corações generosos e abertos à mensagem de Deus e ao amor Dele.

Comecei a decodificar mais a fundo e ao fazer isso, todo o vestígio de dúvida começou a desaparecer. Passei a ter o conhecimento, vindo de uma profundeza que eu não conseguia explicar, de que aquilo que eu fazia e ensinava era a verdade. À medida que esse conhecimento começou a verter por cada poro de meu ser, passou a chegar cada vez mais gente para me escutar. 

Em determinado momento, tinha tantos seguidores que era realmente uma ameaça aos poderosos daquela época. Tornei-me consciente, pois minhas habilidades de telepatia, assim como meus outros dons, começaram a aumentar. Descobri que algumas pessoas pareciam se curar na minha presença. Às vezes, eu era chamado às pressas para colocar minhas mãos sobre certos indivíduos. Várias coisas maravilhosas aconteceram pelo poder do Pai dentro de mim. Muitas vezes eu dizia a essas pessoas: “Por favor, não comentem nada a esse respeito. Apenas voltem para casa e desfrutem de sua boa saúde”. Mas, obviamente, como é típico das pessoas, elas comentavam. Os rumores, o escândalo e os mexericos cresceram a tal ponto que desejei, com todo o coração, fugir para as montanhas e esquecer tudo aquilo.
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Inúmeras vezes eu parei e disse a mim mesmo que realmente possuía uma mensagem que precisava ser divulgada. Lembrei de minhas experiências com os sábios no Himalaia. Comecei a ter visões (vocês poderiam chamá-las de precognições). Previ que eu seria severamente perseguido e que sofreria um destino que já se repetira centenas, talvez milhares de vezes naquela época, e que iria acontecer a mim também: a crucificação. Eu sentia medo, como vocês sentiriam. Perguntei-me se a minha mensagem era tão importante a ponto de eu dar minha vida por ela. Orei, chorei e pedi orientação.

A orientação era sempre a mesma: “Você veio para se incumbir  de uma grande lição que será escrita em eras que ainda estão por vir. Sua vida simples e todas as coisas que você está partilhando agora serão como uma Luz para toda a espécie humana”.

Tive uma série de experiências naquele momento, quando estava descansando  e imaginava ou sentia presenças recobertas por mantos ao redor do meu leito. Com freqüência, as visões se desvaneciam rapidamente quando eu despertava, e não conseguia retê-las por completo em minha mente. Mas comecei a sentir como se o Pai houvesse enviado acompanhantes para caminhar comigo. Eu também tinha visões estranhas, nas quais parecia estar lá fora, entre as estrelas. Não conseguia explicar isso. Sentia como se  estivesse navegando na imensidão do céu. Cada vez que eu tinha essas experiências, sentia-me mais encorajado e seguro quanto ao meu chamado.

Quando, finalmente, tive uma precognição e vi que muito em breve eu seria mesmo levado, ergueu-se dentro de mim um espírito de coragem, de força, de paciência, que só consigo imaginar como uma dádiva do Pai. Quando vocês passam por momentos de grande coação, de grande tragédia, não notam também que um espírito igualmente grandioso se eleva dentro de vocês? Comigo também foi assim. Embora eu soubesse que essas pessoas que estavam contra mim não poderiam ser dissuadidas, não importando o que eu dissesse ou fizesse, também sabia que devia concordar. Eu até sabia que alguns de meus seguidores não me seriam fiéis, se dispersariam e logo esqueceriam o que eu lhes havia ensinado. Vi também, em seus futuros, vidas que seriam gastas em sangue derramado na terra. Era como se os véus se tivessem erguido e eu visse o futuro nitidamente. Eu não queria vê-lo. Desejava com toda minha alma que fosse possível mudar o curso do futuro.


Eu Era Verdadeiramente A Luz

Talvez fosse minha imaginação febril. Às vezes, eu não me sentia bem. Sofria de indisposição no estômago e no trato intestinal. Ocasionalmente, isso era acompanhado de febre,. Eu pensava: “Talvez seja meu cérebro febril que cria estes pensamentos.” Mas o amor em meu coração e o sentimento de proximidade a Deus, o Pai, era tudo que eu possuía como ponto de referência mais forte.

Quando fui detido e encarcerado, voltei a pensar com cuidado. Como um moribundo, em certo sentido, minha vida inteira passou diante de minha mente. Mas junto com isso vieram, de novo, as visões daqueles que pareciam vir a mim durante a noite e, novamente, as visões de minha estada nas estrelas. Convenci-me de que eu era daquelas estrelas, de que eu possuía um mundo, muito distante, do qual eu viera para esta Terra. Essa visão começou a tomar conta de mim com fervor e assim, comecei a perceber que não importava o que eles fizessem ao meu corpo, eu não era aquele corpo. Eu era verdadeiramente a Luz que eu tinha visto fluindo da minha essência para todas as coisas. Depois, fui levado a julgamento e, mais uma vez, aquele poderoso espírito ergueu-se dentro de mim. 

Só que desta vez ele era tão inexorável, tão ardente, tão apaixonado pelo propósito, que não importava o que me dissessem, era como se vê através do celofane. Conseguia ver claramente e distinguir seus corações. E o que me encorajou muito foi que também consegui ver o futuro deles, ver o momento em que esses corações finalmente se abriam e se libertavam do cativeiro da negatividade. E assim, mantive-me firme, pode-se dizer, em meditação e oração, fortificando meu espírito, pois sabia que meu tempo na Terra estava chegando ao fim. Percebi, de fato, que iriam me crucificar da maneira mais cruel que pudessem, pois eu dissera várias coisas enquanto estivera em estado de êxtase divino; o espírito fala através da pessoa, não se pode refrear os lábios.

Tudo Parecia Um Sonho

Finalmente, como vocês tem conhecimento em suas histórias, fui de fato levado e posto na cruz. A coisa boa que tenho a lhes dizer é a seguinte: quando aquele dia fatal chegou, eu havia me colocado num tal ponto de consciência, que para mim tudo parecia ser um sonho. Vi as multidões a meu redor. Ouvi o choro de meus companheiros e daqueles com os quais crescera e que havia amado. Vi a confusão e o medo em meus seguidores. Fiz tudo o que pude naqueles últimos momentos para elevar minha energia o mais alto possível para perto de Deus.

Quando me pregaram na cruz, ouvi, como num sonho, o eco das marteladas e nada senti. Não experienciei a mínima dor. Era como se eu estivesse fora de meu do meu corpo e observasse aquele corpo pregado lá, com os cravos enterrados em seus tornozelos e pulsos. Não conseguia me relacionar com ele como se aquele corpo fosse o meu. Parecia uma caricatura minha. Quando levantaram a cruz e a fixaram no pedestal, novamente eu parecia estar acima daquele corpo, sangrando e abatido, sem sentir nenhuma dor. Estava num estado de tamanha lucidez que conseguia ver claramente aquilo que o Pai me enviara para fazer. Eu sabia, embora às vezes fosse tentado a entrar numa consciência inferior e a julgar aquilo que acontecia ao meu redor, pois as pessoas me pareciam tão ilógicas, tão cruéis, tão ignorantes. Mas toda vez que sentia isso, era arrastado para mais perto do meu corpo. Percebi que se permanecesse naquele estado de consciência, logo voltaria para aquele corpo e estaria experienciado a dor. Então, com muita concentração, mantive meus pranas, meus sopros vitais, na porção mais elevada de minha consciência.
 Vivi a Minha Visão

Aquele momento parecia se situar fora do tempo. Não experienciei uma passagem de tempo. Por fim, senti um espasmo abrupto em minha forma física. E dentro de meu corpo sutil, como se eu houvesse estado num balão amarrado a ele e alguém soltado a corda, de repente me senti muito livre e percebi que o corpo morrera. De certo modo, senti-me aliviado, como vocês estariam, pois sabia que não estava mais preso àquela forma e estava realmente livre. Fiquei observando quando o corpo foi baixado da cruz e veio alguém, que eu amava muitíssimo e que vocês conhecem como José de Arimatéia, junto com minha amada mãe e outros, e levaram embora meu corpo, chorando. Senti-me muito pesaroso com a tristeza deles. Queria dizer a eles: “Não chorem por mim.Estou vivo. Estou bem. Não chorem. Fiz aquilo que fui chamado para fazer. Eu vivi a minha visão. O que mais se poderia pedir de mim?”

Fiquei olhando quando levaram o corpo e o colocaram na tumba, rolando uma grande pedra para fechar a entrada. Muitos profetas haviam falado de alguém que viria e romperia os grilhões da morte. Realmente, jamais pensei que fosse eu. Preciso lhes dizer a verdade. Nunca me ocorreu que os antigos profetas estivessem falando de minha vida. Quem sou eu? Um simples rapaz judeu. Nada tenho de especial….uma visão….um sonho….algumas experiências do Pai. Mas percebi que estava rodeado por aqueles mesmos seres maravilhosos que haviam me visitado à noite, só que desta vez estavam me chamando por outro nome. Estavam dizendo que eu precisava me incumbir  de mais uma tarefa. Fiquei imaginando de que modo faria isso. E eles disseram: “Não tenha medo, estamos com você. Estaremos com você e o ajudaremos nessa grande incumbência. É que você….você foi escolhido para representar este grande mistério do futuro que está por vir”.

Fui instruído e ajudado por esses grandes irmãos a entrar em meu corpo, e foi como entrar em algo muito frio e pegajoso, algo muito instável e ferido. Instruíram-me detalhadamente sobre como gerar o fogo sagrado da transfiguração e da ressurreição. Em minha mente, uma lembrança distante voltou e de repente, eu me lembrei de vidas passadas nas quais eu estivera numa grande escola de iniciação. Eu estivera num grande edifício que vocês conhecem hoje como a Pirâmide de Gizé. Naquela época, eu também estivera numa tumba semelhante. 

Como iniciado, eu conseguira realizar a viagem da alma a partir de minha forma inerte até me sentar nos Conselhos de Melchizedek, na Estrela Solar Sirius. Aquele pensamento começou a tomar conta de minha mente e, à medida que realizava a decodificação de maneira mais completa, me lembrei de como fazer isso. Quando fui colocado de volta no corpo, meu espírito brilhou com propósito, com empenho apaixonado. Respirei, como eles haviam me instruído, concentrei-me em meus sopros vitais e fiz a poderosa essência de vida percorrer aquela forma. A forma começou a ter espasmos e a tremer. Começou a exalar um estranho odor que encheu a tumba. Experienciei uma chama ardendo por todo o meu ser e continuei meditando e respirando e difundindo, dispondo-me a voltar à vida.

Eu Sou A Vida Eterna

Bem, alguns de vocês têm uma noção geral do que aconteceu. Queria lhes contar minha experiência. Quando fiz aquilo, subitamente o corpo, por si mesmo, começou a se elevar da tumba. Tive uma experiência dupla, a de estar fora do corpo, olhando para o que acontecia, e a de estar dentro do corpo, simplesmente queimando com energia e Luz e Poder. Descobrindo-me de certa forma espantado, de repente o corpo caiu na laje fria sobre a qual eu tinha sido colocado e a Fraternidade materializou-se na tumba comigo e disse: “Não tenha medo. Você pode fazer isso. Nós o ajudaremos. Uma vez mais, concentre-se em sua respiração. Respire. E seja a Vida Eterna”.

E eu repetia para mim mesmo: “Eu sou a Vida Eterna”. Quando respirei desta vez, meu corpo se metamorfoseou em Luz radiante de um modo pleno, total e completo. A próxima coisa de que me lembro é de que fui de repente elevado pelos ares. Eu estava flutuando. Estava dentro de uma Luz selada. Depois, estava em pé num aposento circular com esses mesmos irmãos. Disseram-me que minha visão estava quase completada. Eu fizera algo maravilhoso. À medida que falavam, minhas recordações foram voltando cada vez mais. Eu me lembrei deles e me lembrei de que eles me haviam trazido e me colocado dentro do meu corpo quando eu era criancinha. 

Reconheci meu pai – ele fora um desses Grandes Anciães – e minha mãe. E de repente senti-me como o ator de uma peça, que fica tão mergulhado na representação correta de seu papel que se esquece e perde de vista o fato de que, na verdade, tudo aquilo era um teatro. Fui elogiado e cumprimentado. Meu corpo foi regenerado e restaurado na companhia de meus Irmãos. Vi e entendi por que eu tivera aquelas visões de navegar pelas estrelas, pois, de novo, estava navegando por entre as estrelas numa nave de Luz maravilhosa. Disseram-me para voltar à Terra, a fim de testemunhar e testificar a imortalidade de toda a humanidade. Eu estava estabelecendo um protótipo que seria consumado dali a milhares de anos. Aparentemente caí numa espécie de sono e, quando acordei, estava na Terra, sob uma grande tamargueira. Levantei-me e me perguntei se sonhara tudo aquilo. Meu corpo parecia bem, mas tinha algumas marcas. Quando observei as marcas, percebi que, de alguma maneira, fisicamente, eu de fato tivera aquela experiência. Levantei-me e olhei ao redor. Vi que estava na área onde estavam vivendo muitos dos que haviam me seguido, mas eu era como um fantasma. Ninguém parecia ver-me. Eu estava em outra dimensão. Falava em voz alta, mas ninguém me dava ouvidos. 

Os Irmãos falavam dentro de minha mente telepaticamente e sugeriram novamente aquele mesmo respirar e a concentração de minha energia, dizendo que eu a levasse para as pernas e para os pés. Meu corpo estava um pouco dormente e eu continuava com a sensação de uma existência irreal. Dentro de alguns dias estabilizei-me e fui me encontrar com vários dos que haviam me seguido. Eles mal conseguiam acreditar que eu era aquele que fora crucificado. Duvidaram de mim. Entrei, ceamos e bebemos suco de uvas. Comi carne de peixe. Permiti que eles tocassem meu corpo e vissem as chagas nos meus pés, no lado, nas mãos. Ainda havia cicatrizes e marcas em minha testa, deixadas pela coroa de espinhos. Chegou o amado José de Arimatéia, que era como um pai. Vocês sabem que meu próprio pai retornara à Fraternidade antes que eu atingisse a maioridade. Então José disse: Venha, meu filho. É tempo de você retornar à Fraternidade de Luz, pois tem muito trabalho a fazer”.

Em seguida fomos para uma imensa floresta e lá nos sentamos em meditação, e comunguei novamente com o Pai. Disseram-me que eu devia ir de novo para as montanhas do Himalaia; lá a Fraternidade esperaria por mim. Eu tinha muito a fazer em muitos territórios estrangeiros. Vejam, minha mente estava de tal maneira que, novamente, como muitos de vocês, as dúvidas continuavam a surgir. Percebi que é por isso que a humanidade tem tantos problemas. A mente é de tal maneira, que sempre duvida do miraculoso. Mas ao sentar-me com aquele ser bondoso e querido, que eu amava com toda a alma, comecei a me concentrar uma vez mais em meu propósito. De novo comecei a integrar as energias que inundavam meu ser.

Apareci para muitas pessoas naqueles tempos e algumas conseguiam me ver por causa de sua clarividência, algumas conseguiam me sentir, algumas não me viam de jeito nenhum. Subi uma colina e dois dos Irmãos vieram e cada um deles ficou de um lado. Àquela altura havia um pequeno ajuntamento, outra vez, daqueles que realmente sentiam minha energia e de fato experienciavam a maravilha que recaíra sobre mim. Tive novamente uma sensação de elevação, uma sensação de que a Luz me engolfava. Senti como se cada poro de meu ser estivesse inundado de Luz. Fiquei um pouco zonzo e desorientado e percebi uma voz muito profunda dentro de mim falar: “Eu Sou A Ressurreição. Eu Sou O Caminho. Eu Sou A Vida Eterna. E Embora O Homem Morra ou Pareça Morrer, Ainda Assim Ele Vive Em Mim”.

Perguntei-me de onde vinha aquela voz e sabia que era do Senhor Deus dentro de mim. Outra vez, senti que eu subia, subia, subia, junto com os meus amados Irmãos e companheiros. E olhei para o alto e vi uma nuvem maravilhosa que novamente recebia a minha essência. Assim que parei naquela nuvem maravilhosa, achei-me de novo no aposento circular com meus Irmãos. Mais rápido do que pensamos, voamos para dentro da Fraternidade dos Mestres, para o que vocês chamam de Shambala. Lá, uma vez mais, dentro da secreta imensidão de seus rostos mais sagrados, encontrei um lar e um povo.

Vivia entre os imortais, descobrindo que eu também era imortal. E o sono de eras, os últimos vestígios dos véus necessários foram erguidos de meus olhos e conheci a mim mesmo, como eu sempre fora conhecido. Na companhia  de meus Irmãos, de meus companheiros, aprendi a enviar meu espírito pelo mundo. Materializando-se em forma à vontade. Aprendi (para ser mais exato, talvez devesse dizer “reativei”) minhas capacidades de transcender o tempo, o espaço, a matéria, a dimensão. E atingi a plena consciência, o pleno conhecimento e a plena recordação.
Saí de lá e apareci a todos os remanescentes das Doze Tribos de Israel que, àquela altura, tinham se espalhado por todos os continentes e haviam se corporificado em diversas raças e diversos povos. Cheguei-me a eles e com eles vivi. Passei-lhes os ensinamentos do reino de onde eu viera. Após haver partilhado minha essência durante muitos , muitos anos, finalmente percebi que era hora de me desfazer da vestimenta que eu usara sobre a Terra. Então eu a tirei e a deixei, pois ela havia cumprido o seu propósito. Quando dei partida ao veículo, eu estava à beira de um lago encantador. Acredito que, hoje, vocês chamam aquela terra de Kashmir.

Uma vez mais, senti a presença dos Irmãos ao meu redor, uma vez mais fui erguido em Luz para uma espaçonave maravilhosa. Soube, então, quando completei a missão daquela vida, que eu era comandante estelar daquela nave e que eu havia, pela força divina, conseguido a plena retirada do véu para encenar, como o ator de uma peça, o triunfo sobre a ilusão. Eu tinha de fazer isso a partir de dentro da ilusão, exatamente como vocês. Aquele estranho nome pelo qual me chamavam, que me soava tão estranhamente familiar, Sananda, é o nome pelo qual sou conhecido, e descobri que eu era filho de um grande Rei e de uma grande Rainha,  e que eu viera de uma poderosa linhagem de Kumaras. De fato, eu era Sananda Kumara. E mais, eu era uma multiplicidade de seres, um dos quais era chamado de Sanat Kumara, Snaka Kumara e Sananda Kumara.

E assim, descobri dentro de mim que eu era mais do que jamais sonhara. Veio a mim, outra vez com grande assombro, o redescobrimento, a lembrança e o reinado de meu pleno conhecimento e de minha plena qualidade de ser.  

Compromisso Com A Libertação De Todas As Almas

Olhei para trás, na direção da Terra, e soube com toda minha alma que estava comprometido com a Ascensão e Liberdade de todas as almas daquele planeta. Fiz o firme voto de que voltaria sempre; na verdade eu nunca iria embora, pois parte de minha essência permanecia em Shambala, mesmo que eu vivesse nas espaçonaves. Com minha visão clarividente, previ a época em que todo um povo se elevaria em vida Eterna  e na Luz mais gloriosa que vocês consigam imaginar, exatamente como eu me elevei, e proclamei a Glória de Deus e da Vida Eterna.

Contei-lhes esta história porque queria chamar atenção para o fato de que, exatamente como vocês, eu estava toldado por véus, tinha uma vaga lembrança das minhas saídas do corpo. Eu decodifiquei. Despertei e escolhi cada passo do caminho.

Escolhi a graça, a confiança e o perdão, a gratidão e a exaltação de Deus Todo-Poderoso; e , além disso, escolhi o Amor.

Aquilo que eu fiz, continuamos a fazer agora, nesta era. Isto é maior do que o que eu fiz, porque vocês o estão fazendo em grupo. Vocês o estão fazendo por intermédio da Cooperação, numa camaradagem que eu não conheci na minha época. Por isso, Eu Os Saúdo e os Aplaudo e os Amo com toda a minha Alma.  
 através de Ashtar-Athena

Fontes: 

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KIN 115 - ÁGUIA ESPECTRAL


Hj temos a energia da Águia. A Águia nos traz a visão sagrada, a consciência superior, a criatividade visionária e a consciência planetária. Nos fornece uma maior perspectiva e uma expansão, uma visão sagrada que nos mostra que os problemas que temos nos fortalecem na dissolução de maus pensamentos que nos traziam a sensação de incapacidade para superar situações de desafio e conflito. A Águia nos convida a acessar uma percepção abrangente de todas as situações e relações que vivenciamos. Por isso devemos nos libertar da visão rígida e limitante sobre qualquer situação. Vamos dissolver os pensamentos negativos, acalmar nosso mental e inspirar profundamente e expirar demoradamente, exalando nossos problemas. A Águia nos lembra que nossa tarefa é avançar na nossa evolução, seja ela pessoal e global. Precisamos estar conscientes de que somos transformadores e somos guiados a trabalhos, relacionamentos, lugares e projetos que beneficiam Gaya e suas criaturas. Cabe a cada um de nós manter uma visão positiva para colaborar com a mente coletiva, pois quando nos conectamos com a noosfera, nosso poder é multiplicado exponencialmente. Vamos acreditar em nossos sonhos e visões e acreditar que o Amor é a resposta para todas as questões e que temos dons especiais para servir à Luz. Vamos alçar voo e dissolver sentimentos que nos limitam e permitir que a nossa energia viaje para onde for necessário nos libertando.l de todas as fronteiras, crenças, estruturas e limitações.
Bjos no Coração 💕
Namastê🕉



O Kin da Águia nos traz o poder da visão, a possibilidade de usar a mente para ter uma visão mais ampla, comandar a energia, deixar pulsar os sonhos e persistir na cura. Podemos ter uma visão mais ampla de tudo e por isso é ideal que busquemos mais conhecimento, principalmente autoconhecimento para que novos caminhos se abram. Nossa criatividade vai estar mais ampliada e temos a oportunidade de voar mais alto. Nosso mental vai estar ativado e apto a tomar decisões de forma firme, atraindo tudo o que for harmônico e positivo e afastando o que não tiver esse propósito. Temos que cuidar com nossas formas pensamentos para que não sejamos contaminados com a negatividade e a desarmonia; temos acesso tanto às formas-pensamento positivas como negativas. Quanto às negativas, é só não as alimentarmos que elas enfraquecerão e tenderão a diminuir cada vez mais, fazendo assim também a limpeza do planeta. Procuremos sair deste mundinho de ilusão que criamos só para nos limitar, vamos nos desapegar dele, ampliar a nossa visão. Vamos estender nossa visão ao infinito e então trazer essa amplitude para nosso interior e para o ambiente onde habitamos, para que então a 3D não seja problema e as coisas fiquem mais claras e seguras. Temos poder mental suficiente para comandar nossa energia, todavia como tal, sofremos interferências das demais energias no nosso campo vibracional. Por isso é muito importante que fiquemos atentos a tudo o que se passa ao nosso redor e internamente, para termos o nosso campo vibracional estável, não permitindo qualquer interferência negativa ou desarmônica e assim fazendo uma parceria com nosso "Eu Sou", deixando pulsar nossos sonhos de uma maneira intensa, até que eles sejam uma realidade.
Bjos no Coração
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH0230

Kin 115, Águia Espectral Azul

Criar, Libertando a Mente com o poder da Visão

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KIN  115 -  Águia Espectral Azul

O Tom Espectral (BULUC) representa o poder da dissolução criativa e da estrutura dissonante. Aquilo que pode parecer o caos e a destruição pode ser, na verdade, uma força necessária para liberar e libertar estruturas e paradigmas rígidos. Conforme liberto o que já não me serve mais, crio novas oportunidades para novos conhecimentos surgirem. O tom Espectral tira-me da rotina, deixando-me livre de expectativas e noções pré-definidas, libertando-me num espectro de possibilidades! O poder espectral encaminha-me para dissolver conceitos fixos, medos ou padrões instalados na minha mente. O Tom Espectral declara: “Eu atraio as reviravoltas e descobertas, eu dissolvo identidades, eu abro espaço para novos modelos, eu manejo a dissonância como uma força que liberta, eu dissolvo crenças limitantes e construo – sem caixas, sem separações, sem fronteiras”.
A Águia Azul (MEN) representa a visão, a consciência superior colectiva, a criatividade visionária e a consciência planetária. Muitas vezes vista com um globo nos meus olhos, a Águia carrega um âmbito em expansão, uma grande perspectiva planetária. A Águia lembra-me de pisar poderosamente no meu compromisso como habitante planetário. A minha tarefa é fazer qualquer coisa que avance a minha evolução pessoal e a evolução da mente global. Sou um despertador, um transformador, um visionário. Pergunto-me como posso experienciar compaixão pelo ser, pela Terra e pelos outros. Sou guiado em rumo aos tipos de trabalhos, relacionamentos e lugares a serem vivenciados e aos projetos que podem beneficiar a Terra e suas criaturas. Sou membro de uma família global, um servidor planetário. Permito que meu espírito expanda. Cabe a cada um de nós manter uma visão positiva para colaborar com a mente colectiva. Imagino o profundo impacto dos meus pensamentos positivos na mente planetária. Eu faço a diferença! Quando me conecto individualmente com a rede, o meu poder é multiplicado exponencialmente. O maior presente que posso oferecer ao planeta é simplesmente ser o amor. Acredito em mim, nos meus sonhos e nas minhas visões! Lembro-me dos meus dons especiais, do meu caminho na Terra, da minha promessa para servir à luz. Hoje estou mais sensível à consciência colectiva e às necessidades da humanidade.
Deixo ir! Absorvo a vida, absorvo novos ares. Sou flexível ao fluxo sem forma do universo. Permito que o meu foco cubra um vasto alcance. Dissolvo sentimentos que me limitam. Acolho a espontaneidade e os desvios inesperados. Desfaço, quebro, misturo tudo! Permito que a minha energia viaje para onde for necessário. Liberto-me de todas as fronteiras, crenças, estruturas e limitações. Sou verdadeiramente livre. Trago a energia da liberação a todas as áreas da minha vida que precisam ser preenchidas com liberdade. Acredito que tudo é possível, que existo num universo ilimitado. Dissolvo todas as formas de pensamento de derrota e hábitos que me tirem o poder. Deixo ir ou abro mão de qualquer coisa que me impeça de fazer brilhar a minha luz.

“Dissolvo meus bloqueios, desprendo-me do passado e estou livre para avançar.”

Kin 115, Águia Espectral Azul

Eu dissolvo com o fim de criar
Libertando a mente
Selo a saída da visão
Com o tom espectral da libertação
Eu sou guiado pelo meu próprio poder duplicado
Sou um portal de ativação galáctica, entra por mim

TOM 11: Espectral (BULUC) – Como libertar e deixar ir?
PODER – Dissolve | AÇÃO – Libera | ESSÊNCIA – Libertação
SELO 15: Águia Azul (MEN)PODER – Visão AÇÃO – Criar ESSÊNCIA – Mente

Águia AzulCastelo Azul Oeste do QueimarGênese do DragãoOnda Encantada 9 da Serpente VermelhaPortal de Ativação GalácticoTom Espectral
Bjos no Coração
Namastê!

quarta-feira, abril 01, 2026

PÁSCOA - RITUAL DE RENASCIMENTO

 




A palavra “páscoa” surgiu a partir da palavra hebraica "pessach" que quer dizer "passagem”. Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Mestre Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição; a passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus e por isso a Páscoa é considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria. O ritual da Páscoa, antigamente, marcava o fim do inverno e o início da primavera; era o tempo em que animais e plantas apareciam novamente e os pastores e camponeses realizavam um ritual, presenteando-se uns aos outros com ovos.


A palavra ritual vem do latim “ritualis” e significa cerimônias. O ritual é uma ação que realizamos com uma intenção e que nos possibilita ativar a nossa energia e a conexão com determinadas Forças (Deus, Amor, Natureza, Entidades,...) no sentido de elevar a nossa consciência e otimizar o “religare”. Todo e qualquer ritual possui começo, meio e fim; podem começar com visões ou sonhos e nos fornecem uma percepção maior de nós mesmos e a conscientização do Universo no qual estamos inseridos. Geralmente os rituais são dirigidos por espíritos mentores e proporcionam nossa cura e o descondicionamento em relação aos padrões negativos que adquirimos.


Nossa vida é um ritual de superação e aperfeiçoamento. Nascemos, morremos e renascemos pelo tempo e no espaço, a cada processo. Nossos problemas são apenas e tão somente, desacordos mentais que podem ser resolvidos na medida em que controlemos o ego e modifiquemos as nossas atitudes. A percepção de nossos condicionamentos e a aceitação do fluir da vida faz com que renasçamos mais humanos, mais amorosos e compreensivos. Precisamos aceitar que nossa vida é um processo contínuo de morte e renascimento e remover os conceitos antigos, buscando a morte. Não a morte como fim, mas como metamorfose da alma.

A Páscoa celebrada é um ritual de renascimento e nos traz a necessidade da morte, a necessidade de nos desligar da vida que, até então, vivemos; abdicar do ego, dos benefícios, das muletas morais nas quais vivemos nos apoiando. Tal como fizemos quando decidimos nascer, a coragem e a força nos serão dadas para conseguirmos tirar todo o líquido amniótico daquela vida anterior. 

O morrer e renascer em nossas vidas presentes é constante; estamos sempre trocando energia com todas as coisas e mudando nossas condições de vida; somos afetados por emoções, palavras, e ações. “Vomitar” tudo que nos colocaram dentro por tanto tempo, mesmo que nos tenham sido úteis, abre caminho para que o ar invada nossos pulmões e abasteça nossa nova vida e traga uma nova esperança à nossa alma.

Reconhecer que estamos trocando energia com todas as coisas, nos permite escolher nosso ciclo de renascimento; pois quando aprendemos a controlar as energias que damos e recebemos, percebemos quais são aquelas que nos influenciam e aprendemos a aceitar o que somos. É um processo, muitas vezes, doloroso e quanto maior a resistência pelo novo, maior a dor. Mas devemos entender que não pode haver nova vida sem um nascimento, não pode haver nascimento sem uma morte e não poderá haver morte sem dor para aquele que associa sofrimento a ela. Por isso o ritual da Páscoa nos traz a atitude de buscar o aprendizado permanente, fruto de todas estas contínuas transformações.

Nesse tempo de Páscoa, o ritual nos permite assemelharmos ao bebê no ventre da mãe. Devemos nos sentir preparados para deixar aquela vida condicionada, confortável, dependente, para assumir os riscos de atravessar o canal do futuro. Sairmos à força de um mundo ao outro, e, novamente, nascer para uma nova vida; um processo que requer um grande respeito e compaixão para nós mesmos. Temos que ter coragem para aceitar que somos capazes e merecedores de controle da tomada de nossas próprias vidas.

Existem teorias de que o parto é um dos momentos mais traumáticos da vida porque nos traz a descoberta dos opostos sensoriais, dos "nãos" e nos força a adaptações para sermos amados. Nascemos e crescemos nos adaptando diante de circunstâncias para não mais sofrer criando padrões defensivos (medos, inseguranças, rancores, reatividade, depressões, fixações, loucuras, sonhos, ilusões) e sempre conservamos a esperança porque temos a consciência de que nós sempre estamos mudando, sempre estamos renascendo porque renascer é preciso. Existe um dito popular que lembra: “não há ninguém sábio demais que não tenha algo a aprender, nem ignorante demais que não tenha nada a ensinar”; somos eternos buscadores, mestres e aprendizes da arte de viver.

Há muitos caminhos para buscarmos como trabalhar com as energias que influenciam nossas vidas e o ritual do Renascimento na Páscoa é um deles. Lembrar que a única marca dos nossos feitos é a nossa própria compreensão do amor, porque este estado faz nos abster de julgar as ações alheias; e isso só acontece quando existem compreensão e compaixão profundas e internas. Sempre temos nossas “feridas” e reclamamos cada vez que são tocadas; muitas vezes com dor, pedimos para sermos aceitos, amados, resgatados e compreendidos... Assim, a Páscoa nos oferece a oportunidade de renascer, abre portais de consciência e nos traz o poder de auto cura; ensina-nos que precisamos morrer para nascer novamente e melhores, que temos que fracassar para alcançar o sucesso, que sempre mudamos e que o tempo é infinito.
Beijos no Coração

Abraço na Alma
Namastê!
Boa Páscoa!


Saviitri Ananda - CRTH/BR0230


KIN 114 - MAGO PLANETÁRIO


Hoje a energia que ressona é a do Mago Planetário e a palavra de ordem é : Desapegue-se. Essa é uma palavra mágica. Quando dominamos essa palavra, tudo se transforma em nossas vidas. Desapegue-se do passado, não que você vai sair por aí rasgando suas fotografias antigas, pois fazem parte da sua história, mas não estar preso ao passado significa que você deve viver a magia do agora, livrando-se de sentimentos densos e negativos, de situações que não trazem harmonia para você, de ciclos que já se fecharam, 

de padrões, de coisas em seus armários, enfim, desapegue-se, principalmente, emocionalmente, deixe ir, perdoe, e receba a oportunidade de transcender o mundo da “mesmice”. Olhe para tudo isso, que passou, e diga ah, sim, interessante, mas preciso seguir em frente. A magia da Vida está em aceitar e agradecer cada experiência, porque nós vivemos a consequência de nossas escolhas.
Graças à vida que nos tem dado tanto.
Bjos no Coração
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH0230




Kin 114, Mago Planetário Branco

Encantar, Produzindo a Receptividade com o poder da Intemporalidade
Após mobilizar e pulsar minha intenção no tom nove (tom solar), essa energia actualiza-se no tom Planetário (LAHUN). Aqui, a essência e o físico encontram-se e unificam- se. O céu toca a Terra, o espírito e a matéria unem-se. A atualização do potencial criativo está no coração da minha essência, e traz profundidade, riqueza e importância à minha vida. Todo o mundo manifestado é na verdade a imaginação concretizada. Tudo o que trago para o mundo (as minhas energias mentais, físicas e emocionais) contribuem para a equação planetária. O tom Planetário pede-me para me lembrar das coisas que produzo na minha vida e o que elas significam. Sem julgamento só existe a perfeição! Alcanço o máximo da minha produtividade, luto com todo o coração para aperfeiçoar os meus esforços. Aceito a existência da perfeição em toda a forma de manifestação. Permito que a perfeição seja um processo contínuo de aspiração. Deleito-me com tudo o que foi entregue ao nosso planeta e aproveito tudo o que o planeta me entrega.
O Mago Branco (IX) representa a intemporalidade, o momento presente, o aqui e agora. É o mágico cujos poderes são ativados através da sabedoria que emana do coração. É a sabedoria que vem a partir do alinhamento da mente com o coração. Um coração aberto e confiante é uma ferramenta de percepção. Eu sou tempo! Ser receptivo à minha percepção individual do tempo é estar em sincronia comigo mesmo, e isso garante que estou naturalmente sincronizado com a realidade exterior. O Mago conjura feitiços e encantamentos. Feitiços são mitos pessoais que constroem e definem nossas vidas. Ao tornar-me consciente dos feitiços que conjuro através das minhas palavras e crenças, posso melhorá-los e magicamente mudar a minha vida. O Mago Branco pede-me que utilize completamente o alinhamento da mente e coração para participar na magia. A receptividade convoca a autenticidade, a transparência e a cura. A intemporalidade é uma dimensão energética representada por uma noção linear do tempo. Juntos, lembramo-nos que o tempo é o fator universal de sincronização. O momento presente é sempre um oráculo vivo. O Mago Branco pede que vá em direção ao meu auto empoderamento. Quando sinto necessidade da aprovação dos outros, olho para dentro e encontro poder. Quando estou entretido, a fazer algo que me dá prazer, a minha energia naturalmente expande, e a magia flui sincronicamente pela minha vida. Alinho-me com a minha essência. Sou transparente. Permito inocentemente que a magia flua por mim em vez de ter que a criar. Abro-me para o conhecimento do coração e das suas possibilidades.
Manifestações ocorrem a todo o instante. O importante é ser um manifestador consciente. Com consciência posso ter acesso à liberdade e ao poder para expressar as minhas capacidades plenas. Manifesto o que planifico, o que alimenta a minha alma e me dá uma sensação de sucesso, satisfação e amor. Abro-me para receber o apoio do Universo a fim de criar abundância e aperfeiçoar as minhas manifestações.

“A magia de encantar está em edificar seu templo com a semeadura espiritual.”

Kin 114, Mago Planetário Branco

Eu aperfeiçôo com o fim de encantar
Produzindo a receptividade
Selo a saída da intemporalidade
Com o tom planetário da manifestação
Eu sou guiado pelo poder do espírito
Sou um portal de ativação galáctica, entra por mim

TOM 10: Planetário (LAHUN) – Como aperfeiçoar o que faço?
PODER – Aperfeiçoa | AÇÃO – Produz | ESSÊNCIA – Manifestação
SELO 14: Mago Branco (IX)
PODER – Intemporalidade | AÇÃO – Encantar | ESSÊNCIA – Receptividade




terça-feira, março 31, 2026

KIN 113 - CAMINHANTE DO CÉU SOLAR



Dia da energia do Caminhante se faz necessário estarmos muito vigilantes e bastante atentos a tudo o que nos acontece e que chega de forma mental ou física. Vamos analisar as nossas atitudes e pensamentos, explorar os espaços sem nos dispersar do nosso centro. Ficar atentos às sincronicidades, aos movimentos aos quais a vida nos conduz, porque implícito, pode estar um grande toque especial que nos favorece no nosso processo de busca. Vamos aproveitar todas as oportunidades para crescimento interior, nos aprofundando em cada detalhe e extraindo de tudo a mais pura essência. Importante  lembrar que toda busca pressupõe um movimento, então se prepare para uma grande movimentação durante este dia, tanto mental quanto física. Vamos mudar alguma coisa ou tudo, acrescentar detalhes, permitir que haja uma evolução do que está parado e isso só pode ocorrer se houver um movimento. A ordem é se auto-realizar. Selecione tudo o que chega e direcione sua busca para essa auto-realização, procurando ter mais cuidado consigo mesmo, seja do corpo ou dos pensamentos. Somos o que pensamos, somos nossas escolhas. Nós não estamos Aqui e Agora por acaso, fazemos parte do processo de transição de Gaya e temos o compromisso de estarmos bem para realizar a missão assumida quando encarnamos. Vamos cuidar de nós mesmos, armazenar energia vital, compreender nossos instintos e aprender com eles para transcender. Não podemos perder energia, precisamos ter calma para tomar decisões de forma corajosa. Quanto mais cuidarmos de nós mesmos, mais poderemos caminhar tranquilos, levando amor e transformação a todas as pessoas.
Bjos no Coração
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTHBR0230







Kin 113, Caminhante do Céu Solar Vermelho


                                              
Explorar, Realizando a Vigilância com o poder do Espaço
O Tom Solar (BOLON) pulsa o poder da intenção. Aqui desperto para a realização da mente, a qual precede o meu mundo físico. Vejo emanações não lineares de consciência que confirmam essa realidade. Entendo que a informação é eternamente enviada e recebida pelos meus circuitos biofísicos a todo momento, mesmo que não esteja ciente disso. As coisas em que focalizo a minha atenção crescem sempre mais fortes na minha vida. O tom Solar desafia-me a domar a energia da informação, direcionando-a. Pulsar é uma forma de amplificar ou comunicar unindo a energia mental, emocional e espiritual. Exercito a minha habilidade natural de telepatia. Ela requer clareza e conexão, e, assim como o pulsar do meu corpo, requer uma onda estável de energia. Realizo a minha capacidade de transmitir as minhas verdades.
O Caminhante do Céu Vermelho (BEN) representa a conexão entre o céu e a Terra. É o fim da dualidade entre corpo e espírito. É o viajante do espaço-tempo, o mensageiro da profecia, um explorador de dimensões. A vibração do Caminhante convida-me a transcender limitações, participar da evolução da consciência explorando novos caminhos e trilhar novos estilos de vida. Conecto o céu e a Terra unificando a intenção com a ação. Uso cada oportunidade para observar e descobrir. Valorizo a energia do espaço e o seu poder de influência na minha consciência. Exploro a capacidade de me reinventar continuamente. O Caminhante do Céu é o viajante do espaço-tempo que pode saltar entre as dimensões para me ajudar a encontrar o céu na Terra. Uma pessoa com sabedoria cósmica é considerada um caminhante do céu, uma sábia. O símbolo do Caminhante do Céu representa dois pilares do céu e dois pilares da Terra que não se tocam. Eu sou o elemento que falta para a conexão dos pilares. Eu sou quem possui a capacidade de desenhar os pilares do céu até a Terra. Unir os pilares em mim pode ser visto como uma reconciliação dos meus aspectos masculinos e femininos. A energia do Caminhante do Céu traz muita inspiração e um profundo entendimento espiritual. Hoje, é um dia para abrir a consciência e mergulhar no silêncio da minha alma. Hoje, preciso de me desprender de todas as tensões vindas de dualidades.
A intenção é o combustível que motiva e cria todas as manifestações. Desenvolvo a força das minhas intenções, pois o único bloqueio à manifestação é não ter uma intenção clara, não ter desejos claros. Sou claro a respeito de onde venho e para onde vou, depois ajo de modo a chegar lá, utilizando intenções como guias. Determino coisas específicas que posso fazer para realizar as intenções do eu místico.

“A base de todo pensamento é explorar-nos por dentro e encontrar a abundância, sem ego.”

Kin 113, Caminhante do Céu Solar Vermelho

Eu pulso com o fim de explorar
Realizando a vigilância
Selo a saída do espaço
Com o tom solar da intenção
Eu sou guiado pelo poder da Água universal
Sou um portal de ativação galáctica, entra por mim

TOM 09: Solar (BOLON) – Como concretizar o propósito?
PODER – Pulsa | ACÇÃO – Realiza | ESSÊNCIA – Intenção
SELO 13: Caminhante do Céu Vermelho (BEN)
PODER – Espaço | ACÇÃO – Explorar | ESSÊNCIA – Vigilância
FONTE: www.pan-portugal.com

segunda-feira, março 30, 2026

KIN 112 - HUMANO GALÁCTICO

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A energia deste Kin nos impulsiona á coragem para dar o primeiro passo... afinal, tudo começa com um primeiro passo e para que nossos planos se materializem, vamos usar de toda a nossa inteligência. Conseguimos realizar a vida se nos harmonizarmos com nossa essência; resgatando a nossa Luz interior, trazendo-a para iluminar tudo aqui fora. Vamos absorver prana, respirando profundamente e visualizando que estamos recebendo muita Luz, e conscientes de que essa luz nos abastece internamente e a todo o nosso campo áurico. Precisamos nos manter em locais que tenham muita luz, que tragam muita luz e com pessoas que transmitam Luz; e  vamos deixar toda essa Luz brilhar através de nós para assim, iluminar nossas vidas e nossos caminhos.Vamos nos concentrar no que estamos focando para nossa vida, pois só pela concentração de energia em nosso projeto é que ele poderá florescer. Temos toda força a nosso favor, por isso vamos viver e intensificar toda a divindade de novos seres, iluminados, preenchidos de muita sabedoria.
Bjos no Coração
Namastê!
Saviitri Ananda - CRTH0230




Kin 112, Humano Galáctico Amarelo
Influenciar, Modelando a Sabedoria usando o poder do Livre-Arbitrío


O Tom Galáctico (UAXAC) convida-me a alinhar a minha conduta com a minha integridade. Isso significa estabelecer uma harmonia interior, na qual posso modelar genuinamente as verdades e os ideais em que acredito. Uma boa definição de “integridade” é “o estado de estar inteiro e completo, indiviso”. O tom Galáctico lembra-me que integridade requer consistência e aderência à sabedoria e graciosidade dos meus valores. A harmonização não requer compromisso, mas sim flexibilidade e disposição para me submeter a conhecer outras pessoas, para deixar ir qualquer apego pessoal.










O Humano Amarelo (EB) representa a sabedoria, o livre-arbítrio, constitui a consciência colectiva e a influência. Ter um corpo humano é um raro presente. Ser humano garante a capacidade de integrar minha natureza primária com o meu intelecto e minha essência celestial. Dentro de cada ser humano flui a corrente de sabedoria dos seus ancestrais. Influenciamo-nos uns aos outros modelando os nossos valores. Tudo o que penso, digo, faço, crio e escolho tem impacto nas pessoas ao meu redor e contribui para a consciência coletiva. Tudo o que considero aceitável ou normal apenas reflete um conceito que defini anteriormente. A minha sabedoria é adquirida quando experimento a partir do meu livre-arbítrio. Sabedoria é discernimento e prevenção. O Humano amarelo pede-me para compartilhar o meu conhecimento com todos os humanos para que possa influenciar o seu livre-arbítrio em direção à sabedoria. O Humano Amarelo pede-me que fortaleça e limpe o meu plano físico para me preparar para as energias expandidas da mente elevada.
Cada um de nós tem uma conduta de harmonia e serve de modelo para os outros, inspirando o estabelecimento da cultura galáctica e pondo em prática o potencial harmônico da nossa sociedade global. Integridade é decorrente do conhecimento de mim mesmo e de um senso de reverência por toda a vida. Significa fazer o melhor, mas também aceitar as minhas imperfeições humanas, harmonizando os dois aspectos. Desenvolvo uma relação de integridade com o meu espírito, comprometo-me a viver minha verdade e sou um modelo para os outros.

“Perdoo toda experiência anterior. Sou livre e alcanço o poder da sabedoria que vive em mim.”

Kin 112, Humano Galáctico Amarelo

Eu harmonizo com o fim de influenciar
Modelando a sabedoria
Selo o processo do livre-arbítrio
Com o tom galáctico da integridade
Eu sou guiado pelo poder da inteligência
Sou um portal de ativação galáctica, entra por mim

TOM 08: Galáctico (Uaxac) – Como integrar a forma?
PODER – Harmoniza | AÇÃO – Modela | ESSÊNCIA – Integridade
SELO 12 – Humano Amarelo (EB)
PODER – Livre-arbítrio | AÇÃO – Influenciar | ESSÊNCIA – Sabedoria

Saviitri Ananda

Minha foto
Itapoá, Santa Catarina, Brazil
Sou ENLAÇADOR DE MUNDOS MAGNÉTICO. Uma eterna buscadora... metamorfose ambulante...senhora de mim. Depois de me conhecer, nada será como antes porque sou a Morte e o Renascimento. Sem verdades absolutas, pulso com o Universo, buscando construir pontes entre os Mundos. Inimitável e sem limites... quântica. Me reconstruo a cada dia, sou mudança, transformação, sincronia. Funciono como equalizador, restaurando o equilíbrio através da Luz, da qual sou canal. O meu grande "tesouro" é a sabedoria, a arte de enlaçar mundos, destruir ilusões e libertar do medo todo aquele que se dispõe a escutar o que eu revelo.Transmutar, transpor, renascer são os meus verbos. In Lak'esh